ANAEL - 15 de julho de 2012 - Autres Dimensions

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Eu sou ANAEL, Arcanjo.
Bem amados Filhos da Liberdade, eu venho a vocês, acompanhado da Graça, acompanhado de quem vocês São.
Eu venho, hoje, explicar-lhes, se isso puder ser feito por palavras, os diferentes marcadores que podem manifestar-se no estado atual da sua consciência, que se deixam viver uma série de elementos que podem, talvez, guiá-los, de algum modo, a fim de permitir-lhes – se isso for por vezes necessário, ainda, na sua Dimensão – colocar palavras sobre o que é vivido.
A fim de localizá-los, de guiá-los e de orientá-los, nós vamos, mais especificamente, falar sobre a Passagem da Fusão à Dissolução. 
*** 

A Fusão lhes é deixada viver, a partir do instante em que vocês liberam, em si, as Forças do Amor, deixando-se Comungar e, em seguida, Fusionar.
Isso pode acontecer, como vocês sabem, tanto com uma Estrela como com uma folha de grama.
O que nos interessa, preferencialmente, e que deve obter o seu acordo, é, antes de tudo, a capacidade nova que é oferecida a vocês, pelo pensamento, para conectar-se com outro humano, a fim de viver, em si, os mecanismos de comunicação, que vão bem além do que é chamado de comunicação verbal, de comunicação por Radiação, de comunicação por um dos sentidos que lhes é conhecido.
Esses mecanismos empregam – como vocês talvez saibam disso, e como o vivam, talvez – os elementos conectados diretamente com o Antakarana, forrado de Partículas Adamantinas, nomeado Canal Mariano.
A Onda da Vida, assim como a ativação de diferentes centros de Energia, em vocês, permitem realizar isso já desde certo tempo.
Hoje, é-lhes deixado, de algum modo, aprofundar esses estados, vivê-los, fazer a experiência, a fim de reproduzi-los, se possível, à vontade, a fim de poder, quando chegar a hora, viver a etapa Final da Dissolução, sem dificuldade alguma. 
*** 

A partir do instante em que o que corresponde à sua localização, nesse mundo – em um corpo, em um tempo, em um espaço e em uma história – encontrar-se alterado, de uma maneira como de outra, pela perda do conjunto ou de um desses marcadores, ocorre um mecanismo no qual lhes é possível viver a desidentificação, a despersonalização, e viver a experiência de estar em outro Corpo, em outra Consciência, e tornar-se, você mesmo, essa Consciência.
Isso é realizável, tanto com um Arcanjo, tanto com uma Estrela, tanto com um Ancião como com não importa qual dos seus Irmãos e Irmãs encarnados sobre esta Terra, a partir do instante em que ele estiver na mesma conduta, qualquer que seja o seu estágio Vibratório, qualquer que seja o estado desses mecanismos chamados de ComunhãoFusão e Dissolução.
Assim, é-lhes deixado experimentar um contato, uma comunicação, bem além de toda relação, tal como vocês as concebem nesse mundo, mesmo as mais sexuais, as mais amorosas, as mais afetivas ou as mais polidas.
Isso lhes deixa viver um estado diferente da sua consciência, no qual o sentido do «eu» parece atenuar-se, ou mesmo desaparecer inteiramente, no qual a consciência é, de algum modo, projetada em outro lugar que não no próprio filtro da personalidade ou do Si.
Realizar isso não implica e não provoca qualquer desperdício que vocês nomeariam energético, nenhuma posse (no sentido dual), mas, bem mais, uma Alquimia que visa preparar o que foi nomeado Sublimação, ou Transubstanciação. 
*** 

A partir do instante em que vocês não estiverem mais fixados – em um corpo, em uma história, em um mecanismo de pensamento, nos seus próprios quadros de referência e de defesa – naquele momento, vocês começam a viver os mecanismos denominados, em um primeiro momento, Comunhão e, em seguida, Fusão.
Essa Fusão, contrariamente ao que acontecia há ainda alguns anos (no tempo dos Casamentos Celestes e, depois, para aqueles cujos confinamentos ligados à Presença Vibratória dos laços energéticos, no nível dos tornozelos ou dos pulsos haviam desaparecido), quando ela era possível, mas sem esse corpo físico, a grande diferença é que, hoje, ela pode ser vivida em meio mesmo a esse corpo físico, pela Presença, justamente, do Canal Mariano.
A partir do instante em que o aprendizado dessas Comunhões e dessas Fusões for realizado, vocês poderão perceber, em vocês, a possibilidade de não mais estar em lugar algum, nem em vocês, nem no outro.
O processo de Fusão desaparece e deixa lugar, no nível da consciência, para a ausência de percepção, para a ausência de identidade, para a ausência de percepção do seu corpo, como de qualquer outro corpo, indo dar no que vocês poderiam chamar, do seu ponto de vista, de vacuidade.
Naquele momento, vocês realizam a Última Presença, que lhes deixa viver, se o Abandono do Si for total, o que foi nomeado o Absoluto, ou Parabrahman. 
*** 

Em função disso, as experiências efetuadas, por intermédio das Vibrações, conduzem-nos à não Vibração, à eliminação de toda percepção de consciência, que não é uma aniquilação, ainda menos, um desaparecimento, mas, efetivamente, o estado natural de toda consciência, de toda não consciência e que é, em última análise, a nossa Natureza comum, a única, manifestável em todas as Dimensões, em todas as direções, em todos os tempos e em todos os espaços.
O mecanismo de Dissolução, propriamente dito, não pode, em caso algum, ser considerado como um desaparecimento, mas permite, de algum modo, liberá-los do conjunto de apegos, inscritos no cérebro de vocês, nas suas estruturas celulares, assim como no nível dos campos de coerência existentes nessa matriz alterada, que reprime, de algum modo, a sua expansão e a sua Liberação.
Os mecanismos que lhes haviam sido anunciados, há quase um ano, referentes à possibilidade de viver tudo isso, alcançam, hoje, uma nova etapa – se eu puder nomeá-la assim – que lhes deixa perceber que vocês não são, absolutamente, limitados por esse corpo, absolutamente, limitados por uma história, absolutamente, limitados pelo que quer que seja, a partir do momento em que vocês aquiescerem a isso.
A Graça é o elemento motor.
A Onda da Vida, o Manto Azul da Graça são, disso, os elementos que permitiram essa finalização, e que, portanto, tornaram possível, para cada um de vocês, os mecanismos de Fusão e de Comunhão. 
*** 

A Dissolução, a partir do momento em que ela for vivida, permite realizar, à vontade, suficientemente, a possibilidade de passar de um estado a outro, até ir a esse não estado.
Assim, fazendo o aprendizado disso, assim, percebendo que não existe qualquer medo nesse estado e que a própria Natureza do que vocês São confunde-se com o que sustenta os Mundos, com o que sustenta os Universos, com o que sustenta toda manifestação, aqui como por toda a parte, a partir desse instante, e isso lhes foi dito, vocês São o que se denomina um Liberado Vivente, o que lhes dá a Clara Consciência, desprovida de qualquer atribuição pessoal, desprovida de qualquer falsificação ligada ao medo, deixando-lhes viver a Plenitude da vacuidade, nomeada – eu repito - Parabrahman.
Nesse não estado, a consciência consegue reposicionar-se, redefinir-se, sem jamais estar mais confinada ao que quer que seja.
A Liberdade torna-se, então, total, ela não é uma palavra em vão, dando-lhes a possibilidade de Ser nós, como de Ser vocês, como de nada Ser, como de Ser o Tudo, o que não faz estritamente qualquer diferença, o que não dá impressão diferente.
Simplesmente, naquele momento, o que vocês viram, o que sabiam anteriormente, vocês o viveram.
Naquele momento, vocês São totalmente Liberados de toda marca desse mundo, no que vocês São, em consciência e, até mesmo, nesse corpo. 
*** 

O princípio da Liberação tornou-se, hoje, possível, pelas circunstâncias – como vocês sabem – astronômicas específicas.
Trata-se, efetivamente, do fim de um ciclo.
Trata-se, efetivamente, de uma Ressurreição, de um renascimento em outro nível de Vibrações, para exprimir-me conforme os seus termos.
Esse renascimento em outro nível de Vibrações acompanha-se, obviamente, de Leis profundamente diferentes daquelas que foram confinantes, neste mundo, em especial, referente à forma.
De fato, sendo Liberados Viventes, vocês não estão mais submetidos a qualquer forma, o que lhes dá a possibilidade, em Verdade, de tornar-se, por sua vez, o que alguns textos nomearam um walk-in.
O processo do walk-in deixa-se viver, em consciência, tanto um Arcanjo, como uma poeira, como uma Estrela, como não importa qual planeta deste Sistema Solar.
Obviamente, isso não acontece de um dia para o outro porque, aí também, há um aprendizado.
O que eu lhes aconselho, contudo, é não procurar, de imediato, mecanismos de Fusão ou de Deslocalização que consistem em extrair-se deste Sistema Solar.
De fato, o mais importante, hoje, é estarem plenamente Presentes a si mesmos, estarem plenamente Lúcidos dessa possibilidade de Dissolução que, de qualquer modo, a partir do instante em que esse não estado for o que vocês São, não irá colocar mais qualquer problema, em relação ao que quer que seja. 
*** 

É, portanto, preferível, no que vocês têm que viver, uma vez que vocês tenham experimentado as suas primeiras Comunhões, as suas primeiras Fusões, estabelecer-se no não estado, no Absoluto mais puro, ao mesmo tempo mantendo essa forma, obviamente, viva.
É nesse estado que vocês participam – de maneira ativa, completa e total – da Liberação deste mundo.
Vocês São, agora, Liberados, vocês sabem disso, vocês o Vivem, não existe mais apreensão, nem medo que possa apreender o que quer que seja em vocês, ou reduzir o que quer que seja em vocês.
A Leveza é o reino que se estabelece em vocês, que permite à sua consciência não mais ser afetada por qualquer desenrolar que seja nesse mundo.
Existem, de fato, facilidades que vão criar-se em sua vida, a partir do instante em que a consciência compreende que, não inter-reagindo, não reagindo a este mundo, ela não se apaga, mas, bem ao contrário, revela-se, inteiramente, na sua magnificência.
Naquele momento, o fato de não mais estar localizado nesse corpo, ao mesmo tempo estando, nele, firmemente encarnado, permite viver uma facilidade que nada pode substituir.
Isso contribui para estabelecer o que foi nomeado, por diversos intervenientes, a Morada da Paz Suprema (ou, se preferirem: Shantinilaya).
Através dessa instalação nesse não estado, é-lhes oferecido o conjunto de capacidades da encarnação, no qual não existe mais confinamento de espécie alguma.
O objetivo é, obviamente, permanecer Presente sobre esse mundo, até o momento em que o Sol Desposar a Terra.
Vocês conseguiram Desposar-se a si mesmos, através dos Reencontros Místicos, através das Comunhões e das Fusões.
O confinamento, definitivamente, terminou, naquele momento. 
*** 

A partir do instante em que a sua consciência se tornar, de algum modo, capaz de estabelecer-se, à vontade, suficientemente, nesse estado específico – que corresponde à aniquilação de toda percepção, de toda Vibração, de todo sentido de orientação, de todo sentido de identidade ou de personalização – vocês irão perceber, por si mesmos, através dessa Vivência, que isso sempre esteve aí.
De fato, a única distância que foi tomada é a ação da projeção da consciência em uma personalidade que se encontrou, um dia, estar confinada nesse corpo, que foi nomeado, de modo humorístico, um saco (ndr: por BIDI).
Esse saco é impermeável.
Ele apenas deixa-os partir no momento em que o próprio saco desaparecer.
As transformações da sua consciência podem levá-los, alguns de vocês, a querer multiplicar as experiências, multiplicar os mecanismos de saída do corpo e de saída dessa consciência.
O mais importante, assim que vocês perceberem a sua Imortalidade e a sua Eternidade, não é viajar, mas estar plenamente Presente aqui, nesse mundo e nessa Dimensão, sem, contudo, ali estar apegado, de maneira alguma.
É nesse modo que será o mais exatamente vivido o que há a viver para vocês: estar plenamente Presente, estar plenamente Vivo e estar plenamente Liberado.
Sua vida tornar-se-á totalmente diferente, a partir do instante em que vocês aquiescerem a isso.
Tornar-se-á, então, possível a vocês, não procurar em suas memórias, não procurar em um futuro, mas estar, totalmente, impermeável a qualquer ação deste mundo para com vocês.
A Impermeabilidade resulta da Transparência, que lhes dá uma não interferência com este mundo, que lhes dá a Liberdade de pensamento, a Liberdade de ação, ao mesmo tempo mantendo, em si, essa coerência nesse corpo.
É assim que se resume a sua posição, que foi nomeada: Libertador.
Libertando-se, vocês Libertam os outros, sem procurar mais em outros lugares senão em vocês. 
*** 

Assim, progressivamente e à medida das experiências de Comunhão e de Fusão, vocês irão se aperceber de que o estado mais estável é o não estado, aquele em que, estritamente, nada mais há, do ponto de vista da consciência, do ponto de vista dos seus sentidos, do ponto de vista das suas experiências.
Nesse estado de Parabrahman, de Absoluto com forma, ou de Dissolução, vocês serão nutridos, regados, diretamente na Fonte.
Vocês dela irão retirar – para a vida da personalidade, para a vida na encarnação – uma energia renovada, um estado de consciência profundamente Lúcido, que lhes deixa ver, claramente, os prós e os contras de qualquer ação, de qualquer situação, além de toda projeção e de toda interferência da sua pessoa, no que ela era, anteriormente.
Assim, vocês serão cada vez mais numerosos, progressivamente e à medida dos dias e das semanas que se desenrolam, aqui, sobre este mundo, vivendo esses mecanismos.
Esses mecanismos vão confortá-los na certeza de quem vocês São, não através de uma esperança, não através de uma projeção, não através de um futuro, mas, efetivamente, no estado Real do que vocês São, além de toda aparência, de todo parecer, de toda interferência com quem quer que seja, ou o que quer que seja deste mundo.
Vocês estarão plenamente Presentes a este mundo, ao mesmo tempo não sendo deste mundo.
Isso não serão palavras, será a sua Vivência, será o estado da sua consciência, naquele momento, quando ela voltar dos seus períodos de Dissolução.
Assim, Vivendo isso, vocês irão se aperceber, por si mesmos, de que o conjunto de circunstâncias da sua vida, tanto desse corpo como de seu ambiente, nunca mais será o mesmo.
Vocês estarão Liberados e estarão na Paz mais Suprema que possa existir, o que quer que viva esse corpo, o que quer que vivam as suas relações e as suas interações com os outros e com o mundo. 
*** 

O processo é inteiramente natural, a partir do instante em que vocês não o procurarem.
O que há a pedir é, efetivamente, a Comunhão, é, efetivamente, chamar um Arcanjo, uma Estrela ou um Ancião.
Colocar-se, também, em contato, diretamente, com um de seus Irmãos e Irmãs encarnados sobre esta Terra.
Isso irá lhes permitir perceber essa espécie de ponte, intangível e invisível, que une a Lemniscata Sagrada que é a sua, a qualquer outra Lemniscata Sagrada presente na superfície desta Terra, despertada, ela também, no mesmo movimento.
Uma série de elementos foi-lhes dado pelos Anciões, como, mais recentemente, por MARIA, ontem (ndr: intervenção de MARIA, de 14 de julho de 2012), referente às modificações do Som, às modificações da Vibração, assim como a localização de Presenças com as quais vocês entram em Comunhão, em Deslocalização e em Fusão.
Vocês irão encontrar uma Paz, nessas experiências que, por si só, vai conduzi-los a viver a Dissolução, sem sobretudo pedi-la, sem sobretudo procurá-la, sem sobretudo dela ter medo.
Eu repito, e como isso foi dito, não existe qualquer ponto de Passagem entre a Última Presença e o Absoluto.
O Absoluto é apenas a Revelação do que sempre esteve aí, e apenas a projeção da sua consciência – em uma identidade, em interações – impediu-os de viver, de ver e de manifestá-lo.
A partir do instante em que vocês tiverem aceitado que a Dissolução não tem que ser procurada, a partir do instante em que vocês tiverem realizado os diferentes conselhos que lhes foram dados pelo interveniente nomeado BIDI, referente à Refutação e à Investigação (ndr: ver, sobre esse tema, as intervenções de BIDI, na coluna «mensagens a ler» do nosso site), não deveria existir, em vocês, qualquer dificuldade para estabelecer-se no Absoluto, para Ser o que vocês São, de toda a Eternidade. 
*** 

Nesse sentido, vocês são – ou irão se tornar – os Libertadores desta Terra, que permitem aos seus Irmãos e às suas Irmãs, ainda em dúvida, ainda com medo, não mais ter que agir pelas palavras, não mais ter que agir de modo puramente localizado nessa Dimensão, mas, efetivamente (estabelecendo-se, vocês mesmos, além de toda Vibração, nesse estado de Absoluto), manifestar e irradiar essa Qualidade.
É evidente que aqueles dos seus Irmãos e Irmãs que estiverem opostos, por uma razão que lhes é própria, à Unidade, à Dissolução, poderão apenas reagir, violentamente, ao seu estado.
Não se alarmem com isso: naquele momento, sigam o seu caminho, nada procurem, nada reivindiquem, deixem as coisas estabelecer-se por si mesmas, para cada um.
Retenham que o melhor modo de viver o Absoluto é, portanto, não desejá-lo, não conceituá-lo, mas, efetivamente, estabelecer-se, no Canal Mariano, na possibilidade de viver Comunhões, Fusões, que irão conduzi-los, necessariamente, à Deslocalização e à Dissolução.
Vocês serão, portanto, Liberados Viventes, vocês serão o que foi nomeado Jnani, ou seja, aquele que tem o Conhecimento, porque ele se tornou o Conhecimento.
Vocês irão constatar, então, que o conjunto das suas buscas não leva a nada.
Vocês constatam, então, que o conjunto dos seus medos era, ele mesmo, apenas as próprias projeções de insuficiências desse Absoluto.
Vocês irão constatar, então, que não existe qualquer história pessoal, que não existe qualquer laço que possa manter-se em face disso. 
*** 

Aí estão os elementos simples, e extremamente concisos, que eu desejava acrescentar, esta noite, como Arcanjo da Relação, Arcanjo da Comunicação e Arcanjo do Amor.
Eu deixo todo lugar possível para a expressão das suas perguntas, para a expressão dos seus questionamentos, referentes a esse mecanismo extremamente específico, que não tem necessidade de vocês para acontecer, que é: passar – se pudermos dizê-lo – da Fusão à Dissolução, passar do confinamento à Liberação.
Eu os escuto. 
*** 

Questão: em meditação, levando minha consciência sobre uma postura e na minha respiração, eu tive a impressão de cair no «nada total», como uma a-consciência, depois, a consciência da respiração voltou. É isso o início de Dissolução?

Isso corresponde, efetivamente, ao que é nomeado Última Presença, Presença que é, de fato, uma ausência de si mesmo. 
*** 

Questão: por que esse espaço foi interrompido, com um retorno à consciência comum?

Porque existem, como eu disse, diferentes aproximações.
É a repetição de experiências de Comunhão e de Fusão que leva, espontaneamente, à Dissolução.
Não são vocês que criam a Dissolução, porque esse é o seu estado, além de todo estado.
A influência da personalidade, assim como a influência do Si é tal que, obviamente, nas primeiras aproximações desse estado, há, como regra geral, um retorno, muito rápido, à consciência comum.
Isso está diretamente ligado aos apegos da personalidade a ela mesma, que evoluem em um nível que vocês poderiam qualificar de subconsciente ou de inconsciente.
Esse subconsciente, ou esse inconsciente, vai enfraquecer e desaparecer, justamente, pelo princípio da repetição de Comunhões e de Fusões.
Vocês não têm qualquer possibilidade de ação consciente sobre esse inconsciente e esse subconsciente, porque toda ação que vocês fizerem contra ele poderá apenas reforçá-lo.
Chegará um tempo em que cada um de vocês, entre os Ancoradores e Semeadores de Luz, entre os Libertadores, em que vocês poderão instalar-se, suficientemente, nesse estado (ou nesse não estado). 
*** 

Questão: convém nada fazer, a não ser unicamente pedir a Presença de uma Estrela ou de outro Ser, no Canal Mariano?

Bem amado, é exatamente o que eu disse.
Quanto mais vocês quiserem encontrar, quanto mais quiserem Ser Absoluto, menos vocês irão sê-lo.
Se eu puder me exprimir assim: o Absoluto (ou Parabrahman) é a única coisa de que vocês não podem conscientizar-se, de que vocês não podem apreender, de maneira alguma.
É nesse sentido que o próprio princípio da Refutação permite-lhes, justamente, eliminar tudo o que ele não é, ou seja, que o Absoluto revela-se apenas quando vocês tiverem eliminado o que ele não É.
Vocês irão se aperceber, Vivendo-o, de que, naquele momento, tudo o que vocês refutaram está contido no interior do Absoluto, mas vocês não podiam vê-lo, porque ele Era vocês mesmos. 
*** 

Questão: vertigens cada vez mais frequentes, isso pode ser o início de uma Dissolução?

Sim, seguramente.
Devido ao trabalho realizado no Antakarana (ou Canal Mariano), devido ao trabalho da Onda da Vida, as vertigens traduzem, efetivamente, as noções de basculamento, de Reversão e de estado no não estado. 
*** 

Questão: uma Comunhão com um Irmão não despertado pode ocorrer ou não?

Ela não poderá ocorrer.
Há, eu diria, uma escala Vibratória, quando dessas Comunhões e dessas Fusões.
Assim como foi dito por MARIA, a partir do instante em que vocês tentarem realizar uma Fusão ou uma Comunhão com um Irmão ou uma Irmã humana encarnada, não despertada no Canal Mariano, não despertada no nível do Coração ou no nível da Onda da Vida, vocês irão constatar, por si mesmos, a impossibilidade de realizá-la.
Vocês irão constatar, também, e de maneira extremamente evidente, que qualquer que seja o lugar e qualquer que seja a pessoa despertada (próxima de vocês ou no outro extremo do planeta), a partir do instante em que pensarem nessa pessoa, de maneira extremamente simples, sem mesmo estar nem em meditação, nem alinhados, vocês terão a surpresa de constatar que a Presença dela, no seu Corpo de Estado de Ser, está, efetivamente, ao seu lado.
O que não é, obviamente, possível para aqueles dos seus Irmãos e Irmãs que ainda não estiverem despertos à Multidimensionalidade. 
*** 

Questão: quando de uma meditação, eu vi aparecer o rosto de uma pessoa que está no mesmo caminho. Isso pode corresponder ao que você acaba de abordar? 
Sim, a Comunhão apresenta-se de diferentes modos.
Eu quero apenas, para a prova de algo que lhes é conhecido, em todo caso, no Ocidente: quando há um ouvido que zumbe, vocês dizem que tal pessoa pensa em vocês.
Isso tem, obviamente, uma relação.
A partir do instante em que uma pessoa desperta, aberta à Multidimensionalidade, pensar em vocês, vocês irão senti-la.
Isso não quer dizer que vocês poderão identificá-la, em um primeiro tempo, sobretudo se se tratar da primeira vinda dela.
Do mesmo modo, assim que vocês pensarem em outra pessoa humana, encarnada e desperta como vocês, vocês estarão ao lado dela, no seu Corpo de Estado de Ser.
Com a repetição das experiências, vocês chegarão, de maneira bastante fácil, e independentemente, até mesmo, de ver um rosto, a um reconhecimento Vibratório de quem se tem ao seu lado.
Vocês irão observar, também, que pode haver um mecanismo que vocês poderiam chamar, em um primeiro tempo, de interpenetração, especialmente se vocês chamarem, tanto um Arcanjo, como um Ancião, como uma Estrela, e como alguém encarnado, vocês irão constatar que as Presenças se misturam, como em uma multidão.
Pouco a pouco, vocês irão localizar essas Presenças, não as vendo, mas pela própria Vibração, e vocês terão a impressão de ter, realmente (o que é o caso), várias densidades e várias Presenças à sua esquerda.
Nos mecanismos de Fusão mais avançados, referentes a um Duplo mais próximo (quer esse Duplo seja CRISTO, quer ele seja MARIA, MIGUEL ou, ainda, um Duplo Monadário, encarnado ou não), vocês irão constatar que se estabelece uma circulação, que vai bem mais longe do que a simples Presença manifestada à sua esquerda, na parte superior.
Em um primeiro momento, essa Presença irá se compactar, até investir, totalmente, o seu ovo áurico, desde o lado esquerdo da face até a parte inferior da perna, do lado esquerdo.
Em um segundo momento, vocês irão constatar que a Lemniscata Sagrada põe-se em movimento.
A percepção de alguns Pontos, no nível desta Lemniscata Sagrada, referente, especificamente, aos Novos Corpos, tornar-se-á extremamente ativa.
Naquele momento, estabelecer-se-á uma Comunhão e uma Fusão, que antecede a Dissolução, muito mais avançada, ou seja, naquele momento, haverá uma circulação de Lemniscata Lemniscata, deixando-os então perceber uma Presença, não mais à sua esquerda, mas, diretamente, no nível da zona KI-RIS-TI das suas costas.
Naquele momento, a Dissolução está extremamente próxima. 
*** 

Questão: o que você acaba de descrever pode se repetir, ou isso ocorre uma vez?

Isso se repete, aí também, o bastante.
Mas essa segunda etapa, como eu a nomeei, necessita de condições mais ideais e envolve, em geral, mais aqueles que são extremamente próximos, no plano da Origem Estelar, no plano Vibratório, no plano da Consciência (encarnados, não encarnados, humanos, não humanos). 
*** 

Questão: quando duas pessoas entram em Comunhão Vibratória, a comunicação entre elas é essencialmente vibratória?

O aspecto Vibratório é essencial, mas ele pode, obviamente, tomar diferentes formas.
As formas que ele pode tomar podem ir, simplesmente, de uma necessidade de realizar esses mecanismos de Fusão, passando pela necessidade de reencontrar-se, fisicamente.
Mas isso não é, absolutamente, uma obrigação.
Eu diria, até mesmo, que vocês irão constatar, por si mesmos, que o mecanismo da Fusão, quando há o que vocês nomeiam afinidade Vibratória, ocorre de maneira extremamente mais fácil sem a presença física.
Uma vez que o que entra em contato é um corpo físico, com outro Corpo de Estado de Ser que não é o seu.
Mas isso não é o encontro de dois corpos físicos. 
*** 

Não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos. 
*** 

Bem amados Filhos da Liberdade, a Graça é a sua Morada, a Paz é a sua Eternidade.
Resta-lhes vivê-la, de maneira permanente, de maneira cada vez mais Calma.
Nesse sentido, outras palavras dos Anciões foram empregadas, como o fato de nada fazer, como o fato de «ficar tranquilo».
Vocês irão constatar, por si mesmos, que, quanto mais estiverem tranquilos, quanto mais nada fizerem, mais isso se revela a vocês porque, como foi dito, isso sempre esteve aí.
Eu me proponho, portanto, neste espaço específico de troca e de Comunhão, a convidá-los a pensar na minha Presença, enquanto eu penso em cada um de vocês, aqui presentes.

... Comunhão / Fusão...

Eu lhes dou a minha Paz.
Eu lhes digo até breve.
Que a Graça esteja em vocês. 


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Mensagem do Bem Amado ARCANJO ANAEL no site francês:
15 de julho de 2012 
*** 

Versão do francês: Célia G.  http://leiturasdaluz.blogspot.com.br
Postado por Célia G.. 
*** 

Transcrição e edição: Andrea Cortiano e Zulma Peixinho


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