HILDEGARDA DE BINGEN - 13 de março de 2011 - Autres Dimensions

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- Ensinamentos da Estrela REPULSÃO -

ÁUDIO mp3 ORIGINAL
http://autresdimensions.info/audio/Canalisation_-_HILDEGARDE_DE_BINGEN_-_13032011.mp3

~ CONVITE PARA INTERIORIZAR-SE ~


Eu sou HILDEGARDA DE BINGEN e eu lhes apresento as minhas homenagens, Irmãos e Irmãs, aqui e em outros locais.
Muitos de vocês, sem conhecer quem eu era, puderam talvez ler o que eu recebi durante a minha vida, nesta vida, isso a fim de levá-los, hoje, sobre uma compreensão e uma vivência.
Eu já tive a oportunidade de me expressar em relação ao conjunto de conhecimentos que eu recebi, naquele momento.
Esses conhecimentos jamais foram (se bem que isso foi extremamente interessante para mim) oriundos de um estudo mas, bem mais, de uma comunicação Interior e, portanto, o que eu denominaria um ‘conhecimento Interior’.
Obviamente, àquela época, jamais me foi permitido e tolerado, mesmo na ordem na qual eu evoluía, falar de outra coisa senão de CRISTO.
O conhecimento, que eu recebi então, é denominado um Conhecimento Interior, intuitivo, direto, do Coração.
O Conhecimento de que eu lhes falo é procedente de um ‘movimento’ da Consciência, da energia, voltada para o Interior.
O conjunto do que eu retranscrevi então era, de certo modo, uma forma de comunicação direta com a fonte da Consciência.
Isso se tornou possível, além da minha história pessoal, pela possibilidade, justamente, de nada buscar no exterior de mim mesma, mas sim de buscar no Interior de mim mesma.
Esta fonte de Conhecimento, o conjunto dos humanos, sem exceção, possui em si, partindo do princípio de que este Conhecimento, absoluto e total, do conjunto de leis, desta própria Matriz, está presente em Si.

***

Convém, hoje, colocar e apreciar, por seu justo valor, uma palavra que é a palavra busca.
A busca é um elemento que apreende muito rápido a atividade intelectual, como uma forma de ‘projeção exterior’ de algo que não estaria no Interior, mas que se experimentaria, unicamente, pelos escritos, pelas reflexões levadas ao exterior de si.
O conjunto das minhas Irmãs Estrelas tem, hoje e desde alguns dias, levado a se debruçarem no Interior.
A busca possui então dois aspectos: uma busca que se faz no exterior e uma busca que se faz no Interior.
De fato, a busca Interior não é uma busca porque a busca sempre evoca um ‘movimento’, ao passo que, justamente, o conhecimento Interior é a ‘parada do movimento’, para o aparecimento de outro estado de Ser.
Este outro ‘estado de Ser’, alguns têm buscado para explicar os fundamentos na história humana, outros têm simplesmente descrito sua experiência, outros enfim, como eu, temos captado, em meio a este outro estado de Ser, uma forma de comunicação, uma forma de sapiência, bem diferente do conhecimento exterior.
Algumas das minhas Irmãs falaram-lhes de Profundez, de Clareza, de Unidade.

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Agora, sempre foi anunciado a esta humanidade que o essencial era invisível aos olhos, que o essencial era invisível à personalidade e que tudo, absolutamente tudo, encontrava-se dentro de Si.
Isso é a estrita Verdade.
Vocês não podem revelar e desvendar nada que já não esteja presente, nada que não seja exterior a vocês mesmos.
Aceder a este estado e a este espaço de Ser apenas pode acontecer quando há uma aceitação ‘prévia’ dessa constatação, de que tudo está dentro, de que tudo está no Interior e de que o exterior representa apenas um aspecto separado, projetado, diferenciado e distanciado de nós mesmos.
Alguns seres, bem antes de mim, disseram: “o que está dentro é como o que está fora, o que está em cima é como o que está embaixo”.
O problema é que o ‘fora’ e o ‘embaixo’ jamais mostram a verdade e nunca se deixam revelar, mesmo se a projeção exterior obedecer a leis totalmente calculáveis.
Essas leis múltiplas, inumeráveis, hoje, é claro, vocês as conhecem mais do que o que eu conheci na minha vida.

***

O problema principal tem algo de muito simples.
É que o conjunto da consciência humana coletiva, quando certas palavras são empregadas, essas palavras fazem ressoar uma vivência própria de cada pessoa, mas, também, inscrita em uma forma de ‘bolsa coletiva’, de memória coletiva.
Portanto, cada palavra, qualquer que seja o idioma (mesmo nas línguas mais antigas), cada palavra é ‘portadora’ de uma vivência e essa vivência é, ela, estritamente limitada ao que é perceptível em meio ao espaço onde evolui a consciência.
A dificuldade é que, em meio a palavras muito simples, como ‘amor’, como ‘luz’, como ‘bem’, ou como ‘mal’, ou como ‘ódio’, ou como ‘sombra’, são definidas apenas por pares e por oposições.
A definição, e o que é veiculado por uma palavra, é então tributo da experiência conjunta, veiculada pela crença, no sentido mais amplo.
Assim, a luz pode ser assimilada ao que é visto, porque, na sombra, nada pode ser visto.
Igualmente, o amor, mesmo se a ele tiver ali aderido (como vocês têm feito nesta época) alguns epítetos ou qualificativos, não é, de todo, senão limitado aí, ainda uma vez, pelo conjunto de crenças recíprocas e de significados comuns atribuídos a essa palavra.
Assim, o simples fato de pronunciar a palavra ‘amor’ vai induzir, na consciência do ser, nas células, na fisiologia, certo número de elementos, oriundos então de crenças recíprocas e de experiências mútuas, jamais permitindo se aproximar do ‘absoluto’, isto é, do que está além da projeção, da aparência e das crenças.

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JOFIEL - 15 de maio de 2008 - Autres Dimensions

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Ensinamentos do Arcanjo do Conhecimento e da Luz Dourada



Amigos humanos, bom dia.
Eu sou JOFIEL, Anjo do Conhecimento e da Luz dourada.
Eu venho trazer-lhes a Vibração essencial, a Vibração do Coração, a Vibração da Luz dourada.
Eu não venho, neste instante, impor um tema, mas propor a vocês mesmos para definir um tema na comunicação de vocês.
Durante o tempo da minha Presença com vocês, vocês se beneficiam da Radiação da minha Essência, na alma, no Coração e no corpo de vocês.
A intensidade desta Radiação irá se acentuando gradualmente e à medida que nós prosseguirmos neste diálogo.
Estejam receptivos, não unicamente às palavras, mas à Vibração que começa agora aguardando vocês definirem o tema das nossas partilhas.

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Pergunta: a solidariedade entre os homens vai ganhar terreno?

Vocês abordam um tema que foi assunto de uma das minhas recentes intervenções entre vocês.
Nesse sentido, eu defini uma série de obras.
As obras sendo definidas como trabalhos, como uma labuta, como um esforço visando o aparecimento de algo novo.
Eu resumi essas diferentes obras, esses diferentes trabalhos que ocorreram atualmente sobre a Terra no contexto de um ano denominado ano de grandes mudanças, ano de transformações, ano de revoluções.
O que se vive no interior dos seres, a título individual, é exatamente capaz de se sobrepor ao que vive o planeta, no que vocês chamam de catástrofes e que eu prefiro chamar de convulsões.
A convulsão é um esforço do planeta, no corpo de vocês, visando permitir a emergência de novas funções, de novas potencialidades, de novas realidades, a fim de iniciá-los em um novo modo de funcionamento.
A palavra catástrofe considera a noção de queda, ao passo que em nenhum caso as diferentes obras, as diferentes transformações que vocês vivem, nos seus plexos e sobre este planeta, devem ser compreendidas assim.
Vocês sabem pertinentemente que o que a lagarta chama de morte, a borboleta chama de nascimento.
Assim está destinado para vocês a título de humanidade encarnada em diferentes raças, em diferentes planos, em diferentes linhagens.
O que vocês veem deste lado do véu e que vocês denominam catástrofe é apenas a transição de transformações para um estado de ser amplamente superior àquele que vocês chamam de vida na encarnação.
Dessa maneira, o seu olhar e o seu julgamento devem evoluir.
Eu disse bem recentemente que os seres que passam hoje pelas portas da morte não viviam mais a morte, no sentido em que ela era compreendida desde muito tempo.
Certamente, essas convulsões levam a inquietudes, por vezes a sofrimentos, mas elas são inelutáveis, correspondendo a uma sequência particular, a uma sucessão de etapas denominadas “obras”.
Essas etapas são agora.
O que vocês observam, através dos elementos que afetam esta ou aquela região da sua Terra, ocorre exatamente do mesmo modo e de maneira exatamente sincrônica no interior dos seus organismos.
No interior também das suas estruturas sutis.
A aceleração da transformação está engajada.
O que vocês observam no exterior (o tipo de manifestações, o tipo de locais do seu planeta que vivem isso), corresponde, em vocês, de maneira sincrônica, eu o repito, em locais do corpo.
Será que essas transformações podem ou devem dar surgimento ao que vocês chamam de solidariedade?
Esta solidariedade é apenas uma solidariedade de superfície, certamente, chamada de “ajuda humanitária”.
Por trás dessas palavras nada mais se esconde senão a vontade de subordinação de alguns estados sobre outros.
A ajuda humanitária, assim nomeada por vocês e desejada pelos organismos nacionais, internacionais ou independentes, é apenas pretexto.
A verdadeira solidariedade, aquela do Coração, ainda não está pronta para emergir.
Ela é, com certeza, desejável, com certeza, necessária, mas apenas irá ocorrer no momento de mudanças muito mais intensas no conjunto das suas estruturas, das suas regiões e, portanto, do planeta.
Deste modo, então, o fato de fornecer alimentos, roupas, suportes materiais, lógicos, é, certamente, indispensável, mas não é certamente a solidariedade.
A solidariedade deve ser, acima de tudo, espiritual.
Uma solidariedade material apenas esconde interesses egotistas, partidários, de determinados estados.