GEMMA GALGANI - 31 de outubro de 2012 - Autres Dimensions

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- Ensinamentos da Estrela UNIDADE -


~ O QUE NÓS SOMOS É O AMOR ~
Eu sou GEMMA GALGANI (Estrela de Maria).
Irmãs e Irmãos na humanidade, acolhamo-nos mutualmente e vivamos, no silêncio, um momento de Graça e de Comunhão.
Permitam-me apresentar-me a vocês, e em vocês.

... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...

Enquanto Consciência responsável pelo Manto Azul da Graça e pela Estrela UNIDADE, eu venho a vocês enviada pelo conjunto das minhas Irmãs Estrelas, a fim de tentar fazê-los se aproximar desta Verdade essencial: o que nós somos é o Amor.
Então, se o que nós somos é, realmente, o Amor, o que, em meio à encarnação deste mundo, nos impede, todos nós, de viver isso?
Como o que nós somos (esta Graça e este Amor) não é também manifestado e visível no que se é deixado ver sobre este mundo e isso, quer seja na sua época ou em qualquer época da vida desta Terra?
Não é a minha intenção voltar ao que lhes explicou amplamente os Anciãos, referente à falsificação e ao confinamento.
Mas, muito mais, e logicamente, que se nós aceitamos que nós somos o Amor, por tê-lo vivenciado (e eu não duvido que o conjunto das experiências que vocês fizeram permitiu-lhes provar e experimentar esta Verdade, não só durante um momento, durante algum tempo, mas, muito mais), o que faz com que o conjunto das Irmãs e Irmãos da humanidade não possa aceder a este Amor?
 Ainda hoje, neste tempo da Terra que se abre, por que muitos de vocês ainda não vivenciaram esta Verdade?

***
 

Em várias ocasiões, eu testemunhei sobre o meu curso e o meu caminho na encarnação, assim como algumas das minhas Irmãs Estrelas.
Nós lhes transmitimos, todas nós, a nossa vivência na Graça do Amor, e vocês são cada vez em maior número a viver, vocês também, esses momentos e para alguns, a instalar-se neste Amor.
Instalando-se no que nós somos, nós podemos constatar a distância que pode existir entre o que nós vivemos na nossa carne (quando nós vivemos isso) e o que vive a grande maioria da nossa humanidade.
Esta distância corresponde ao que muitos Anciãos explicaram a vocês, através das diferentes consciências.
Então, o que faz com que até mesmo muitos Irmãos e Irmãs que estão em uma dinâmica espiritual, na procura do seu próprio Espírito, de CRISTO ou de outro modelo, não cheguem a estabelecer-se, de maneira constante, neste estado e nesta consciência?
Todos vocês sabem, por tê-lo vivenciado, que muitas experiências foram proporcionadas a vocês, por vocês mesmos, pelo seu Abandono à Luz e pelas circunstâncias, até mesmo, atuais deste mundo onde vocês estão encarnados.
E, no entanto, um grande número de Irmãos e de Irmãs, ao redor de nós, parece dormir a esta Verdade, parece contentar-se em levar a bom termo a sua vida, em levar a bom termo o que eles têm que fazer, sem suspeitar um único segundo do que eles são realmente.
Como pode existir, então, tamanha diferença e por que existem essas consciências tão diferentes, essas vidas tão diferentes e experiências, por vezes, diametralmente opostas?
Bem, disso, vocês já têm a resposta: pois, é claro, o medo é onipresente.
O medo se reflete pela necessidade de precaver-se, de proteger-se de um mundo que é considerado como perigoso, com mais ou menos razão.
 Nós lhes dissemos, agora, que no final, havia apenas dois estados: o medo ou o Amor, e que independentemente dos estados de Amor, independentemente das Graças que são colocadas sobre os seus ombros, vocês ainda são muitos constatando essas flutuações e essas oscilações entre os momentos de Graça e os momentos em que esta Graça parece não estar aí.
E além do que vocês vivenciaram, isso os leva a dar-se conta, por vocês mesmos, desta espécie de distância e de separação que existe entre a Alegria e a Plenitude da Graça e os momentos em que a personalidade deve ocupar-se da sua vida.
E vocês bem sabem que essas duas consciências estritamente nada têm a ver: porque uma está fundamentada na Plenitude e na Alegria, e a outra está fundamentada na falta e na necessidade de se precaver.
E ninguém dali escapa.

*** 

Naturalmente, para nós, Estrelas, talvez tenha sido mais fácil deixar-se envolver e imergir na nossa realidade profunda, muitas vezes, aliás, em detrimento da vida, tal como todos nós a conhecemos, em suas atividades múltiplas.
O que nos tem feito dizer, para muitos, que o nosso Reino não era deste mundo, pois, independentemente do modo que nós vivenciamos o que nós vivenciamos, sempre nos foi mostrado (e foi acessível) que existem espaços, que existem estados, mesmo sem poder nomeá-los, mesmo querendo chamá-los de paraíso, de lugares onde tudo é mais leve, onde o corpo não tem este peso e esta densidade.  
Nós sabemos que nós somos reais quando nós alcançamos este estado.
Nós passamos, de algum modo, um sentimento de irrealidade deste mundo, que os nossos Irmãos e Irmãs orientais denominam Ilusão ou Maya.
Mas, é claro, aquele que não o vivenciou, mesmo não sabendo disso, apenas faz refletir, permanentemente, o seu medo, que isso seja mantendo relações humanas e sociais agradáveis, procurando mais o que é bom e agradável, do que o desagradável.
E, no entanto, o mundo nos mostra, permanentemente, um desequilíbrio.
E, no entanto, o mundo, em si, se olharmos para a natureza, para os animais e para o que acontece, não demonstra desequilíbrio: mesmo nos momentos extremos dos Elementos, o retorno ao equilíbrio ocorre bem depressa.

*** 

Então, por que, nós que somos o Amor (como o restante da Criação e dos mundos), nós temos dificuldade, quando nós estamos encarnados, para deixar-se investir por esta Graça, a fim de que ela se torne permanente, constante?
Bem, porque, eu diria, as condições deste mundo (e vocês sabem disso) não são propícias para estabelecer este Amor que nós somos.
Então, é claro, há esperanças, essas esperanças de um mundo melhor, essas esperanças de uma melhoria, de uma mudança de era, fazendo com que as relações entre o que vive na superfície desta Terra sejam diferentes, um dia, por que a consciência irá evoluir.
E, entretanto, todos nós sabemos, entre nós que vivenciamos esses estados particulares de Graça, que isto não se aplica de nenhuma forma a este mundo, mas se aplica ao que nós somos, realmente, antes ou depois deste mundo.
Não pode haver qualquer dúvida, quando nós vivenciamos esse tipo de estado e de experiência, jamais pode existir a menor dúvida sobre a realidade do Amor, pois quando o Amor é vivenciado (não no sentido humano, mas no que eu poderia denominar um sentido transcendental), então, nós não podemos mais duvidar.
Nesses momentos em que nós o vivemos, alguns de nós e de vocês, hoje, têm a chance de se estabelecer cada vez mais persistentemente neste Amor e é perfeitamente possível, agora, para muitos de vocês, diferenciar o amor que nós expressamos durante a nossa vida, aos nossos pais, aos nossos filhos, às nossas atividades, a um salvador ou a uma religião, mas todos nós sabemos que isso nada tem a ver com como se desenrolam as relações com outros Irmãos e outras Irmãs.
O Amor permanece então um ideal, já colocando, como vocês sabem, uma distância entre o que nós realmente somos e a manifestação do que nós somos.
Há, portanto, uma espécie de distorção, flagrante e evidente.
Então, é claro, aquele que está satisfeito com isso vai considerar um curso ou um caminho e criar então, por si só, uma distância entre este Amor, real, e o que se é quando nos afastamos do que nós somos.

*** 

Todos vocês sabem que o Amor, quando vocês o vivem realmente, não é simplesmente um sentimento ou uma atração por uma pessoa ou uma atividade.
Todos vocês sabem que o Amor é um estado de Ser.
Quando vocês vivem isso, não há qualquer dúvida de que este é o nosso estado natural e de que são as circunstâncias da nossa vida que não são naturais, em seus aspectos humanos, em suas interações e em tudo o que dali resulta.
Vocês sabem disso, os Anciãos lhes falaram amplamente desta competição, dessa predação, dessas faltas e desses medos.
Todos nós sabemos que o Amor que nós somos é totalmente independente da nossa vida usual e que, quanto mais nós amamos (no sentido mais autêntico), menos nós somos envolvidos pelo sofrimento e pela falta.
E, todavia, todos nós sabemos também, quando nós estamos encarnados, que no olhar de cada Irmão e de cada Irmã (mesmo que nos pareça aparentemente mais sombrio), há esta procura de amor e de expressão do que não está aí e que é procurado ardentemente.
Então, como se safar, de algum modo, de um amor, enquanto objetivo, correspondendo, por exemplo, a um futuro comum durante uma afeição entre um Irmão e uma Irmã?
Como evitar esta armadilha de imaginar o amor como consequência de uma atração, como uma vida a levar ou uma responsabilidade a cumprir?
Muitos elementos foram dados a vocês e, isso, há vários anos, com relação ao instante presente, ao Aqui e Agora, ao desenvolvimento das percepções das suas Vibrações e da sua consciência.
E, no entanto, permanece evidente que se olharmos atentamente o andar atual do ser humano, a falta de Amor é mais do que flagrante, a falta de Amor que é induzida pelo medo e pela competição, pela competição que vocês vivem em todos os níveis, quer queiram ou não, em todos os setores da vida de vocês.
E, contudo, apesar disso, vocês sabem, por vivê-lo, que há estados da consciência onde mais nada de tudo isso é real, onde mais nada de tudo isso pode afetar, até mesmo, a sua qualidade de Ser.
O Amor é o que nós somos.
E, mesmo assim, para muitas Irmãs e Irmãos encarnados, isso está longe de ser uma evidência a viver.
Isso pode ser, muitas vezes, um objetivo, uma meta, um caminho a percorrer, a crença em uma evolução, em algo árduo, colocando-os sempre na Dualidade das Sombras a transcender, a ver, a apagar, a deixar desaparecer pela ação da Graça.
Tudo isso foi dito a vocês e vocês o vivenciaram durante esses anos que passaram.

*** 

Mas o período que se abre, a partir de amanhã, é o retorno, franco e real, e total, da Luz.
O retorno da Luz faz com que, a um dado momento, nenhum Irmão e nenhuma Irmã poderá ignorar o que acontece.
E vocês sabem também que, naqueles momentos, haverá a possibilidade de olhar as coisas de dois modos: com o olhar da lagarta ou com o olhar da borboleta, e que o mesmo evento pode ser, para um, feliz, e para o outro, extremamente doloroso.
Pois os hábitos da vida, os hábitos da sociedade (o que lhes foi explicado pelos Anciãos em relação aos sistemas de subordinação e de controle do ser humano) têm, com o passar do tempo, arruinado (ainda mais) a possibilidade do Amor.
Então, na maioria das vezes, nós chamamos de Amor um ideal e um objetivo, mais do que um instante presente vivenciado na totalidade, nesta Clareza, nesta Unidade.
Naturalmente, as coisas estão mudando, porque o desenvolvimento do Coração Ascensional, para vocês, a título individual, mas também da Merkabah da Terra, devido à sua Liberação, ao desaparecimento das Linhas de Predação, faz com que a Terra (como ela lhes mostra, pelo pouco que vocês buscam por essas informações) os deixa ver que os Elementos da Terra, eles também, estão se revelando e levando a Terra a viver uma transformação importante, referindo-se a tudo o que é denominado a Vida e se referindo à própria Terra, acima de tudo, e a vocês também.

*** 

Em breve (como foi dito pelo Arcanjo MIGUEL e por outros intervenientes, recentemente), tudo isso irá lhes aparecer cada vez mais claramente.
E é em função, justamente, dos seus próprios apegos (ligados aos hábitos, ligados à ignorância) que irá resultar, para muitos Irmãos e Irmãs, a sua resistência à Luz, em sua fase de aproximação final.
Para aqueles de vocês que forem capazes (além mesmo das Vibrações da sua consciência, dos seus centros de energia) de se estabelecer na Paz do momento presente, aqueles que tiverem ou a oportunidade, ou o desejo, ou a informação, ou a consciência de simplesmente parar para deixar a Luz trabalhar, irão constatar que o que chega é realmente uma Liberação.
Mas, para aceitar esta Liberação, é preciso primeiro conceber, ou se conceber, como um Ser profundamente Livre e profundamente diferente da vida que, no entanto, é para viver.
A vida será sempre, é claro, sobre este mundo, até o seu término, uma fonte de ensinamentos, uma fonte de transformações.
Mas vocês sabem muito bem que nenhum ensinamento e nenhuma transformação podem fazer descobrir a Verdade que vocês São.
É apenas vivendo-a, então, é claro, que isso é possível: apreciando, antes de tudo, um modelo (como eu lhes expressei, que foi CRISTO, para mim), estando plenamente presente a si mesmo, sem rejeitar aí onde nós estamos, é que por vezes a Luz emerge e o Amor é descoberto realmente.
O conjunto do que vocês vivenciaram, que isso seja mínimo como experiência ou algo que lhes pareça realmente totalmente incrível e transcendental, seja qual for a intensidade desta experiência, quando chegar a hora, vocês serão reforçados nas suas escolhas e nos seus posicionamento, na sua vida, nas suas vivências, nas suas relações, também.

*** 

O que nós somos é este Amor indizível, que é incomparável à melhor das descrições, à melhor das poesias, à melhor das pinturas podendo se expressar.
O que nós somos é um estado de Ser diferente do que nós vivemos, aqui, quando estamos encarnados.
E, no entanto, como vocês sabem, é aqui que isso acontece.
Isso é nomeado a Liberação.
Isso foi nomeado de diferentes modos, mas não importa.
O que sempre irá permanecer como mais fundamental é realizar a nossa natureza.
E isso é possível a partir do momento em que vocês chegarem, efetivamente (e vocês irão constatá-lo cada vez mais), a nada mais esperar, a nada mais buscar, a simplesmente olhar para o que acontece, em vocês, como sobre o mundo, como nos Céus, de maneira um pouco desprendida.
Então, naquele momento, a ação da Luz e da Graça tornar-se-á cada vez mais evidente, mesmo aqui, sobre este mundo, para todos os Irmãos e as Irmãs.
Aquele momento está inscrito, de toda a Eternidade.
É um reconhecimento.
Este Desconhecido (que irá se tornar conhecido nos momentos finais) será, de algum modo, a linha diretriz para encontrar-se totalmente.
Naturalmente, outras Irmãs lhes falaram dos Pilares do Coração.
Eu irei acrescentar simplesmente (e isso corresponde ao que foi denominado o Abandono do Si): é quando vocês concebem que o que vocês são, aqui, não é nada, e que existem, sem mesmo saber que é vocês, Seres imensos, de um Amor inigualável e incomparável, de uma Irradiação, e de uma Luz tal que, aqui, neste corpo, quando nós estamos encarnados, nós nos parecemos insignificantes.
Isso se junta ao que a minha Irmã Bem-Amada, TERESA, lhes disse em várias ocasiões.

*** 

As circunstâncias da vida (quer seja através dos Elementos da Terra que se manifestam e dos Cavaleiros, quer seja através do povo humano e, eu diria, dos seus comportamentos) que vão se seguir, em função do retorno da Luz, serão ocasiões importantes para realizar, realmente, o que todos nós somos.
Lembrem-se também de que, nisso que está aí, muito próximo, não há melhor maneira de viver o que é para viver, de algum modo, senão se deixar crucificar totalmente pelo Amor e pela Luz, sem ali interagir, sem ali misturar seja o que for de uma ação pessoal, de uma ação ligada ao medo ou à própria ignorância.  
Aí, também, podemos dizer que se vocês derem esse primeiro passo (se vocês ainda não vivenciaram isso), vocês irão constatar bem depressa que não há nada mais senão o Amor que se verte sobre a Terra.
 Então, é claro, quando o Amor encontra o que está inscrito no medo da Vida, pode ali haver uma sensação de estar desestabilizado.
Esses mecanismos foram amplamente abordados pelos Anciãos, quer seja na ocultação da consciência ou nos mecanismos de desaparecimento de algumas partes do corpo, ou ainda por aqueles que os chamaram no seu Canal Mariano e no seu ouvido.
Como vocês sabem, esta abordagem (e como lhes reiterou o Venerável ORIONIS) durou um certo tempo.
Isso não é algo que iria chegar, assim, de repente, de forma inesperada, mas houve uma longa preparação da Terra, uma longa preparação da consciência de alguns Irmãos e Irmãs e, em particular, das Sementes de Estrelas que encontraram a sua filiação, apesar dos obstáculos da vida sobre este mundo.

*** 

O que está chegando é o Amor.
É um Fogo devorador, um Fogo de Êxtase e de Alegria que vem, efetivamente, queimar tudo o que não é Eterno, queimar tudo o que é efêmero, tudo o que é ilusório e tudo o que não tem sentido, tudo o que foi inscrito ou construído pelo próprio medo, pela competição, pela predação deste mundo e pela sua ignorância.
É naqueles momentos que será preciso deixar-se investir e se deixar queimar no Fogo do Amor, pois o que está chegando não é de modo algum uma destruição.
Como lhes foi dito, isso não é nem uma morte, nem um novo nascimento.
Então, é claro, podemos chamá-lo de Ressurreição ou de Nascimento, mas isso é um repertório totalmente diferente, onde tudo o que é conhecido, e todos os contextos que vocês conhecem, não têm mais razão de ser e irão desaparecer sozinhos, fazendo com que não haja nada mais a se prender senão ao Amor.
O olhar é essencial.
A Vibração é essencial.
Vocês sabem também que, a partir do momento em que um dos seus centros de consciência estiver aberto, quer seja a cabeça, no Coração ou em outros locais, é possível acolherem a Luz Vibral, metabolizá-la, deixá-la trabalhar em vocês.
É aí também que se encontram essas frases importantes que foram pronunciadas por CRISTO, quando ele dizia que não era Ele que os salvava, mas a sua Fé.
Esta Fé não é simplesmente uma crença em um futuro, em um deus ou em um amor longínquo, em um inferno ou em um paraíso, mas é uma atitude interior.
E esta atitude Interior, ela poderia assemelhar-se a uma renúncia (e, em alguma parte, isso é): a renúncia ao efêmero, a renúncia a considerar, de algum modo, que é preciso encontrar alguma coisa, a renúncia a uma crença de que é preciso efetuar uma busca.
Os Arcanjos lhes falaram disso longamente: tudo isso apenas corresponde a ilusões e a construções quiméricas, que não levam a parte alguma.
São apenas satisfações do ego e da consciência egotista, e que mantêm, permanentemente, o sentido de uma procura que jamais é satisfeita (e que jamais será satisfeita).
Pois, efetivamente, o que nós Somos não tem que ser procurado, nem buscado, mas tem apenas que ser aceito.
E aceitar é já, também, ver que nada há para buscar, que não há que programar um objetivo ou uma meta.

*** 

Os mecanismos de ruptura do confinamento começam, agora, a modificar (e irão modificar cada vez mais, para vocês) o que vocês denominam a percepção do tempo.
Em certos momentos, ao estar em meditação, vocês terão a impressão de que se passaram cinco minutos, e terão passado várias horas (e em casos extremos, às vezes, dias inteiros).
Esta distorção do tempo se acompanha, efetivamente (como isso foi dito), da sobreposição, por vezes desagradável, entre o que nós Somos, realmente, e a consciência egotista que busca ali interferir.
Isso vai lhes aparecer cada vez mais facilmente, a partir do momento em que vocês focalizarem a sua atenção no que acontece em vocês.
 Naturalmente, vocês não terão todas as respostas, pois a consciência egotista sempre tem necessidade de saber, de explicar, de compreender.
Mas o que vocês São (como isso foi dito) não pode ser compreendido, nem explicado.
Isso apenas pode ser vivenciado e quando isso é vivenciado, não há mais dúvida.
Não há mais dúvida sobre a sobrevivência fora deste corpo.
Não há mais dúvida sobre o que nós Somos, realmente, por que isso é vivido.
Isso não é uma crença, nem um objetivo, isso não é uma procura.
E isso é, menos ainda, paradoxalmente, algo a encontrar, por que isso é algo que, efetivamente, sempre esteve aí.
Simplesmente, a iluminação que nós colocávamos não era a adequada.

*** 

O que nós Somos é o Amor, e isso é o que vem repetir a Luz.
A FONTE lhes falou deste Juramento e desta Promessa: é isso que vem lhes dizer a Luz.
Ela vem dizer-lhes (e lembrá-los) que o que nós Somos, todos nós, um por um, e juntos, é o Amor.
E que nós nada Somos, absolutamente nada, desses sofrimentos que, no entanto, nos parecem tão reais.
Que nós nada Somos dos problemas que nós temos que assumir e que resolver.
Que nós nada Somos de tudo o que nós construímos, para nos precaver, para sobreviver.
E, no entanto, tudo isso é tão real para aquele que esqueceu o que ele É.
E esquecer o que Somos é terrível, porque a consciência que se esqueceu disso vai, de maneira normal, se eu puder dizer, elaborar elementos, relações, estratégias e condutas, visando compensar esta falta de Amor.
Então, é claro, nós denominamos “amor” tudo o que está relacionado com o outro, a partir do momento em que ele parece despertar, em nós, alguma coisa.
E nós criamos e tecemos relacionamentos que nos preenchem em alguma parte.
Mas, mesmo se nós formos preenchidos de um amor, muito legítimo, de uma pessoa próxima, será, no entanto, que nós somos o Amor?
Será, no entanto, que nós vivemos todas essas maravilhosas Vibrações que foram descritas (e que vocês vivem, às vezes)?
Todos nós sabemos que quando nós estamos frente a um Irmão ou a uma Irmã que está com medo, o amor tende extinguir a Vibração (mesmo se nós amarmos, real e sinceramente, esta pessoa).
Porque, devido a esta privação, nós sistematicamente, uns e outros (gradualmente e à medida da encarnação e da materialidade, da descida na encarnação), todos nós construímos circunstâncias e crenças (quer sejam pessoais ou quer sejam induzidas pelas nossas próprias experiências, como pelas experiências da sociedade).

*** 

Então, é claro, uma coisa é falar de Amor, uma coisa é manifestar o seu amor a uma pessoa próxima, e outra coisa é se tornar este Amor.
Tornar-se esta Vibração de Luz, esta Vibração de Beatitude e de Êxtase, que alguns de vocês começam a provar, com grande Alegria.
O que é preciso aceitar é que, seja o que for que vocês resolverem como problema deste mundo, independentemente da qualidade da sua vida, independentemente da sua capacidade para engajamento em um setor ou outro, independentemente da qualidade das relações que vocês estabelecerem com o mundo (o seu mundo mais próximo, familiar, ou o mundo mais amplo), vocês sabem muito bem que isso não é, de forma alguma, o Amor que vocês vivem em alguns estados de Comunhão e de Fusão quando o Manto Azul da Graça está aí, quando vocês meditam, ou quando vocês se alinham.
Ora, o que está chegando é, justamente, o Retorno do Amor, da Luz, fazendo com que, dentro de pouco tempo, não será mais questão de experiência e de estado, mas, sim, do estabelecimento do Reino do Amor que não se concilia com qualquer hesitação e com qualquer discussão, em relação ao medo.
Pois, quando o Amor está aí, vocês sabem disso: não pode existir o mínimo medo, não pode existir a mínima interrogação.
O Amor é realmente uma evidência, um reconhecimento.
É isso que é chamado a viver agora, não mais somente nas suas experiências individuais, não mais somente nos estados que vocês atingem, mas é a isso que deve se reconectar o conjunto da humanidade e da Terra.
É o que está a caminho para vocês.
É o que lhes disseram algumas consciências que vieram de muito longe: que a Terra vive a sua Liberação e vocês também.
A Liberação é uma Alegria, exceto para aquele a quem o medo construiu tantas barreiras, tantos limites, e tantos contextos, e, portanto, tamanha rigidez que, em alguma parte, a consciência não pode ter plasticidade e humildade para viver o Amor.
E, no entanto, é o que nós Somos, sem qualquer exceção.
Eu diria mesmo que há estritamente o mesmo Amor entre o mais santo dos santos, e o mais pecador dos pecadores (se eu puder empregar esta expressão).
São simplesmente as aparências, as circunstâncias e as condições que fizeram com que, em um caso, o Amor é revelado, e que, no outro caso, o Amor está bem longe do que é vivenciado.
E, entretanto: é a mesma coisa.
Vocês não podem vê-lo enquanto vocês estiverem inscritos, vocês também, neste medo.
Porque o olhar é discriminante, porque o que vocês percebem (que isso seja pela razão, pelos sentidos, pela experiência) irá levá-los sempre a mais discriminação, sempre mais a ver o que é bom ou o que não é bom, para vocês.
E, vocês apenas veem, pelo simples fato de se conduzir assim, que vocês irão se afastar sempre mais do que vocês são, na Verdade.
A Humildade é não mais julgar.
É não mais fazer julgamento, não somente não condenar alguém, mas é permanecer nesta neutralidade, é permanecer no mesmo humor, no mesmo estado, enfim, independentemente do que acontecer na sua vida.
 Quer o acontecimento seja o mais dramático (lembrem-se de que ele é dramático apenas para o que é efêmero), quer o acontecimento seja o mais feliz, ele deve deixá-los, não insensíveis e indiferentes, mas deixá-los, sobretudo, no mesmo estado, na mesma Graça.

*** 

Ora, o que acontece e que está chegando sobre a Terra é exatamente isso.
E vocês vão ver, nitidamente, nos primeiros momentos, que aqueles que tiveram a experiência do Amor, no sentido Vibral, não terão qualquer dificuldade com a manifestação dos Elementos, neles, como sobre a Terra, assim como com o Retorno Final da Luz.
Enquanto que aqueles que estiverem afastados (por uma razão que lhe é própria) do que eles são realmente, e que não vivenciaram, de uma maneira ou de outra, este Amor Vibral, apenas poderão estar ainda mais na resistência, ainda mais no sofrimento (mesmo isso sendo efêmero).
O encontro da leveza com o que é pesado sempre irá se refletir por uma zona de turbulência.
E aquele que vive a turbulência, se ele não tiver vivenciado o Amor Vibral, a um dado momento ou outro, apenas pode permanecer, de maneira temporária, na sua própria resistência e no seu próprio sofrimento, e em seus próprios medos.
Então, é claro, aquele que vive este sofrimento, vive-o como totalmente real.
E vocês sabem, no entanto, que quando vocês estão, realmente, no Amor que vocês São, nenhum sofrimento pode atingi-los.
Mesmo se houver sofrimento, ele não atinge vocês.
Mesmo se houver dor, ela não é percebida do mesmo modo.
Isso nos deu (e muitas Estrelas falaram disso a vocês) a possibilidade, não de superar, mas de estar tão confiante no Amor que nós o vivíamos, que nada do que podia chegar à nossa vida (a este corpo, ou ao nosso redor) era capaz de nos afetar.
Então, mesmo não tendo as palavras eruditas empregadas por alguns Anciãos, todas nós sabíamos, por vivê-lo, que a Verdadeira Vida nada tinha a ver (mesmo estando vivas sobre a Terra) com o que se deixava viver.
Então, é claro, o que nós vivíamos como Amor Vibral, nós o atribuíamos a um Céu, a um Paraíso, a qualquer coisa além disso.
O que ocorre, na modificação temporal da Terra, é que esse Paraíso vem a vocês: não haverá mais distância, não haverá mais tempo, não haverá mais, realmente, diferença, para aquele que se abre a isso.

*** 

Eu os lembro, também, de que o seu papel de Libertador é estar presente a vocês mesmos, naquele momento, estar Abandonado totalmente à Luz, Abandonar o Si, e Viver o que vocês São (enquanto estando plenamente conscientes, plenamente presentes na sua vida).
E vocês irão se aperceber, realmente, de que há este tipo de sobreposição entre as duas coisas, que lhes parecem, entretanto, totalmente opostas: um Ser de Paz, um Ser que nada o afeta, que vive em um Êxtase permanente, e outro ser, que parece por vezes chocado, sofrendo.
Eu os lembro de que é esta sobreposição das duas consciências que realiza a Ascensão (da Terra como a de vocês).
É também isso que irá acontecer nesse momento, que foi chamado de maneira aflitiva de “o Julgamento Final”, ou seja, o momento em que se aceita se ver, não tanto para julgar-se, não tanto para sentir-se culpado de uma ação que seria ruim, ou para recompensar si mesmo de uma ação que teria sido boa, mas simplesmente para ver-se, realmente.
E isso será, para todo mundo, a mesma coisa.
O resultado, vocês podem imaginar, é diferente, pois cada um tem a sua liberdade, pois cada um pode decidir, livremente, naquele momento.
Enquanto tendo por vezes consciência de que as barreiras que foram colocadas, os medos e os sofrimentos que foram vivenciados, podem algumas vezes ser freios para provar a totalidade deste Amor que se verte, e que nós Somos, mas que, em última análise, esse será o caso, em outro espaço-tempo, em outro lugar.
Lembrem-se de que o Apelo da Luz vai ocorrer de maneira cada vez mais evidente, e convincente, mas também cada vez mais potente já que ambos, a consciência e o corpo, vão modificar o seu funcionamento (se isso ainda não tiver ocorrido).
Lembrem-se, sempre, de que a Inteligência da Luz sabe perfeitamente o que ela faz, mesmo se vocês não o virem, mesmo se vocês nada compreenderem.
E, como lhes disseram alguns intervenientes, se vocês permanecerem Tranquilo naqueles momentos, se vocês aceitarem nada ser, se vocês aceitarem nada mais compreender, então vocês vão ver, por vocês mesmos, que o sofrimento se esvaece, que o medo se esvaece.
E vocês vão ver também, por vocês mesmos, que se vocês resistirem, o sofrimento irá aumentar.
Mas, isso, jamais é a Luz que faz sofrer, é unicamente a oposição à Luz.
Porque aquele que é Amor, neste estado particular da Unidade, seja o que for que viver este corpo (e até o seu final), ele não é afetado.
Dessa maneira, então, todas as preparações que vocês vivenciaram, as experiências e os estados que foram conduzidos, por vocês, até o seu exato final, são agora elementos importantes que virão consolidá-los no que vocês vivenciaram, muito além de qualquer explicação, muito além de tudo o que vocês poderiam compreender.
Porque o Amor não se compreende, ele não é justificado: ele É.
E é isso que nós Somos.

*** 

Lembrem-se de que, durante o período que se abre, quanto mais vocês soltarem, quanto mais vocês se soltarem, quanto mais vocês aceitarem nada ser, mais vocês serão tudo e o Todo.
Não há alternativa.
Aquele que quiser, de uma maneira ou de outra, apropriar-se da Luz, irá perder.
Porque a Luz não pode ser apropriada.
Não podemos nos apropriar do que nós Somos: podemos apenas deixá-lo Ser (deixando-se atravessar pelas Virtudes que foram explicadas, como a Transparência).
E, tornando-se o que vocês São (neste corpo e sobre esta Terra, antes do Último Momento): bem, vocês nutrem a Terra, vocês nutrem os Irmãos e as Irmãs com sede deste Amor (mesmo se eles tiverem medo).
O que nós Somos é o Amor, e o que vai revelar a Luz, de maneira coletiva, ao conjunto da humanidade, é isso, antes de qualquer coisa.
O resto são somente aparências.
O resto são somente elementos que apenas passam, para permitir a esta Verdade emergir, completamente, e não mais desaparecer.
Mas, de tudo isso, vocês serão informados intimamente, individualmente, mas também coletivamente.
Porque a maior parte das Forças da Luz, da Confederação Intergaláctica da Luz dos Mundos Livres, será visível, naquele momento: o que estava invisível torna-se visível.
Porque o Amor não deixa nada invisível: o Amor é Transparência total.
No Amor: não há sombras, não há resistências, não há dualidade, não há o que vocês conhecem sobre esta Terra (que todos nós conhecemos).

*** 

Dessa maneira, então, eu espero, pelas minhas poucas palavras, engajá-los a viver a sua Unidade e a Unidade da Luz.
Independentemente das circunstâncias que possam acontecer na sua vida, lembrem-se de que não há outra explicação senão aquela de fazê-los encontrar o que vocês São.
Mesmo se isso assumir formas que possam lhes parecer, com o olhar da consciência egotista, dramáticas, desagradáveis, intoleráveis ou extremamente felizes, isso não tem qualquer importância, pois a finalidade, de qualquer maneira, é o Amor e nada mais.
E vocês irão constatar também que, independentemente das circunstâncias difíceis, se vocês aceitarem nada ser, nada compreender, então, o que nós somos realmente, que é o Amor, irá aparecer-lhes de maneira cada vez mais fulgurante.
Isso irá se tornar tão evidente e tão simples que, no momento seguinte, vocês poderão se perguntar como vocês puderam ignorar isso, como vocês puderam se afastar disso.
Todos nós, onde quer que nós tenhamos vivido (quer sejam as Estrelas, os Anciãos ou outros Desconhecidos de vocês), no momento em que nós revelamos o que nós Somos, não pode existir a mínima dúvida, mesmo se, é claro (conforme a época em que nós vivemos, conforme a cultura que nós vivenciamos), nós pudermos exprimir isso neste mundo, com palavras diferentes.
Mas isso não tem qualquer importância, pois o Amor está além das palavras, ele está além das manifestações, além das relações e além, sobretudo, de tudo o que se pode imaginar.
E isso é um choque porque, descobrir (principalmente para aqueles dos nossos Irmãos e Irmãs que estão instalados no sofrimento e na falta) o que nós Somos (esta Abundância e esta Plenitude), é realmente um choque.
E esse choque pode tomar o aspecto de medo ou de terror, antes de realmente se estabelecer no Amor.
No que está acontecendo, não há qualquer circunstância a julgar, em vocês como para cada Irmão (próximo ou distante).
Não se preocupem com isso.

*** 

Chegará um momento, muito próximo, em que as circunstâncias habituais da vida de vocês não poderão mais ser as mesmas, pois as modificações Elementares serão tais que vocês não terão lugar algum para onde se voltar senão para o Amor que vocês São.
Então, abençoem esse momento: não vejam nem cataclismo, nem destruição, nem fim do que quer que seja, mas sim, real e concretamente, a Verdade do Amor que se instala, definitivamente, terminando com todo o sofrimento, com toda a dúvida, com toda a interrogação.
Isso irá terminar, realmente, com todas as ilusões.
Não se preocupem, tampouco, com o dia exato, pois vocês têm uma referência inalterável que são os Sons do Céu e da Terra, o Anúncio de MARIA.
Muitos de vocês foram chamados, quer seja por MARIA ou por algumas Estrelas ou pelos Anciãos.
Aí também, o simples fato de terem sido chamados e de nos terem ouvido, é, de algum modo, o salvo-conduto.
Então, não se preocupem com nada: continuem a sua vida, continuem o que a vida lhes propõe, e deixem trabalhar a Inteligência da Luz, em meio a esta vida.
Cada vez mais, isso irá lhes aparecer como a única escolha, e até mesmo, eu diria, como a única possibilidade, porque não haverá nada mais para fazer.
Somente o ego vai querer se debater, somente o ego vai querer compreender e se opor.
O Amor é o que nós Somos, e isso vai se tornar, não uma Revelação pessoal, mas, muito mais, um momento coletivo de Revelação.
Sejam quais forem as circunstâncias coletivas desse momento, haverá um antes e um depois para a coletividade humana.
Então, mais uma vez (e devido ao intervalo de tempo que foi encurtado entre esses Eventos Finais), nada há para preparar, exceto vocês mesmos: manter a sua casa limpa, evitar as divergências importantes (quer sejam alimentares, como das relações entre vocês).
Busquem, naturalmente, a Natureza e a Paz (que está em vocês, acima de tudo, eu os lembro disso).
Esta preparação irá se tornar cada vez mais intensa, desde o primeiro dia do seu mês de novembro, em vocês, antes de tudo, fazendo com que, em um tempo muito curto (exceto para aqueles que estão na negação, por que eles têm medo), ninguém poderá negar a Transmutação que está em andamento, esta famosa Metamorfose, coletiva, desta vez (e não mais somente para os Semeadores e Ancoradores da Luz ou para os Libertadores).

*** 

Não se preocupem com nada, pois, na Inteligência da Luz (quer haja aceitação ou recusa), cada coisa está estritamente no seu lugar: não pode ali haver acaso, não pode ali haver incerteza, não pode ali haver erro.
Por que tudo é perfeito em relação à Luz.
Não há, tampouco, alerta a dar, não há que prevenir ninguém.
Aqueles que foram prevenidos são os que deviam sê-lo.
Aqueles que viram o que tinham que ver na Ação dos Cavaleiros, viram isso.
Aqueles que não tinham que ser informados (e que não estão hoje), não o serão até o momento final do Anúncio de MARIA, porque isso é, para eles, a melhor maneira.
Porque, obviamente, assim que há uma transformação ou uma transmutação (sem mesmo falar da extensão disso), para muitos seres humanos encarnados, a mudança é fonte de estresse, de sofrimento, por vezes, de doença.
Pois, como lhes disse há pouco tempo um dos Anciãos: quando nós estamos encarnados, nós somos seres de hábito.
Ora, o que está chegando nada tem de habitual: é até mesmo algo que jamais foi visto, desta maneira.
E, frente a este Desconhecido que está aí (e que é, entretanto, o que nós Somos), nada há para fazer senão reconhecer isso, e para reconhecê-lo, é preciso apenas deixar acontecer, permanecer Tranquilo, e deixar trabalhar o que está chegando.
O tempo da compreensão e das explicações (mesmo para nós, agora) terminou.
Agora, há vários meses, nós lhes propiciamos, progressivamente, durante as nossas vindas, viver momentos de Comunhão, de Silêncio e de Vibração: isso irá se tornar, para vocês, cada vez mais evidente, e as nossas palavras irão se tornar, efetivamente, durante esses momentos, cada vez mais simples, cada vez menos complicadas e, sobretudo, cada vez menos longas.
Não há outra maneira de viver o que todos nós Somos, no Silêncio das palavras, no Silêncio de toda compreensão, e de toda explicação.
Porque o Amor é de tal evidência que não há possibilidade, quando esta evidência é vivenciada, de procurar outra coisa.
Será sempre o ego que irá procurar uma resposta.
Será sempre o mental que irá procurar apropriar-se, compreender, apreender.
O Amor não pode ser apreendido, ele apenas pode nos permear, porque é o que nós Somos.
Eu vou encerrar aí o que eu tinha para dizer a vocês, e eu deixarei a minha Irmã Estrela TERESA, dentro de alguns instantes, prosseguir, e que irá falar a vocês, ela, de doar-se ao Amor.
Se houver questões referentes ao que eu acabei de falar, eu os escuto.

*** 

Nós não temos perguntas, nós lhe agradecemos.

*** 

Eu rendo Graças a vocês pela sua escuta, pelo seu acolhimento, e pela sua Luz.
Vivamos um momento de Graça.
Pelo meu papel de Oficiante em meio ao Manto Azul da Graça, permitam-me, em meio a este espaço, Comungar com isso, em vocês e com vocês.

... Compartilhamento da Dádiva da Graça ...

Eu sou GEMMA GALGANI.
Eu os Amo, na Unidade.
Eu lhes digo: até breve. 


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Mensagem da Amada GEMMA GALGANI no site francês:
31 de outubro de 2012
(Publicado em 1º de novembro de 2012)

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Tradução para o português: Zulma Peixinho


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