Coletânea: Transcendência, Transverberação, Transfiguração, Transmutação e Transubstanciação (2a. Parte) - Autres Dimensions

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A partir do momento em que, além da percepção do Canal Mariano, a percepção do Triângulo do Ar (ou zona do Ar) emergir, em vocês, no nível da cabeça, implicando em uma ressonância e em uma dor, significativa, no chakra do Espírito (ou Porta UNIDADE), vocês serão, naquele momento, nutridos: o Ar irá nutrir o Fogo e a Terra deste corpo, realizando a Transubstanciação, concluindo-a, e Liberando-os, ao mesmo tempo.
“Viver Aqui, mantendo o Fogo”: é estar plenamente presente, a si mesmo, enquanto estando plenamente presente, à Luz, não para favorecer o Estado além de todo estado (o Último Absoluto), mas, muito mais, para estar no serviço de Liberação da Terra.
O Apelo dos Elementos (de um dos Elementos), a manifestação espontânea de um dos Elementos, no nível da estrutura de ressonância da sua cabeça, não somente irá firmar, então, o Apelo deste Elemento, mas a Ação deste Elemento neste corpo de carne, levando-o a viver a sua Transubstanciação.
UM AMIGO - 4 de setembro de 2012

Há, portanto, uma extração da ilusão do tempo, uma extração da ilusão do espaço, assim como da ilusão do pensamento, e da ilusão do corpo, e, no entanto, tudo se desenrola em meio a esta ilusão, porque vocês não podem, de maneira alguma, pôr fim à ilusão negando-a ou fugindo dela.
Como foi dito, esta alquimia ou transubstanciação apenas pode se realizar do Interior, já que isso sempre esteve aí.
Não podemos dizer que a Consciência, nesse caso, passe de um ponto a outro, já que o observador que se tem fora do sistema não está, ele não, mais localizado em um ponto ou em outro.
UM AMIGO - 18 de julho de 2012

Assim, é-lhes dado a experimentar um contato, uma comunicação, bem além de toda relação, tal como vocês as concebem nesse mundo, mesmo as mais sexuais, as mais amorosas, as mais afetivas ou as mais polidas.
Isso lhes dá a viver um estado diferente de sua consciência, no qual o sentido do «eu» parece atenuar-se, ou mesmo desaparecer, inteiramente, no qual a consciência é, de algum modo, projetada a outro lugar que não no próprio filtro da personalidade ou do Si.
Realizar isso não implica e não provoca qualquer desperdício que vocês nomeariam energético, nenhuma posse (no sentido dualitário), mas, bem mais, uma Alquimia que visa preparar o que foi nomeada a Sublimação, ou Transubstanciação.
ANAEL - 15 de julho de 2012

Se a lagarta aceita se tornar borboleta, é evidente que a lagarta não mais existe.
Esta Transfiguração ou transubstanciação (porque essa é uma), consiste também, para alguns de vocês, em superar toda identificação a uma forma, mesmo ao corpo de Estado de Ser, ao corpo de Luz ou aos corpos os mais etéreos da criação, a fim de recomeçar na ausência total de projeção de qualquer consciência e de estabelecer-se na Morada da Paz Suprema, de maneira (eu diria, em seus termos apreensíveis) definitiva e irremediável.
ANAEL - 1º de julho de 2012

Shantinilaya é o remédio o mais adequado, porque viver a Paz Suprema é não mais ser afetado por tudo o que pode ser efêmero. Isso não é uma recusa do efêmero, mas, bem mais, aí também, uma transcendência desse efêmero.
Vocês são nutridos, na Morada de Paz Suprema.
MA ANANDA MOYI - 6 de junho de 2012

Vocês devem reunir o Andrógino, isso quer dizer que vocês devem ser capazes de fazer o que quer que seja, e mesmo falar da chuva e do bom tempo, mantendo a Consciência Unificada.
E pouco a pouco, isso vai se tornar natural, para aquele que realiza essa Transfiguração, essa Transubstanciação para o Absoluto, e que é Absoluto mantendo o corpo. É um estado permanente, totalmente permanente.
Eis o que isso quer dizer, nada fazer e ficar tranquilo. É nada fazer em si, é claro, uma vez que vocês devem manter o que vocês têm a fazer, o que a Vida e a Luz lhes pedem para fazer.
O.M.AÏVANHOV - 4 de junho de 2012

Foi-me solicitado (pelo Conselho dos Anciãos) para vir, entre vocês, a fim de tentar explicar-lhes os ‘mecanismos alquímicos’ que se produzem, atualmente, resultantes (como isso lhes foi explicado pelo Arcanjo ANAEL) da mescla, da interação, entre o que foi chamado de Onda da Vida e a Vibração do Supramental (ou Luz Vibral).
O que se desenrola poderia ser denominado uma realização do Éter ou, em linguagem ocidental, uma transubstanciação.
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Como para a Onda da Vida, esta transubstanciação (que corresponde a um Etéreo profundamente diferente, resultando em capacidades profundamente diferentes, em uma forma profundamente diferente) revela-se segundo algo que está codificado, no mais profundo da célula, que vocês nomeiam: o DNA.
Não há, portanto, como interagir com isso.
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Esta transubstanciação (porque é uma) vai se realizar em um tempo extremamente curto, guinando-os (além das manifestações fisiológicas) para uma série de percepções inéditas, vivenciadas tanto neste corpo, como em suas interações com o ser humano, com a natureza e com o conjunto do seu ambiente.
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Esta transubstanciação não tem necessidade do seu mental, ela não tem necessidade da sua participação emocional e, menos ainda, da sua compreensão.
O que se vive é, portanto, totalmente independente de um processo de focalização da consciência, até mesmo da observação do que acontece.
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Todas essas presenças, todos esses contatos, todas essas manifestações corporais e sutis, traduzem a interpenetração das Dimensões e a Realização do próprio Éter, ou seja, esta famosa transubstanciação.
UM AMIGO - 20 de maio de 2012

O Supramental (ou a Luz Vibral) age ainda, é claro, em cada célula, da mesma maneira que a Onda da Graça irá transcender cada uma das suas células.
Não há utilidade, nem inutilidade, não há que se posicionar.
Simplesmente, Ser além do Ser.
Qualquer que seja a sua vida, quaisquer que sejam suas percepções, quaisquer que sejam suas escolhas, quaisquer que sejam seus sofrimentos, a Onda da Vida é transcendência.
E esta transcendência (esta Evidência, como foi dito antes de mim) irá torná-los Evidente a vocês mesmos, Transparente a vocês mesmos.
Anael 31mar12 - http://www.mestresascensos.com/2012/04/anael-31-de-marco-de-2012-autres.html
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Questão: qual é a diferença entre transcendência e refutação?
É preciso, já, que esses dois termos apliquem-se a algo de comum, para falar de diferença.
Fala-se de diferença de cor de pele, quando se fala de uma pele que é branca ou de outra de cor.
Qual é o elemento comum que existe entre a refutação e a transcendência?
Se não é, eu penso, na cabeça, que você deve passar de um ao outro.
A refutação é uma ginástica que visa fazer descarrilar o mental, siderá-lo, de algum modo, afogá-lo em suas próprias certezas, em suas próprias crenças, para demonstrar e mostrar a ele que elas não têm sentido algum.
A transcendência evoca, geralmente, uma passagem de um estado a outro, de um momento a outro, passagem de um estado ou de um momento que evoca, de algum modo, uma transformação, uma possibilidade de ponte de um ao outro.
A refutação é tudo, exceto uma ponte, porque a refutação é uma ação inscrita na ilusão, que quebra a ilusão.
A transcendência é posta como condição de que há um estado que deve dar outro estado.
A refutação não permite passar de um estado a outro estado.
A refutação vai suprimir todos os estados.
Tendo feito desaparecer todos os estados, o que sempre esteve aí pode, enfim, aparecer àquele que, se se pode dizê-lo, olha.
E aquele que olha vai, em definitivo, tornar-se esse Absoluto.
A transcendência é uma dinâmica: há um movimento, aparente, suposto ou real.
A refutação visa destruir todo movimento, sem esforço, simplesmente, jogando o jogo, de algum modo, do mental ilusório e o jogo da personalidade.
A transcendência é, já, encarar que há uma passagem e, já, geralmente, essa passagem é aquela do Eu, da personalidade, ao Si.
Mas não há qualquer transcendência entre o Si e o não Si.
Isso não é possível.
Não se passa de um estado a outro.
Não há ponte.
Simplesmente, quando o não Si é estabelecido, naquele momento, vocês podem voltar a passar no Si e no Eu. E isso se torna, para vocês que estão na forma, um jogo, mas é válido nesse sentido.
Pode-se dizer que a ponte existe nesse sentido, e que, realmente, aí, sim, há transcendência: do não Si para o Si.
Eventualmente, do Si para o Eu.
Há transcendência do Eu para o Si, mas não pode haver transcendência do Si ao não Si.
Não há ponte.
A ponte é construída apenas no outro sentido.
É uma ponte de sentido único, mas que permite o duplo sentido, depois.
A transcendência não pode, portanto, dizer respeito ao Absoluto.
A transcendência diz respeito apenas à passagem do Eu ao Si.
O problema do Si, seja ele o mais vasto, é sempre um confinamento.
Antes de ser o Si, antes que esse corpo exista, antes que esse saco de comida apareça, será que o Si estava aí?
Será que havia uma consciência para observá-lo?
O Absoluto é tudo, exceto a consciência, tudo, exceto o Si, tudo, exceto o Eu, porque o Si, como o Eu, são efêmeros.
Não pode existir transcendência nesse sentido.
A transcendência é útil para aquele que quer passar do Eu ao Si.
Mas essa transcendência não pode ser levada adiante, de maneira alguma, na passagem do Si ao não Si, uma vez que não há passagem.
Isso se junta à problemática da questão e da resposta.
Enquanto vocês procuram uma passagem (que não existe), enquanto vocês encaram uma transcendência, há – subentendida, em vocês – a necessidade de persistência numa identidade, quer ela seja limitada, como o Eu, ou vasta, como o Si. Mas vocês não são uma identidade, ainda menos uma história, qualquer que seja a história, porque a história desenrola-se na ilusão.
Vocês são bem além de qualquer história ou de qualquer transcendência.
Vocês não podem ali chegar adotando tais pontos de vista, porque vocês não sabem, vocês não têm qualquer consciência do que era, antes, esse saco de comida e, mesmo se conheçam outros sacos de comida que foram, supostamente, vocês, antes, em outras vidas, onde vocês estiveram entre os dois sacos de comida?
O que vocês faziam?
Se vocês têm a resposta para isso, então, a resposta é verdadeira.
Mas tudo o que vocês supõem antes é falso.
A refutação é aceitar servir-se da ferramenta que crê, sempre, ter razão, para mostrar a ela que ela não é a razão, que não há qualquer lógica na razão, que essa lógica pode apenas servir na ilusão para manter a ilusão, para conservar a ilusão, para nutrir o ego ou nutrir o Si.
Mas o Absoluto não pode ser nutrido por isso.
Eu diria que abafa um pouco mais, que afoga um pouco mais.
Lembrem-se: o Eu, o Si farão tudo o que está no poder deles para que, jamais, vocês estejam imóveis, para que, jamais, o Absoluto seja vivido.
Há apenas a refutação.
Não há qualquer meditação, qualquer espiritualidade, qualquer Vibração que possa conduzi-los ao não Ser.
Certamente, essa transcendência do Eu ao Si, nos primeiros tempos, é útil (ou mesmo indispensável, porque ela vai tranquilizar o Eu, o Si), demonstra que o Eu é ilusório.
Mas quem vai demonstrar que o Si é ilusório?
Ninguém, porque o Eu não está mais aí quando o Si está aí.
Vocês devem, portanto, não transcender, mas fazer calar tudo o que é
o Si. Mas esse fazer calar não pode realizar-se daí onde vocês imaginam estar.
De modo algum.
Essa transcendência, assim nomeada, é, de fato, apenas a refutação que permite enfraquecer os fundamentos do Eu e do Si, criando – e o termo é exato – um curto-circuito.
O que é um curto-circuito?
É, justamente, o que não vai tomar o circuito natural, e que faz, portanto, interromper o que para nada serve.
A refutação é servir-se – de algum modo, no exemplo que tomei – da corrente existente, dessa vitalidade efêmera sustentada pelo corpo de nutrição (quaisquer que sejam os nomes eruditos que vocês empreguem: chacra, Kundalini, Estado de Ser), para fazê-lo interromper.
Naquele momento, a refutação vai fazê-los desembocar no que é real, porque – compreendam – o real não pode mudar porque, se ele muda, ele não é o real.
O real é imóvel.
Ele não se importa com o mundo, ele não se importa com vocês, com sua história, com qualquer história.
E vocês são isso.
Nada mais.
E, portanto, se você põe, calmamente, essa refutação, compreenderá que nada há a buscar, nem a encontrar, porque tudo sempre esteve aí. Mas é preciso cessar todos os Eu, todos os Si, todas as paródias de espiritualidade.
Mesmo a Alegria, que foi tão útil em seu caminho, deve ser transcendida, mas não pode ser transcendida. É, de fato, o riso do Absoluto que faz a passagem, mas não no outro sentido.
Nesse sentido, e unicamente nesse.
Então, se você ri de você, se ri de seu Si, se ri de tudo, primeiro, isso vai angustiá-lo, porque a espiritualidade é séria, não é?
Fala-se de eternidade, fala-se de permanência, de imanência, de transcendência, mas é preciso rir de tudo isso, porque isso muda e, enquanto alguma coisa muda, não é real.
E você mesmo muda todas as manhãs, portanto, não é real.
É o ego que vai fazê-lo crer nisso, que vai aportar uma substância ao que é irreal.
O real não pode mudar.
Ele é Absoluto.
Tudo o que você manifesta muda: seu humor, seu físico, aquele que
observa. Se posso exprimir-me assim, vá para o vazio, vá para o que seu ego chama o nada. E você encontrará o que é pleno, o que não se move, o que não muda.
Isso sempre esteve aí e você É isso.
Você descobrirá, então, que não tem que se gargarejar de Amor ou de Luz, porque é, muito exatamente, o que você É, e você nada mais É.
Se você vislumbra a Luz e o Amor como exteriores a você, como uma busca, como uma procura, você não poderá, jamais, encontrá-los.
Você poderá apenas vê-los, porque você se distanciou e separou-se do que você É, no real.
Você tem apenas que Ser isso, no não Ser, no não Si.
Você quer ser feliz?
Não há outra coisa para ser feliz.
Todo o resto faz apenas passar.
Mesmo a Alegria.
Mesmo o Kundalini.
Mesmo os chacras.
O que se tornam seus chacras quando você morre?
O que se torna seu Kundalini quando você morre?
Você pode levar seu Kundalini ao outro lado?
O que você leva?
Você vai levar suas lembranças?
Vai levar sua história?
Tudo isso muda.
Isso não é real.
E você É real.
Refute, e você verá o que acontece e que sempre esteve aí.
Transcenda se quiser, mas, sobretudo, refute.
Transcender não basta.
Refutar basta, totalmente.
Fique tranquilo.
Aprenda a ficar tranquilo.
O que vocês nomeiam a espiritualidade cansa-os, mais do que outra coisa.
Agradeçam, mesmo, não compreender.
Agradeçam, mesmo aqueles que não viveram o Si, porque o campo está livre para o real e para o não Si. Não se acede ao não Si a partir do Si, mesmo se é uma etapa que parece real.
O não Si não se importa com o Si e, ainda menos, com o Eu.
A Fonte sai do Absoluto.
O Absoluto contém a Fonte.
A Fonte não contém o Absoluto, mesmo se o Absoluto esteja presente na Fonte.
Não pode ser de outro modo.
Assim como seu Eu tornou-se possível pelo Absoluto.
E ele não sabe.
Se você refuta assim, dessa maneira, seu progresso – se é que se possa falar de progresso – será fulminante. Mas lembre-se de que o ego vai tudo fazer para dizer-lhe que é estúpido, enquanto é ele que é estúpido.
Não dê qualquer importância ao que passa.
E você, aliás, você faz apenas passar.
Dê-se conta dessa absurdidade.
O que você é, é Absoluto.
O erro é crer que esse corpo, essa história, esse caminho são o Absoluto.
O Absoluto permite isso.
Se não houvesse Absoluto, não haveria Eu, história, nada.
Ora, nada há.
No máximo, a percepção do nada, da angústia, mas, mesmo essa angústia, é sustentada pelo Absoluto.
Sem Absoluto, sem angústia.
Mas tudo isso é para refutar porque, se eu lhe peço para transcender uma angústia, como você vai fazer?
BIDI - 7 de maio de 2012

Enquanto vocês permanecerem em meio ao conhecido, o que é nomeado o Absoluto irá lhes aparecer como impossível, como ilusório, como algo indescritível.
Ao passo que, em última instância, se vocês fossem capazes de permanecer (como foi dito por alguns Anciãos) tranquilos, em paz, o Absoluto iria se revelar naturalmente, e vocês deixariam o mundo do conhecido, e entrariam nos espaços de Liberdade onde a consciência não existe mais (onde a consciência não está mais conectada a um corpo, nem a uma história, nem mesmo a um ambiente).
Há realmente uma transcendência, naquele nível.
IRMÃO K - 14 de abril de 2012

O Último apenas se instala (porque ele sempre esteve aí) a partir do momento em que vocês aceitam o próprio princípio de Transcendência.
E lembrem-se de que a Transcendência não oferece qualquer solução de continuidade entre este corpo, esta pessoa, este ego, esta personalidade, este Si, este indivíduo que vocês acreditam ser.
.....
Como foi dito por Outros Anciãos, não é questão de rejeitar para longe de vocês toda noção limitante, mas, sim, real e concretamente, de transcendê-las.
Mas, transcendê-las, não é uma ação inscrita em meio, justamente, ao limite, mas, sim, neste Abandono Último que não é o Abandono à Luz, mas, sim, o Abandono do próprio Si.
IRMÃO K - 14 de abril de 2012

Tornar-se Autônomo e ser Liberado é superar ao mesmo tempo a noção de culpa (consigo, como com a Terra ou como com o outro) e, também, Transcender toda noção de responsabilidade.
BIDI - 13 de abril de 2012

Vocês devem estar, de algum modo, plenos.
Plenos, não de interrogações, mas plenos de certeza do Absoluto, não enquanto crença, mas enquanto refutação do que é relativo, refutação do que é efêmero, refutação do que é limitado.
A cada minuto da sua vida, retenham bem que isso não é uma despersonalização ou uma retirada da vida, mas, muito mais, uma transcendência da personalidade que os faz penetrar na Vida.
.....
Há apenas a saída do tempo linear do espaço, do espaço-tempo (não como uma negação, mas, sim, como uma aceitação lógica), há apenas, naquele momento, que vocês superam e transcendem o tédio deste mundo.
O Absoluto não é um mundo.
Eu diria que é a Transcendência do mundo e, portanto, mesmo se os mundos pareçam existir no interior do Absoluto (presença do relativo em meio ao Absoluto), isso é apenas uma visão (ainda uma vez) separada e limitada.
O Absoluto não tem necessidade de qualquer experiência, de qualquer memória.
.....
Foi proposto viver o Absoluto em meio a um relativo denominado esta forma, este corpo e esta vida, porque as circunstâncias (os ciclos deste mundo) alcançam um patamar, uma Transcendência, aí também.
.....
Esvaziar-se de si mesmo é, muito exatamente, o que foi nomeado o Abandono do Si.
É transcender o “eu sou”, é o momento em que a consciência constata que nada há a observar, que nada é observável, e que o próprio fato de observar é um incômodo.
.....
Não façam das Vibrações, tampouco, uma finalidade, mas sim, de preferência, meios e ferramentas para aproximá-los do que vocês não conhecem e que, no entanto, é sua natureza.
Isso exige da parte de vocês, e isso exige da sua parte, uma honestidade, uma integridade, uma Humildade, uma Simplicidade, isso vocês sabem, mas, sobretudo, uma Transparência, porque não pode ali haver transcendência sem Transparência.
.....
Mesmo se houver um lado ativo na refutação, depois, convém deixar
acontecer. Porque você nada pode fazer, nada pode empreender, para conhecer o que lhe é Desconhecido.
Você pode apenas passar de um lado ao outro, mas essa passagem não é ilustrada por algo que lhe permitiria passar: é, portanto, uma transcendência, e não uma transformação.
BIDI - 9 abril de 2012

A partir do momento em que a Onda da Graça se manifesta em vocês, a partir do momento em que ela sobe, a partir do momento em que os últimos medos da humanidade são transcendidos, vocês se tornam a Transcendência, vocês se tornam a Beleza.
.....
Sejam, realmente, a Beleza, e vocês vão ver que, sem querê-lo, sem desejá-lo, sem impô-lo, tudo irá mudar.
Essa mudança, que não é uma, é, de fato, uma Transcendência real, fazendo-os passar (como disseram os Anciãos) do limitado ao Ilimitado, do relativo ao Absoluto, da transformação à Transcendência.
Vocês serão o Tudo, vocês o São.
.....
O ego não pode se apreender, de forma alguma, da Onda da Vida.
Tanto que o ego, até agora, podia viver a Luz e dela se apropriar e viver uma transformação (que vocês vivenciaram, certamente).
Mas a transformação não é uma Transcendência.
MA ANANDA MOYI - 31 de março de 2012

Somente o trabalho da Luz Vibral (e, agora, da Onda da Vida), que não é mais um trabalho, permite transcender este Mental e se estabelecer no que nossos Irmãos orientais denominam e nomeiam a Morada da Paz Suprema.
A Morada da Paz Suprema não é um estado de fuga deste mundo, do mesmo modo que o Êxtase (a manifestação do Manto Azul da Graça, a ação e a manifestação do Absoluto) não é, em qualquer caso, como lhes disseram outros Anciãos, hoje, uma recusa deste mundo, mas, sim, uma Transcendência deste mundo.
Vocês não podem transcender este mundo, individualmente, e agora coletivamente, se vocês rejeitam este mundo.
Ele não tem que ser rejeitado.
Ele tem, ainda uma vez, que ser Transcendido.
E a única maneira de transcender é, realmente, ser muito pequeno, fazer-se muito pequeno.
Do mesmo modo que um aluno que se destacou em uma aula na escola, a quem pedimos para fazer-se muito pequeno ou para fazer-se esquecer.
Não há melhor meio de proceder hoje.
.....
Hoje, o Absoluto não é abstrato, é uma Verdade, capaz de ser vivida além da consciência. Mas, viver o Absoluto, é não mais viver o ego e não mais viver o Si.
Não os rejeitando ou os enterrando, mas os transcendendo, e é apenas o ego que pode transcender o ego.
Acreditar que há uma solução de continuidade entre o que é conhecido e o que é desconhecido é muito satisfatório para o ego.
Mas isso não pode existir.
PHILIPPE DE LYON - 17 de março de 2012

Pergunta: poderia desenvolver sobre a transverberação?
Bem amado, a transverberação é a penetração do Verbo (ou Sopro do Espírito, ou Sopro do Absoluto) nesse Templo que é o seu corpo, dando-lhes a viver o Absoluto e então, de algum modo, a superar e a transcender, de maneira definitiva, o que serviu para abrigar a vida em meio a este Ilusório, ou seja, a esse corpo denominado esse Templo.
Como vocês constataram, nós nomeamos esta Força que se desdobra em vocês, não mais o Desdobramento da Luz (em meio a esse corpo), não mais a reprodução (ao idêntico) do seu Corpo de Estado de Ser, mas, sim, um elemento novo que está, diretamente, conectado à Doação da Graça, ao Manto Azul da Graça, traduzindo-se pelo que nós denominamos uma Onda.
Até agora, nós diferenciamos, de maneira formal e lógica, em meio à sua encarnação, o que era do domínio do que foi chamado de Energia vital (ou Energia que circula nessas células, nesse corpo, nesses meridianos, nesses Nadis), do conjunto do que constitui o complexo inferior da vida, dando-lhes certo número de leis (certo número de lógicas, certo número de elementos) a viver, a compreender, a assimilar.
A irrupção do Supramental (tal como descrita, pela primeira vez, no seu conteúdo, pelo Bem Amado SRI AUROBINDO) vai muito além, doravante, da Fusão dos Éteres (que lhes foi falada há um ano).
Existe uma alquimia particular visando queimar o que nós chamamos de Sopro vital (ou Sopro da encarnação) por intermédio da ação do que foi denominado o Supramental.
Quando o Supramental é integrado, na totalidade (não, somente, através das suas manifestações, em meio às Portas, em meio ao Desdobramento da Luz ou em meio a outras manifestações denominadas Comunhão, Fusão, Dissolução), chega um outro processo que é a irrupção da Força da Vida, muito além deste mundo, muito além deste Universo, muito além de toda Dimensão, que remete para A FONTE.
O Supramental é uma emanação d’A FONTE (em seus diferentes componentes), retransmitida pelo Sol, retransmitida por Sirius, retransmitida por Alcyone, retransmitida pelo cosmos em sua inteireza, assim como pela Terra em sua totalidade.
Além disso, existe um princípio (além de toda emanação, além de toda manifestação, além de toda percepção e de toda concepção, até mesmo, da Consciência) que pode ser considerado como um resultado (e que, no entanto, não é um) da interação entre a Energia vital e o Supramental, em meio ao Éter da Terra: a Fusão dos Éteres.
Do mesmo modo, em vocês, realiza-se, de algum modo, uma integração, uma Fusão e uma Dissolução (às vezes do Fogo vital, às vezes do Fogo do Espírito, às vezes da Energia vital e do Supramental) com um terceiro termo que é, literalmente, a sua Essência, a sua natureza, além de toda forma, de todo limite, de toda corporeidade, de toda apreensão, de toda compreensão, de toda percepção, de toda concepção e, até mesmo, de toda Consciência.
As características, perceptíveis, desta Onda da Vida, são um estremecimento (arrepio) começando, inicialmente, sob os pés e, progressivamente, subindo ao longo das pernas até alcançar o seu próprio objetivo que é o primeiro e o segundo chakras.
Revelando, então, e transfigurando, as últimas sombras: aquelas do medo da carne, do medo do vazio, do medo do fim (qualquer que seja), permitindo, então, liberar, na totalidade, a Onda da Vida que é (eu os lembro) sua natureza e seu Nascimento.
O seu Nascimento, de fato, sempre ocorreu.
Não há nada a Revelar que não esteja, já, Revelado.
Não há nada a viver que não tenha sido, já, vivenciado.
A Onda do Éter (ou Onda da Vida) é esse estremecimento reconectando-os à sua Essência, à sua natureza, ao que foi denominado (desde um tempo, pelos Governadores da Intraterra) as raízes intraterrestres e as raízes extraterrestres.
Reconectados a esse duplo fluxo, a Noiva e o Noivo tornando-se a Esposa e o Esposo.
Vocês estão, então, naquele momento, sem qualquer diferenciação, sem qualquer distanciamento do que vocês São, na Verdade.
A Onda da Vida, trazida pelo Manto Azul da Graça, corresponde ao último estágio de Desdobramento da Luz através das Portas onde, depois desse Desdobramento (ocorrendo em todas as direções do seu espaço, do seu Templo que é esse corpo) chega o momento, além de todo tempo, de reintegrar este Absoluto.
.....
Pergunta: poderia desenvolver sobre a Transfiguração?
Bem amado, a Transfiguração é uma etapa importante.
Em meio à Transfiguração há, de alguma forma, contemplação da Luz, contemplação do Verbo, acesso ao Supramental enquanto o ideal a conquistar, a manifestar, a conscientizar, a concretizar.
Isso é a Transfiguração.
É, de alguma forma, um face a face entre o Si (que se descobre) e a Luz.
É um face a face, também, entre a Noiva e o Noivo (ou o Noivo e a Noiva).
Chega um momento em que esta distância é vivenciada como o que ela é: uma incoerência e uma Ilusão.
Naquele momento, há Crucificação.
A partir deste momento, no momento da Ressurreição, vocês são Liberados.
Ou seja, a Onda da Vida torna-se êxtase e transverberação que é (eu os lembro) sua Essência, sua natureza e seu Princípio.
Os dois não podem coexistir.
Vocês podem permanecer, um tempo definido (sobre esta Terra) como extremamente longo, em meio ao Acordar, contemplando-se vocês mesmos na Luz (o que eu chamaria de uma ferida narcisista espiritual).
Chega um momento em que a contemplação pode cessar porque, naquele momento, vocês apreendem-se (além de toda lógica, de todo mental e de todo Supramental e de toda Atração / Visão) de que o que vocês contemplam não é nada mais senão o que vocês São desde toda Eternidade.
Naquele momento, vocês são Liberados.
Não para parar na Transfiguração.
Mas, isso não é uma ordem porque cada um é livre.
Vocês são livres para permanecer em tal plano.
Vocês são livres para não estar em parte alguma.
Mas vocês não podem ignorar (como o fez esta carne, por uma série de falhas) o que vocês são na Verdade.
O que A FONTE, ela mesma, nomeou a Promessa, é muito exatamente isso: não se lembrar, nem reviver, simplesmente, sua origem, sua Fonte (nossa Fonte comum), mas, sim, tornar-se esta Fonte comum, fazendo, assim, cessar todo jogo de espelhamento, todo jogo de projeção e toda Ilusão.
Para isso, vocês estão preparados para tudo perder?
Vocês estão preparados para tudo deixar, mesmo a Luz?
ANAEL - 10 de março de 2012

Pergunta: o que pode, então, criar o impulso para a Transcendência?
Não, não há qualquer impulso.
O que fez dizer a alguns Anciãos e a outros Despertos (ou a GEMMA que falou maravilhosamente, também): não há mais impulso, não há mais tempo, mais espaço, nada mais de conhecido.
É um estado natural.
Mas isso é tão (como dizer, exprimindo-se basicamente) enorme, é tão monstruoso e, ao mesmo tempo, tão belo que jamais o que é limitado pode aceitar isso.
Obviamente, o limitado dirá que isso não é verdadeiro, porque ele tem medo, porque ele duvida.
Todas as experiências que vocês realizaram, para aqueles que as realizaram (a Comunhão de Coração a Coração, os Alinhamentos, os processos de Deslocalização de Consciência), para aqueles que tiveram a oportunidade de vivê-lo, de algum modo, como as testemunhas ou os pilares, se vocês preferirem (como os Quatro Pilares do Coração) que vão permitir-lhes aproximarem-se disso.
O.M.AIVANHOV - 3 de março de 2012

O Ponto AL é ligado, também, vocês talvez saibam, ao momento da Transcendência da dualidade, ao retorno ao que foi chamado – na falta de outros termos, nesta língua – a Androginia Primordial.
MA ANANDA MOYI - 27 de novembro de 2011

O Fogo do Espírito não é uma vaga ideia da cabeça, mas uma vivência que deve se instalar, no conjunto das células, porque a Ascensão (como isso lhes foi comunicado) realiza-se no corpo, nesta carne.
Já que se trata de uma Transmutação, e mesmo bem mais, de uma Transubstanciação, fazendo passar uma determinada estrutura, de um estado Vibratório específico, a outro estado Vibratório, ou se vocês preferirem, de uma gama de frequências a outra gama de frequências.
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A Fusão dos Éteres é um processo que vai trazer uma conscientização do processo de Transubstanciação.
O que quer dizer que haverá (antes do que nós chamamos de momento final da Terra, da sua Ascensão) uma conscientização (para uma grande parte da humanidade que, no momento, não realizou esta conscientização) de que alguma coisa não funciona mais, realmente, como antes, e de que uma transformação de envergadura está em andamento sobre a Terra.
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Vocês não estão sem ignorar que 80% da humanidade continuam, de algum modo, suas vidas como se nada houvesse, porque, efetivamente, para essas consciências, nada existe.
Isso é sua vivência.
Como diria IRMÃO K, isso é sua Liberdade.
E é, sobretudo, seu campo de experiência, mas esse campo de experiência (ligado à perpetuação de uma consciência particular) será, a um dado momento, confrontado com a realidade e com a Verdade do processo que esses seres irão chamar de extinção total da humanidade.
Que, quanto a nós, nós preferimos chamar, é lógico, de Verdadeiro Nascimento nos Mundos do Espírito, o que nós podemos nomear: a Liberação, a Ascensão, a Transubstanciação que é um processo que foi vivenciado, em várias ocasiões, sobre esta Terra, sem, no entanto, que houvesse uma Liberação.
As coisas são profundamente diferentes.
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Esses mecanismos, chamados de partida em massa dos animais (de mamíferos marinhos, de pássaros, essencialmente), correspondem a uma Transubstanciação total dos seus corpos.
O olho humano vai chamar isso de cadáver.
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O mecanismo de Transubstanciação, ou seja, da Ascensão, qualquer que seja o tipo de Ascensão, tornar-se-á muito mais fácil pelo seu papel, efetivamente, de Semeadores de Luz, de Ancoradores de Luz, de Difusores de Luz pela Comunhão e pela Graça, pelas diferentes técnicas que vocês podem utilizar para elevar suas Vibrações.
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A Fusão dos Éteres, no sentido individual, leva-os, então, a prepararem-se para a Dissolução do corpo causal e, portanto, à Transubstanciação do corpo físico, devendo passar (pelas vias e pelos modos que são diferentes, como isso foi falado) no Corpo de Estado de Ser.
Mais uma vez, gradualmente e à medida que vocês viverem essas integrações, vocês irão se aprender de que não há qualquer preocupação a ter, para cada ser humano.
SRI AUROBINDO - 27 de novembro de 2011

Naquele momento, tornando-se o Coração do Um, vocês estarão, direta e efetivamente, religados e conectados, de maneira Eterna, à Fonte, o que lhes permite, então, Ver para além da Ilusão, ou seja, transcender as Ilusões, penetrar a Visão Etérea e a Visão do Coração e receber o outro em seu Coração.
Todo mecanismo de projeção cessará, então.
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Lembrem-se de que a intensidade do que é vivido na separação é um elemento que vai aproximá-los, paradoxalmente, de seu estado de Si e de Unidade.
Se vocês aceitam esse princípio, não há razão alguma para que o que lhes seja imposto pela Luz seja um mecanismo que lhes implique uma rejeição do que quer que seja.
É na aceitação de tudo o que se apresenta que vocês devem encontrar a Transcendência.
É claro, é muito difícil, para a personalidade, compreender e aceitar que um elemento, por vezes penoso, concernente ao corpo ou concernente ao que lhes é dado a viver, possa ir ao sentido da Luz.
É-lhes pedido para não conceber; é-lhes pedido para não procurar compreender ou explicar, mas, simplesmente, aquiescer a essa Transcendência porque, se vocês vão para além da necessidade de compreensão, porque, se vocês vão para além da necessidade de reparação – do corpo ou do sofrimento, então, naquele momento, vocês se abrirão tão mais facilmente para a Luz, que o CRISTO volta.
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Se vocês transcenderam a identificação aos sofrimentos, o sofrimento não existirá mais.
Se vocês transcenderam os medos da falta, qualquer que seja, vocês não viverão a falta, mesmo se isso deva passar por mecanismos chamados milagres.
Como dizia o CRISTO: «o pássaro preocupa-se com o que ele deve comer amanhã?»
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Superar e transcender o julgamento é viver o Si.
Então, não julguem – como lhes foi pedido.
Aquiescer, Abandonar-se e viver o Espírito é exatamente o que lhes é proposto para realizar o Si.
E isso é totalmente independente, eu repito, de tudo o que pode produzir-se durante este período porque, durante este período, o que vocês têm a viver é a transcendência.
E a transcendência e a Luz vão utilizar-se do que é, para vocês, o mais adaptado, porque o que se instala sobre a Terra é a lei de Graça.
E a lei de Graça é a lei de Atração.
UM AMIGO - 28 de setembro de 2011

O desafio do momento atual, como sentido, cortando todas as fontes de informação ditas exteriores ou exógenas, é encontrar uma transcendência.
Esta transcendência, enquanto está inscrita em uma busca exterior, mesmo a mais louvável, através de exercícios exteriores, através da adesão a uma religião ou a uma filosofia, jamais permite, infelizmente, encontrar a transcendência.
Na realidade, até agora e até um tempo relativamente recente, o número de seres humanos que tiveram acesso a esta transcendência, pela adesão a uma religião, a um princípio, a uma filosofia, é extremamente limitado.
E, aliás, aqueles que fizeram parte de sistemas de crenças, sejam religiosos ou outros, e que acederam a esta transcendência, no Oriente como no Ocidente, foram tão raros que se tornaram ou santos, ou personagens, em todo caso, notáveis segundo sua tradição, e que atraíram muitas pessoas que esperavam, pelo encontro com esses seres, viver uma parcela desta transcendência, uma parcela desta eternidade.
IRMÃO K - 12 de setembro de 2011

A Vibração da Coroa Radiante do Coração (seja ao nível das primeiras etapas da serenidade, da Alegria Interior, até o Maha Samadhi) apenas pode ser realizada se, de um modo ou de outro, houve sacrifício da personalidade.
Ou seja, Abandono (não por mestria, ou controle) de tudo o que é desejo ligado à personalidade, de qualquer projeção da consciência em meio ao ego, qualquer que seja esta projeção.
Isso passa pela Transcendência (e isso é diferente para cada alma) de uma série de pulsões ligadas à personalidade, de uma série de condutas compulsivas ligadas à personalidade, e de uma série de desejos ou prazeres que não contribuem para elevar a Vibração da alma para o Espírito.
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Vocês não podem, aí tampouco, hoje, lutar contra um medo.
Porque contra o que vocês lutam, irá se fortalecer, inexoravelmente, cada vez mais.
Existe apenas uma única maneira: a Vibração da própria Consciência que, quando ela se torna suficientemente intensa ou importante (seja no tempo, seja na localização, seja em intensidade), é a única garantia da Transcendência dos medos.
Se sua própria consciência se coloca em um medo, se sua consciência se coloca em um mecanismo que lhes parece lógico (em meio à personalidade), se se exprime (nesta lógica) o menor medo, vocês não podem Transcender os Mundos em Carbono.
Porque isso assinala, simplesmente, que a alma apresenta ainda algumas atrações, que não são, nem para condenar, nem para julgar, mas que fazem parte de sua Liberdade essencial.
Lembrem-se de que, no momento vindo, cada um será religado a A FONTE, de diferentes maneiras.
UM AMIGO - 23 de agosto de 2011

Existem, portanto, acessos que eu qualificaria de progressivos para a experiência da Unidade, para a experiência dos diferentes Samadhi possíveis, que permitem, progressivamente e agora, eu diria, cada vez mais rapidamente, um processo de desengajamento.
Compreendam, efetivamente, que, quando eu falo de desengajamento ou de desidentificação, não se trata de uma renúncia à vida, não se trata de uma renúncia a quaisquer manifestações da vida comum, mas, efetivamente, de uma transcendência, total e absoluta, de suas contingências, chamadas afetivas, sociais, emocionais e outras.
De fato, o Espírito, em sua característica presente da humanidade, é capaz de descristalizá-los, de desengajá-los e de desidentificá-los de tudo aquilo a que vocês estavam engajados e identificados.
E compreendam, efetivamente, que, quando eu exprimo essas palavras, eu não falo de uma renúncia pela vontade, a qualquer implicação na vida social ou na vida, qualquer que seja, da personalidade, mas, efetivamente, de uma lucidez total da Ilusão.
MA ANANDA MOYI - 21 de agosto de 2011

O Atman é, de fato, constituído de três partes, e isso é encontrado, é claro, em todas as culturas, em todas as tradições, em todas as religiões mesmo.
Esse princípio imutável está presente, do mesmo modo, em cada Ser humano presente sobre esta Terra, mas, enquanto ele não é descoberto, enquanto ele não é desvendado à consciência comum ele não pode, é claro, de modo algum, ser Vibrado, de modo algum, ser vivido e não ter qualquer efeito transformador no princípio da personalidade e mesmo no princípio da evolução da Alma. Aliás, frequentemente, a Alma tem tendência a conhecer-se, cada vez mais, sem, no entanto, pensar em voltar-se para outra coisa.
Essa outra coisa que é o Espírito, porque toda a polaridade da Alma foi, de algum modo, desviada por princípios que lhes foram nomeados Ahrimanianos e Luciferianos; princípios de divisão, princípios de confinamento, de cristalização que, progressivamente, levaram-nos, simplesmente, nessa noção de Dualidade ou de bem e mal, para além de qualquer noção mesmo de Unidade ou de algo de transcendente.
Existe, é claro, uma transcendência, ao nível da Alma (em todo caso, vivida como tal), mas essa própria transcendência da Alma (que corresponde ao que eu chamei o refinamento da Alma), mesmo se isso possa conduzir, nesses casos específicos, como HILDEGARDE, de que acabo de falar, a viver esse abandono ao Espírito e, afinal de contas, relativamente raro.
De fato, basta inclinar-se nos mecanismos da revelação do Espírito, que se produzem fora de qualquer busca de Alma e fora mesmo de qualquer refinamento de Alma.
De fato, quaisquer que sejam os povos, quaisquer que sejam as civilizações, qualquer que seja o sexo, qualquer que seja a idade, muito numerosos Seres têm testemunhos desse Reencontro do Espírito.
Esse Reencontro, ao nível do Espírito, vai traduzir-se por uma perturbação total de todas as regras, de todas as atrações, de tudo o que fazia, até o presente, a vida.
Alguns, é claro, descreveram perfeitamente esse processo de êxtase (que se pode chamar assim), que transfere a consciência de seu habitual comum até uma transcendência total.
MA ANANDA MOYI - 21 de agosto de 2011

Não esqueçam que a Luz Vibral é a Inteligência suprema e que ela pode, em seu desdobramento final, permitir-lhes Transcender os últimos elementos do fogo do ego, os últimos elementos do medo.
SRI AUROBINDO - 07 de agosto de 2011

Mas o fenômeno ascensional necessita de um fenômeno de transubstanciação do conjunto dos seus veículos, do conjunto dos seus corpos, ali compreendido o corpo físico que deve se espiritualizar, tornar-se Luz, que deve transformar o seu DNA, que deve transformar a sua carcaça celular, proteica, em outras moléculas, outros átomos.
O.M.AÏVANHOV - 24 de fevereiro de 2006

Coletânea: TRANSCENDÊNCIA, TRANSVERBERAÇÃO, TRANSFIGURAÇÃO, TRANSMUTAÇÃO E TRANSUBSTANCIAÇÃO (1a. Parte)

Trechos extraídos das mensagens do site francês: Autres Dimensions - http://www.autresdimensions.com
Tradução para o português:
Célia G. -http://leiturasdaluz.blogspot.com
Zulma Peixinho - http://portaldosanjos.ning.com
Seleção e edição: Elizabeth Rodrigues
Edição: Beto Schlichting Junior
Via: http://despertardaluzinterior.blogspot.com

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