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*O COMPANHEIRO DO SOL* - AutresDimensions

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Questão: Orionis, em agosto de 2008 havia dito que veríamos, em cerca de um ano, Hercólubus, o que é?

Hercólubus é visível.
Usem luneta infravermelho e vocês irão vê-lo.
Hercólubus foi filmado por toda parte pelo mundo, não na sua latitude, infelizmente, mas lhes dizem que não é importante porque Hercólubus é um planeta que provoca efeitos que vocês já percebem.
O aquecimento de todos os planetas do Sistema Solar estão ligados a este planeta.
Os cometas que chocaram com os planetas, durante o verão (inverno, no hemisfério sul), estão diretamente ligados a Hercólubus.
Os planetas, os asteroides e os cometas que vocês vão ver no Céu, muito em breve, estão diretamente ligados a Hercólubus, portanto, Hercólubus é visível, mas não é visível, assim, a olho nu, a qualquer momento do dia.
Ele se encontra exatamente atrás de Sagitário e, como o Sol está na frente, vocês não podem vê-lo, exceto talvez ao pôr-do-sol ou ao nascer, muito cedo, do Sol, conforme o lugar onde vocês estiverem, no hemisfério norte ou no hemisfério sul.
Entretanto, ele chega por trás de Sagitário.
É o combate que ocorreu em 15 de agosto.
A partir do momento em que a estrela, denominada Bételgeuse, tornou-se uma supernova, ela enviou a Luz ao mesmo lugar onde se encontrava Hercólubus e, atravessando Hercólubus, ela diminuiu a sua qualidade vibratória.
No mesmo momento, ela também golpeou algo que é chamado de Nibiru e eu creio que muitas pessoas confundiram isso (e, aliás, o Incansável (o canal Jean-Luc), também vai precisar dizer, Nibiru e Hercólubus).
São duas entidades diferentes e todos colocaram o mesmo qualificativo na mesma coisa, mas não é a mesma coisa.
Hercólubus, de que lhes falou Orionis, é o planeta (é uma estrela, de fato, não um planeta), é uma estrela sombra, que intervém aproximadamente a cada 3.600 anos.
É chamada de estrela sombra, portanto, ela é apenas visível a partir do momento em que ela for iluminada pelo Sol, mas eu não estou mesmo certo de que vocês vejam isso, dado que o calendário foi um tanto apressado.

OMRAAM (Aïvanhov) (19.09.2009) – Autres Dimensions
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Pergunta: Por que não vimos, em junho, Hercólubus no Céu da França?
"Vocês confundem Nibiru com Hercólubus, agora, a primeira coisa.
Hercólubus não pode ser visível porque é um Sol Negro.
O que seria visível são os seus efeitos sobre o Sol e eles são visíveis, há muito tempo, em diferentes lugares do planeta.
Os efeitos de ressonância magnética que são induzidos por Hercólubus são vistos no Céu, nas irradiações dos planetas do seu Sistema Solar.
Devido à abertura da heliosfera, vocês se apercebem agora das modificações importantes que ocorrem nas distâncias existentes entre os diferentes sistemas solares e as diferentes estrelas.
Há alterações da distância que parecem, mesmo aos seus astrônomos que observam isso, completamente aterradoras, inexplicáveis, obviamente, para eles.
Agora, o que é visível no Céu, são modificações coloridas, modificações do Sol, como o Sol que dança, ou como o Sol que se desdobra, ou como massas ao lado do Sol.
É a reverberação do Sol em relação à aproximação do Hercólubus.
Hercólubus não é Nibiru.
Hercólubus é o que foi denominado Marduk ou o planeta da Cruz.
É aquele que volta a cada 3.600 anos, mas, sobretudo, que se aproxima do seu periélio a cada milhões e alguns anos, eu não tenho sequer mais as datas na cabeça.
Isso quer dizer simplesmente que vocês estão nessa configuração cosmogônica e cosmológica extremamente rara.
Agora, o que é visível, no céu, são os efeitos deste planeta.
Ele não está suficientemente longe, mas a sua influência é extrema.
É o que acontece e o que vocês observam, atualmente, em relação a terremotos, em relação ao cinturão de fogo do Pacífico.
Já, em 2005, eu disse que a ignição dos vulcões do cinturão de fogo do Pacífico, que já aconteceu, seguida de terremotos no cinturão de fogo do Pacífico, iria significar grandes movimentos no nível planetário, antecedendo a Revelação da Luz e a Ascensão.
Vocês aí estão. Não é daqui a 10 anos. Não é dentro de um ano. É neste momento.
Agora, quanto tempo isso vai durar?
Isso pode durar entre um mês e um ano.
Eu digo isso grosso modo.
Mas as perturbações estão aí.
Elas estão concretamente aí.
Elas não estão mais no Céu, elas estão na sua Terra.
Então, agora, Hercólubus, ou a marca de Hercólubus, é visível diariamente, não na sua latitude, mas visível na Europa do Leste.
É visível na Índia. É visível no polo.
Muitos seres fotografam isso.
Se vocês quiserem ver na França, aqui, vocês estão no sul, então, é necessário ter posições planetárias extremamente precisas, porque, lembrem-se de que é uma ressonância, não é o verdadeiro Hercólubus.
Vocês não podem vê-lo. 
O que vocês veem é a ressonância de Hercólubus no Sol.
É um planeta que emite no infravermelho, remoto.
Portanto, ele aquece, ele perturba os climas de todos os planetas.
É ele que provoca os basculamentos dos polos, que ocorrem em muitos dos seus planetas, mas isso não será dito a vocês.
Entretanto, é preciso compreender que a luminosidade específica de algumas estrelas, de alguns planetas, está ligada a isso.
Então, eu não sei precisamente em quais dias, em qual momento ele será visível.
Em todo caso, ele não será visível em pleno dia, mas, de preferência, ao cair da tarde, durante um período extremamente breve porque vocês não estão na latitude correta, aqui.
Mas, entretanto, os sinais celestes, as auroras boreais, as formas de nuvens, as cores dos seus Céus, os deslocamentos aéreos ligados às correntes, estão completamente perturbados.
Se vocês observarem também, de maneira escrupulosa, o curso do Sol, vocês irão perceber que a curva que é descrita pelo curso do Sol nada tem a ver com o que existia há 10 anos.
O Sol não nasce mais no mesmo ponto.
Ele não se põe mais no mesmo ponto, e o seu curso no Céu não está mais nos mesmos locais.
Vocês concluem o quê?
Que a Terra mudou. É uma evidência.
Do mesmo modo que o trabalho realizado pela Fonte, pela multidão de seres, pelo Conclave e diferentes nações e povos intergalácticos, intervém para consolidar as modificações em curso e para evitar, pelo fenômeno de elasticidade, de se fecharem novamente.
Isso é o princípio do eletromagnetismo.
Portanto, nós descurvamos o espaço/tempo e mantemos este espaço/tempo de maneira que a Luz possa penetrar, definitivamente, neste Sistema Solar.
Mas, o que está em andamento, nesse momento, é o que vocês observam no Céu, os fenômenos luminosos cada vez mais intensos.
Então, eu sei que alguns seres vão se servir desta luminosidade dos planetas e, efetivamente, de algumas Embarcações Mãe que estão aí, para lhes dizer que é o sinal que eles haviam anunciado e que aquilo é o que disseram.
Mas, isso, não importa.
São, antes de tudo, modificações cosmológicas que vocês estão prestes a viver."


OMRAAM (Aïvanhov) (17.10.2009)
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Questão: se Júpiter se tornar um segundo Sol, isso tem uma incidência sobre a estase?

“Bem amado, jamais Júpiter terá o tamanho suficiente para tornar-se um segundo Sol.
Júpiter está se tornando o que é denominado um ‘Pulsar’.
Um Pulsar emite irradiações próximas as do Sol, mas não é um Sol.
Não haverá segundo Sol.
Haverá o aparecimento de uma Luz semelhante a um Sol, que é simplesmente o companheiro denominado Nêmesis ou Hercólubus, que será visível aos seus olhos de carne, visível no momento unicamente em Infravermelho e em algumas latitudes e longitudes, em determinados momentos da rotação da Terra.
A partir do momento em que o sobrevoo acima do eclíptico de Hercólubus superar um ângulo de 30º, ele irá se tornar visível de acordo com as posições da Terra ao redor da sua rotação solar, de maneira evidente para os olhos humanos.
Isso não é, tampouco, um segundo Sol.
Existe um efeito sobre a Terra, uma grande confusão neste conceito de segundo Sol.
A força galáctica, a Confederação Intergaláctica, a irradiação da Luz Fonte de Alcyone, as radiações do Ultravioleta, a irradiação do Espírito Santo retransmitida por Sírius, o conjunto de modificações observáveis sobre esta Terra e sobre este Sistema Solar, resulta da ação de uma série de fatores astrofísicos bem reais, responsáveis por uma série de transformações observáveis até mesmo na sua Lua.
Alguns de vocês já se aperceberam disso.
Júpiter emite agora como um ‘Pulsar’.
A atmosfera de Júpiter está profundamente modificada, permitindo à sua irradiação nova, efetivamente, afetar, desde fevereiro de 2009, as suas estruturas.
Mas, daí a chamar Júpiter de segundo Sol, há uma distância.”

ARCANJO ANAEL (21.11.2010) – Autres Dimensions

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Texto editado por Zulma Peixinho

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