O.M. AÏVANHOV - 07 de fevereiro de 2008 (Parte 2) - Autres Dimensions

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- E BEM, CAROS AMIGOS... -



Questão: o que você poderia dizer sobre as Virgens Negras?

Vamos esquematizar.
A Virgem Negra é, simplesmente, a encarnação do princípio feminino na matéria.
Então, quer ela tenha sido chamada de Maria, culto de Isis, Virgem Negra, etc., é muito similar.
É a adoração da polaridade feminina do Pai.

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Questão: o inframundo ou infraterra é específico da Terra?

Existe em todos os planetas, uma vez que é o canal de acesso a todos os outros planetas.

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Questão: e sobre os elfos, gnomos, etc., e a relação deles com a Intraterra?

Os elfos, as salamandras, os gnomos, os silfos vivem em sua Dimensão.
Eles não vivem na Intraterra, eles vivem sobre a Terra.
Na Intraterra há civilizações, de raça humana ou não humana, mas sem relação com esses seres da natureza.
Eles se refugiaram próximo de alguns portais, mas não por toda a parte.

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Questão: o derretimento do gelo nos polos indica que os vórtices estariam acessíveis?

Não, porque eles estão em outras Dimensões, portanto, não há necessidade de um derretimento da calota para penetrar nos vórtices.
O derretimento das calotas está ligado mais aos cataclismos que vão chegar sobre a Terra.

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Questão: poderia falar de Shamballa?

Shamballa é, antes de tudo, um lugar situado em Dimensões extremamente elevadas, nas quais se encontram, entre outros, os vinte e quatro Anciões, aqueles que decidem o destino kármico do planeta no grande Conselho Galáctico.
Essa Shamballa tem uma localização Dimensional, obviamente, diferente daquela que vocês conhecem.
Entretanto, inúmeros seres situaram esse espaço chamado Shamballa em relação com Agartha.
Está situado, eu os lembro, sob o deserto de Gobi.
É, ainda, algo de diferente, porque Shamballa é uma projeção Dimensional.
Então, querer atribuir isso a este ou aquele lugar não é a mesma coisa que a Intraterra, mesmo se houver uma sala, é uma pequena palavra, um espaço gigantesco na Intraterra, no qual a nomeação de Shamballa é conhecida, mas isso não quer dizer que Shamballa esteja localizada aqui.
É um anexo vibratório, se preferirem.
Vocês sabem, Shamballa é uma palavra de marketing.
Há terapias que se inspiram em Shamballa, efetivamente, mas qual é a realidade real dessas coisas?
Shamballa é um Conselho Galáctico associado a vinte e quatro estruturas extremamente precisas de seres que são os grandes irmãos que cuidam de vocês.
Agora, que há virtudes curativas...
Shamballa não é um grupo intervencionista, é um grupo que tenta, geralmente, manter a realidade vibratória e de outras Dimensões, pô-la em adequação com as Dimensões terrestres.
Que ele tenha, possivelmente, efeitos curativos, parece-me, até certo ponto, lógico.
O problema é que vocês empregam, frequentemente, palavras que leram em textos descritivos, iniciáticos, e vocês se apreendem dessas palavras como sendo sua realidade própria.
Então, é muito bonito falar da Intraterra, ter mensagens da Intraterra, receber ensinamentos da Intraterra, de Shamballa ou de outros lugares, é, até mesmo, algo que é cada vez mais difundido, seja verdadeiro ou não verdadeiro, aliás, isso não tem qualquer espécie de importância.
Mas por que querer empregar palavras para a conotação deles sem saber, realmente, o que é?
Uma descrição não substituirá, jamais, a realidade da vivência.
Mas isso, eu também posso empregar as palavras que eu quero e fazê-los sentir a energia que eu quero.
Agora, qual é a prova que é, verdadeiramente, a energia Shamballa?
Por que lhes disseram isso?
O sentir é completamente real, mas as palavras colocadas não têm qualquer relação.
Por que querer pôr palavras em um sentir?
Por que, a partir do momento em que uma energia os penetra pela cabeça e chega, ainda, eventualmente, até o coração, por que vocês querem caracterizá-la diferentemente do que ela é?
Se lhes agrada chamá-la de Shamballa, Saint-Germain, Metatron, etc.
Mas, denominando, vocês atribuem algo que necessariamente não é a realidade.
A energia, hoje, é muito fácil de fazê-la passar pelos chacras superiores, uma vez que a energia está aí, sobre a Terra, há quase vinte anos.
Então, é muito fácil fazer-se passar pelo guru que vai aportar a energia de Cristo, de Shamballa, porque a energia está aí para todo mundo.
Vocês podem se conectar.
Então, há astutos que são capazes de conectá-los mais facilmente do que outros e, depois, eles vão revestir isso com uma fraseologia, um ensinamento que, obviamente, é próprio deles.
E, aí, cai-se na armadilha do ego, ou seja, substitui-se espontaneidade da energia por um sistema de controle do outro.
Seja qual for a vontade afixada de liberdade, de amor, de fraternidade, a partir do momento em que vocês desviarem o fluxo de energia normal que chega há vinte anos sobre o planeta – e que não tem necessidade de intermediário, mesmo se o intermediário existir – o problema é que a maior parte desses intermediários vai servir-se dessas energias com fins de orgulho pessoal ou para fins financeiros.
Então, isso será revestido com grandes palavras.
Serão, por exemplo, transmissões de energia Tartapion.
Serão movimentos que tiveram, em alguns momentos, influências extremamente fortes.
Mas não importa, são, ainda, apenas revestimentos.

***

Questão: então, qual é a energia sentida por alguns, dita de Shamballa?

A mesma que todos aqueles que sentiram, um dia, penetrar a energia pelos chacras superiores e chegar ao coração e ter o sentimento de que sua vida seria transformada.
Esse primeiro contato é a iluminação, a instauração, a iniciação.
É a abertura para outras realidades.
Então, vocês podem chamá-la como quiserem.
Se a palavra exótica energia Shamballa lhes agradar, chamem-na assim, mas isso se chama, simplesmente, a polaridade feminina do Pai.
É uma energia que é retransmitida pelo Sol Central, e que se difunde à vontade, e que não tem necessidade de guru ou outra coisa para se manifestar, mesmo se alguns seres forem despertadores, efetivamente.
Mas, a partir do momento em que vocês travestem a realidade da energia que desce há vinte anos sobre a Terra, revestindo-a com seus próprios conceitos, vocês estão no erro espiritual, porque entram no ego e na manipulação.
A mesma energia...
É preciso, de qualquer forma, aportar um pequeno bemol, porque há seres que são persuadidos de estarem em contato com os grandes seres, que escrevem livros, ou mesmo enciclopédias, ou mesmo tratados em quarenta ou cinquenta volumes, criam movimentos, porque eles estão persuadidos de que estão na Luz.
Sim, mas qual Luz?
Quando vocês olham acima deles, percebem que há uma magnífica colônia de luz negra.
Eles são ligados à luz negra e não à Luz Crística.
A Luz de Cristo é simples.
A Luz de Cristo não tem necessidade de enciclopédias.
Ela não tem necessidade de técnicas.
Ela tem necessidade de ser, é tudo.

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Questão: como canalizar essa Luz?

Ela está aí.
Basta fazer calar o mental.
Basta fazer calar as emoções.
Basta abandonar-se, totalmente, a essa energia.
Então, vocês podem se ajudar com uma música, um incenso, um guru, por que não?
Mas é, antes de tudo, um estado de espírito interior.
Lembrem-se do que dizia São João: «haverá muitos chamados e poucos escolhidos».
Os chamados são aqueles que são marcados na testa, aqueles que receberam a Luz, mas, depois, uma vez que a Luz tenha chegado, não se deve deixá-la ali, o que faz a maior parte daqueles que se creem detentores de poderes, porque eles trabalham com o terceiro olho.
Não é o objetivo dessa energia.
O objetivo dessa energia é descer, progressivamente, encarnar-se, desposar a energia do fogo terrestre, a Kundalini e, depois, voltar a subir, tranquilamente, junto, para chegar à realização.
Dito em outros termos, muitas pessoas hoje confundem o processo iniciático (que significa, simplesmente, pôr no caminho, a caminho) com a realização.
Haverá muitos chamados, eles serão marcados na testa, eles ouvirão o canto dos anjos no ouvido, mas eles não serão, contudo, seres da Luz.
A realização é um caminho de abandono.
O abandono não se encontra nas técnicas, nas enciclopédias ou nos nomes exóticos.
Ela se encontra, unicamente, em um estado de ser e nada mais.

***

Questão: como perceber os seres da natureza?

É, ao mesmo tempo, muito complicado e muito simples, porque poucos seres são capazes, efetivamente, de vê-los.
Ver os seres da natureza é ser capaz de voltar a tornar-se com o olho de uma criança, de ver uma dimensão específica, para além das aparências.
Não há, aí tampouco, rituais ou técnicas específicas que permitam, mais especificamente, entrar em contato com esses seres.
Vocês vão vê-los apenas quando abordarem o território dele com uma simplicidade de criança.
Não há necessidade de fazer jejum ou preparação, orações.
É um momento de comunhão que vai chegar no momento em que vocês estiverem em ressonância com a vibração desses seres que povoam a natureza.
Os gnomos amam os biscoitos.
Os silfos adoram as flores.
As salamandras adoram os presentes que se põe na água.
Os elfos são sensíveis ao perfume, ao que cheira bem.

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Questão: como evitar ficar confinado na dualidade da 3ª Dimensão?

Estando na Unidade.
É a Vibração que corresponde à unificação corpo/alma/espírito no mesmo eixo, na mesma realidade, no mesmo espaço.
Então, quer vocês a chamem Unidade, Divindade, Cristo interior, realização, é a mesma coisa.

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Questão: é dessa maneira que se conseguirá sair das transgressões de nossa sociedade?

É o único modo.
Vocês não podem lutar contra o sistema.

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Questão: como ver as auras?

Há vários modos de fazer.
Há técnicas artificiais que permitem acomodar não no objeto que se quer olhar, mas atrás.
Isso é conhecido.
Há uma técnica que corresponde à configuração especial da retina desses seres que veem as auras.
Aí, não há necessidade de adotar uma técnica de acomodação posterior ao objeto olhado.
Há uma terceira técnica ancestral, oriunda do Kryia Yoga, que consiste em utilizar a respiração alternativa pelas narinas, acoplada, ao mesmo tempo, a pressões extremamente precisas sobre os lobos frontais, ao mesmo tempo que sobre a região temporal anterior, alternadamente, de um lado e do outro.
Mas, eu repito, são técnicas artificiais, a mais simples sendo tentar se acomodar atrás da pessoa.
Isso necessita de um pequeno treinamento, mas quase todo mundo é suscetível de ali chegar.
Em todo caso, para a primeira aura.

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Questão: qual é a origem dos crop circles?

A maior parte é criada por inteligências Extraterrestres, de maneira formal.
São mensagens que lhes são dirigidas, que lhes dizem uma série de coisas, mas é, também, um trabalho energético que é feito no lugar em que esses círculos aparecem, e são traçados de maneira específica.
Eles registram de maneira não definitiva, porque é efêmero, no corpo planetário, energias específicas.
Assim como as pirâmides são destinadas a cristalizar as energias do Éter, esses crop circles são destinados a cristalizar, de maneira efêmera, algumas energias do Éter com o objetivo de estabilizar a malha cristalina terrestre, mas, também, de informá-los.

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Questão: o derretimento das calotas de gelo está diretamente ligado à liberação de gazes ligada ao efeito estufa?

Os gases de efeito estufa não existem.
É uma invenção humana.
Não existe aquecimento climático.
Vocês estão em um período de pré-resfriamento.
A temperatura média da Terra aumenta, mas isso não quer dizer que seja um aquecimento climático.
Não é ligado, de modo algum, à atividade do homem.
É ligado, sobretudo, aos períodos transicionais que existem a cada 50.000 anos, momento em que os polos devem mudar de orientação.
Então, não há culpa alguma a ter, porque as mudanças são inexoráveis e as poluições que sobrevêm vão ao sentido da mudança.
Mas não são vocês, com suas máquinas, suas técnicas e seu petróleo que bastam para gerar isso.
Isso é o que querem fazê-los crer, novamente, para pô-los no sentido de suas responsabilidades, mas, também, de seus medos.

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Questão: poderia falar do mantra Aum?

O mantra Aum é um mantra que faz descer a energia no nível do segundo chacra, portanto, que vai favorecer as energias de encarnação e de assentamento.
Alguns seres pronunciam o Aum centrando-se em outros chacras.
Mas a finalidade do Aum era favorecer o assentamento, o enraizamento e a estabilidade.

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Questão: o que seria uma alimentação correta?

Uma alimentação correta é uma alimentação que consegue fornecer suas necessidades energéticas, metabólicas e calóricas.
Agora, falar de alimentação correta, no nível de poluições da Terra, parece extremamente difícil.
Os alimentos que vocês ingerem são o reflexo de sua cultura, de seu modo de vida e de seu modo de crença.
A nutrição está cada vez menos saudável.
Então, não há, propriamente dita, alimentação correta.
Tudo é questão de conveniência pessoal.
Para Marthe Robin, era uma hóstia por semana, e era correto.

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Questão: existem gatos na 5ª Dimensão?

Você fala da 5ª Dimensão, mas há várias quintas Dimensões.
Há vários modos de vida na 5ª Dimensão, assim como na 3ª Dimensão há vários caminhos evolutivos, naturalmente.
Há muitas diferenças entre o que vocês chamaram de pequenos cinzentos, de grandes reptilianos ou, ainda, de seres azuis de Sírius.
A 5ª Dimensão não é uniforme.
Portanto, há quintas Dimensões com animais, muito poucos.
E há Dimensões quintas sem animais, completamente.

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Questão: e sobre os seres humanos que teriam um quê de reptiliano?

Isso corresponde a misturas genéticas que ocorreram no curso dos milênios precedentes, nos tempos da Suméria, mas é extremamente complexo.
Há misturas de DNA que foram feitas.
Há cruzamentos de raças que também foram feitos.
Isso foi feito em todos os tempos, entre múltiplas raças e múltiplas Dimensões.
Isso sempre existiu.
Aí está o que ser pode dizer.

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Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.

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Então, caros amigos, espero que vocês se enriqueçam com tudo o que vai acontecer para vocês.
Então, como de hábito, eu lhes apresento todo o meu Amor, todas as minhas Bênçãos, e eu lhes digo, talvez, até uma próxima vez.
E, sobretudo, não se esqueçam de que a solução está no interior de si e que nada existe de exterior que possa ajudá-los.
Eu lhes digo até muito em breve.



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Mensagem do Venerável OMRAAM (Aïvanhov) no site francês:
07 de fevereiro de 2008 - Parte 2

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Versão do francês: Célia G. – http://leiturasdaluz.blogspot.com

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Transcrição e edição: Zulma Peixinho


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