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Coletânea: Lagarta, Casulo e a Borboleta - Autres Dimensions

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E eu lhes digo simplesmente que, a partir de hoje, o momento chegou de tecer o casulo de Luz, a fim de que a lagarta se torne borboleta.
Vocês entraram, a partir de hoje, na precipitação a mais intensa de Luz que conheceu a humanidade desde tempos imemoráveis.
Vocês entraram verdadeiramente nos intensos preparativos de sua transformação.
O momento chegou.
O.M. AÏVANHOV – 20 de março de 2011

Então, é claro, eu os remeto, também, ao que eu disse: o que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento.
Há algumas fases que foram descritas pelos Arcanjos e MIGUEL, que iniciou o período de desconstrução e, depois, outras palavras que foram empregadas: os Degraus, as Etapas.
Tudo isso vai levá-los a viver o que muitos de vocês, a título individual, vivem de maneira mais ou menos intensa, mais ou menos fácil.
Mas isso se tornará cada vez mais fácil, a partir do instante em que vocês aceitam voltar-se para si mesmos, não num ato narcisista, mas, bem mais, na descoberta e na aceitação do que vocês São, em Verdade, e não do que vocês são na personalidade.
O.M. AÏVANHOV – 12 de novembro de 2011

Pergunta: durante a intervenção de MARIA, eu senti, ao nível de KI-RIS-TI e se erguendo ao longo das omoplatas, uma forma de rachadura, como o dorso da lagarta que se rompe para começar esse processo de borboleta...
Isso é perfeitamente real.
Por onde ela se rompe a lagarta?
Por aí.
O.M. Aïvanhov - 26 de setembro de 2011

Vocês não podem pretender a Liberdade e viver a Liberdade, ao mesmo tempo ainda ligados ao que quer que seja.
Mas nós os avisamos: não é porque vocês vão deixar isso, aquilo, essa pessoa, essa família, esse trabalho que vocês viverão, mais facilmente.
Bem ao contrário.
É, simplesmente, como vocês sabem, como dizia o Comandante dos Anciões, uma questão de ponto de vista, de olhar: o olhar da lagarta ou o olhar da borboleta.
Porque esse olhar é condicionante; ele determina, também, na alma, o modo pelo qual vocês vão comportar-se, naquele momento.
GEMMA GALGANI - 10 de agosto de 2011


Pergunta: se algumas lagartas se transformam em borboletas, aquelas que não se tornarem borboletas iriam continuar a viver nesta Dimensão?
Nesta Dimensão não quer dizer neste mundo, já que este mundo onde vocês estão ascensiona, definitivamente.
A Terra, chamada de 3ª Dimensão, não existirá mais.
Será necessário, então, para essas Consciências que fizeram a escolha de permanecer nesse corpo de carbono, experimentar a Liberação, face a face, e a Vibração com a Luz Unitária, a fim de se reconectar à Luz.
Cada Consciência (e não cada personalidade) é totalmente livre para estabelecer-se na Dimensão que é a sua, ou em sua origem estelar, ou em sua origem Dimensional.
Mas pode também decidir, com toda Liberdade, continuar a experiência, não da separação, mas do que foi denominada, então, 3ª Dimensão, mas Unificada.
Naquele momento, a Consciência será limitada, mas não estará mais confinada.
Anael - 20 de novembro de 2011

Pergunta: está correto que as embarcações poderiam realizar evacuações de terrestres?
Bem amada, não existe outro Comando que o de Maria.
Agora, cabe a vocês decidir se vocês querem colocar os pés em uma nave metálica.
Cabe a vocês saber do que vocês querem ser evacuados, já que o que vem é Luz.
Lembrem-se, duas visões: lagarta ou borboleta.
O que a lagarta chama de morte, a borboleta chama de nascimento.
Algumas lagartas querem permanecer lagartas.
E bem, sim, que elas sejam levadas por outras lagartas.
Mas não venham, depois, se queixar de não ser borboletas.
Anael - 24 de setembro de 2011

Vocês não podem sair do confinamento do Bem e do mal e da Atração/Visão enquanto vocês não têm conhecimento do Espírito.
Este conhecimento do Espírito é a descida do Espírito Crístico, da Luz do Si, da Luz Vibral que, desde, como vocês sabem, algum tempo, agora, se revelou por fases sucessivas nesta Dimensão, tornando-lhes, de algum modo, a tarefa mais fácil, tendo permitido redirecionar, inverter, retornar e preparar uma espécie de metamorfose final, denominada, justificadamente, a passagem da lagarta para borboleta.
A lagarta não conhece absolutamente a vida da borboleta.
E, no então, no programa da lagarta, está inscrita a borboleta.
Não pode ser de outra forma.
Senão, vocês permaneceriam, infinitamente, lagarta.
IRMÃO K - 8 de agosto de 2011

Questão: na passagem da lagarta à borboleta, o casulo esvazia-se. A que corresponde essa fase de vazio?
A fase de vazio é a transição.
Isso não corresponde à morte, mas corresponde, realmente, à mudança Vibratória da passagem da lagarta à borboleta.
Isso é chamado o casulo.
Isso pode ser chamado, também, o mecanismo de estase ou, ainda, os Três Dias.
ANAEL - 5 de agosto de 2011

O que comuniquei agora é uma prévia, de algum modo, da intervenção do Arcanjo Miguel, amanhã, seguido de perto pela intervenção de Maria, ambos portadores do Manto Azul.
Os elementos que comuniquei não são destinados a fazer trabalhar seu mental, mas, efetivamente, para apreender o alcance do que se manifesta em vocês como, doravante, no exterior de vocês.
Aqueles que não viverem o Batismo do Espírito pela descida do Espírito Santo não poderão aceder à Luz Branca, ilustrando, inteiramente, o que dizia nosso Comandante: «o que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento».
Mas é a mesma realidade e a mesma Verdade para todo o mundo, para todas as formas de consciência existentes sobre esta Terra.
Isso é agora, como nós comunicamos.
Se vocês não percebem isso agora, apesar dos sinais patentes e importantes, o que fazer?
Então, sigam seu caminho porque, de qualquer modo, como sabem, a Luz venceu e nunca mais vocês conhecerão o confinamento e a limitação.
SRI AUROBINDO – 13 de abril de 2011



Cada vez mais seres humanos perceberão, de uma maneira ou de outra (ou em seus sonhos, ou em suas emoções, ou em seu mental e em sua própria razão), a transformação que está em curso que, como lhes disse nosso Comandante, pode exprimir-se, conforme o ponto de vista, segundo a visão da lagarta, que vê sua morte, ou segundo a borboleta a vir, que vê sua Ressurreição, seu Renascimento ou sua Liberdade.
IRMÃO K - 3 de julho de 2011

...a lagarta não sabe que existe uma borboleta; enquanto ela não tem da borboleta a presciência, e enquanto ela não tem da borboleta o impulso, ela não pode tornar-se borboleta.
E ela continua lagarta, indefinidamente.
Algumas borboletas vieram colocar-se no meio das lagartas.
Aí está um pouco o sentido da história e da Vibração Unitária.
Eu acrescentarei essas algumas palavras: a lagarta, quando da apropriação da Luz, crê que ela pode tornar-se borboleta, ao mesmo tempo mantendo a Vibração da lagarta.
Todos sabem que isso é impossível e que é necessária uma metamorfose total
IRMÃO K - 15 de julho de 2011

Questão: se há uma dissolução da consciência comum, das emoções, no que vem, sobrepondo-se a Consciência Unitária, como as lagartas poderiam ter medo?
Então, aí, cara amiga, é extremamente simples.
Quando você é uma lagarta, você tem o hábito do mundo das lagartas, não é?
Quer dizer que você come folhas, você está no solo e nada conhece do que acontece nos ares.
Portanto, para a lagarta, a borboleta é outra coisa.
A lagarta recebe um sinal que inicia, de algum modo, sua metamorfose para tornar-se, através do casulo, da crisálida, uma borboleta, não é?
E há uma transformação da Consciência em borboleta.
Mas o problema é que nem todas as lagartas têm, verdadeiramente, vontade de tornarem-se borboletas, porque, quando se está confinado, de modo extremamente sólido, rígido, nos condicionamentos limitadores (seja através de crenças, seja através de certo número de certezas ligadas à matriz), não se pode conceber que haja algo que seja da ordem da Luz, do outro lado, não é?
E é exatamente o mesmo processo que vai produzir-se, que SRI AUROBINDO havia detalhado (há vários meses), concernente ao Choque da Humanidade.
Aqueles que sabem e que já vivem as Vibrações passarão à borboleta sem problema algum, ou com um mínimo de problemas.
Em contrapartida, aqueles que estão nesse confinamento, nessa rigidez, ainda que falem de Luz, eles não a viveram ao nível Vibratório.
E, para esses, isso significa o fim da lagarta, mas eles não conhecem a borboleta.
Então, é um terror enorme.
E esse terror, ou essa ignorância, é uma estrutura Vibratória extremamente sólida, na qual não há possibilidade, para a Luz, de extirpar o Espírito.
E o Espírito continua, de algum modo, prisioneiro de suas próprias ilusões e das próprias projeções criadas nessa matriz.
Mas, como não haverá mais matriz dissociada, obviamente, todo o mundo tornar-se-á mais ou menos borboleta.
Há os que serão verdadeiras borboletas, e há os que serão, eu chamaria a isso, lagartas borboletas, quer dizer que eles terão asas, mas não poderão voar, ainda.
Eles têm necessidade de, como dizer..., refinar sua Vibração, para liberar-se, inteiramente, das ilusões, das crenças e dos confinamentos.
A prova, se vocês estivessem, todos, ao nível das Vibrações, na Luz, vocês viveriam, todos, já, a Unidade.
A Unidade não é algo que possa impor-se de si mesmo.
É um mecanismo sutil de Reversão da Consciência, que passa da consciência fragmentária (a consciência de vigília, a consciência do esquecimento, do sono, a consciência de sonho), para o quarto estado de Consciência, chamado Unidade ou Consciência Unificada (no qual não há mais qualquer separação).
E isso pode representar um choque terrível para a lagarta, de encontrar-se, de um dia para o outro, sendo outra coisa que uma lagarta.
Elas não estão preparadas para isso.
Não creiam que a metamorfose é feita assim, facilmente.
Ela se faz facilmente quando vocês viveram uma espécie de graduação Vibratória, e uma ampliação das Vibrações da própria Consciência, que lhes permite tocar (com um dedo, ou com vários dedos, digamos) esse estado de Unidade, o que lhes disse IRMÃO K.
O.M. AÏVANHOV – 3 de julho de 2011

Vocês não podem permanecer lagarta e ser, ao mesmo tempo, borboleta.
Vocês não podem se tornar borboleta e conservar a lagarta viva.
A morte do ego é isso.
Questão: isso significa que a lagarta seria peso e gravidade e a borboleta leveza e liberdade?
Essa é a estrita Verdade.
O Coração e a Consciência do Coração Unitário é leveza.
A consciência do ego é gravidade e sofrimento.
Não existe espaço para o sofrimento, na Consciência do Coração.
Nenhum.
UM AMIGO - 15 de julho de 2010

a passagem da consciência da lagarta para a Consciência da borboleta implica num sentimento de dissolução, chamado, nas diferentes tradições, de morte do ego.
UM AMIGO – 4 de agosto de 2010

Várias expressões foram empregadas, por mim como por outros Anciões, concernentes à lagarta e à borboleta.
A borboleta considera que a lagarta está morta.
Eu falei de justaposição da lagarta e da borboleta, porque é uma questão efetivamente de ressonância.
É como se a Vida viesse fecundar a morte e é exatamente assim que, do ponto de vista da Verdade absoluta da Luz, isso se produzirá.
Vocês têm, portanto, literalmente, um desafio e eu afirmo que é já enorme estar lúcido e consciente desse desafio, mesmo se esse desafio provoque ranger de dentes, crises.
Essas crises, esse desvendamento, esta revelação da poeira, como o diz Mestre Aïvanhov, é indispensável, porque não pode aceder ao Ser sem ver a Verdade de frente, ao mesmo tempo se despojando de todo julgamento, de toda emoção ou de toda implicação mental com relação ao que é observado.
Isso se chama também o acolhimento.
Acolher é ver, é se tornar claro e transparente com si mesmo.
UM AMIGO – 13 de agosto de 2010

Vocês devem, agora e já, portanto, aceitar, além do abandono à Luz, não mais dar pesos e corpo a qualquer crença, mesmo àquela que lhes permitiu existir mesmo em suas atividades, quaisquer que sejam.
Vocês devem aceitar viver o que têm a viver, sem tirar qualquer proveito, sem tirar qualquer interpretação, porque o proveito e a interpretação serão sempre o que lhes será sugerido pelo mental e não pelo Estado de Ser.
O Coração sempre foi dito suficiente a ele mesmo.
Ele é.
Ele não tem necessidade de ter.
Ele não tem necessidade de justificação e ele não tem necessidade de referenciais, quaisquer que sejam.
...
Passar do casulo, da lagarta, à borboleta, apenas se pode fazer desse modo.
SRI AUROBINDO – 6 de agosto de 2010

Questão: por que, nesse momento em que a lagarta se torna borboleta, há mais encarnações?
Minha Irmã, muito numerosos Espíritos desejam, efetivamente, viver de maneira efêmera este afluxo de Luz numa estrutura densa.
Essas encarnações são apenas temporárias.
Elas não comprometem o Espírito em algo de tão longo como a maior parte de vocês viveu.
Assim, essas encarnações, muito numerosas, são apenas o reflexo de inúmeros Espíritos, ao mesmo tempo para assistir a Ascensão da Terra e, ao mesmo tempo, para assistir, na carne, a chegada da Luz.
A experiência que vive a Terra, que vivem aqueles que estão encarnados e aqueles que não estão (a liberação de um universo), é um fenômeno, em resumo, raro porque, o que são oitenta e um universos no conjunto de universos e de Dimensões?
Mas este elemento raro acompanha-se de uma eclosão de Luz.
Esta eclosão de Luz, esse retorno a esta Clareza, esse vôo da Fênix é um momento único.
E muitos Espíritos livres, que não pertencem a esta Dimensão desde muito tempo, fizeram a escolha da carne para viver isso.
Os objetivos são múltiplos, mas, de algum modo pode-se dizer que todos esses Espíritos que se encarnam querem festejar um evento único.
SNOW – 20 de março de 2011

Toda a dificuldade, para os humanos, é aceitar que isso não é uma morte, no sentido que vocês o entendem em sua consciência fragmentada, mas uma liberação real e total.
O que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento.
Mas, definitivamente, não há morte, há liberação e encerramento de um processo.
O que morre é o antigo, o que morre é o que foi fechado.
O que nasce é o que é livre.
ANAEL – 21 de janeiro de 2011

Questão: você pode desenvolver sobre o que chama de “os casulos de Luz”?
É uma expressão.
Os casulos de Luz são simplesmente os corpos sutis.
O termo «casulo» é perfeitamente ilustrativo com relação à passagem da lagarta à borboleta, eis que a lagarta tece um casulo, não é?
E o casulo que vocês teceram está ligado às partículas adamantinas que vêm, literalmente, se calcar e tomar o lugar de seus diferentes corpos sutis.
Todas as palavras que empregamos, desde vários anos, são destinadas a conduzir ao agora, sem exceção.
O casulo querendo bem dizer o que isso quer dizer.
É algo para o interior no qual vocês estão fechados.
E o último casulo que é ligado às partículas adamantinas, às partículas que se agregam, essas radiações ionizantes, essas partículas de Luz da 5ª Dimensão, que se agenciam ao redor de vocês e que desencadeiam sensações que vocês têm, têm por objetivo queimar os casulos inferiores: o corpo etéreo, o corpo astral, o corpo mental e o corpo causal.
Se vocês não tiverem queimado esse corpo, vocês não podem aceder à Existência.
É o papel da Luz.
E, portanto, os outros casulos vão desaparecer.
O.M. AÏVANHOV – 9 de agosto de 2010

Recordem que a Translação Dimensional é a morte da lagarta e o nascimento da borboleta.
Vocês não podem ser ao mesmo tempo lagarta e borboleta.
Vocês devem colocar isso na cabeça e no Coração.
É como se falassem a morte, que, no entanto, os faz permanecer na matriz, e juntassem suas malas, suas vestes, dizendo: «eu quero levar do outro lado».
Mas não é possível e, para a Translação Dimensional, é ainda menos possível.
Vocês não podem levar a lagarta com vocês.
E quando falamos de final de Dimensão, eu creio que vocês ainda não compreenderam completamente o alcance Vibratório do que isso significa, uns e outros, aliás.
Se eu quisesse ser abrupto: preparem-se para entrar na Vida, ou seja, para morrer nesta vida.
É aqui que vocês estão mortos, não do outro lado.
O.M. AÏVANHOV – 19 de setembro de 2010

No ano passado, eu muito longamente exprimi (aliás, o que exprimi também em minha vida) a diferença entre a lagarta e a borboleta, mas, hoje, não se pode colocar a questão da Alegria.
Há duas maneiras de ver a partida de um ser humano.
A maneira da lagarta é dizer: «ele desaparece e, portanto, estou triste».
A maneira da borboleta é dizer: «ele sobe na Luz e é liberado».
E é o mesmo mecanismo que se produz, no entanto.
Mas, num caso, é a Consciência Dualista que se exprime e, no outro caso, é a Consciência Unitária.
Toda a diferença, hoje, está aí.
Enquanto vocês permanecem na Dualidade, há sofrimento.
Enquanto vocês permanecem na Dualidade, há oposição.
Se vocês vão na Unidade, há Vibração, há Alegria.
Não é algo que se decide na cabeça, é uma decisão do Coração.
O.M. AÏVANHOV – 19 de fevereiro de 2011

Mas recordem-se de que, porque a Luz desce cada vez mais, há reações a esta Luz pelo não acolhimento.
Há seres que vão entrar em formas de reações extremamente violentas à Luz.
Eles pensam que se liberam da dependência pela reação, mas a reação conduz apenas ao prosseguimento da Ilusão, porque ela mantém a Ilusão.
Portanto, cabe a vocês saber se querem permanecer lagarta ou fazer o casulo para tornarem-se borboleta.
E isso está aberto a todo o mundo.
O.M. AÏVANHOV – 20 de março de 2011

Questão: se o importante não é avançar, mas se transformar pelo abandono à Luz, nossos pequenos passos adiante seriam uma satisfação do ego? Em outros termos, é útil à lagarta avançar para se tornar borboleta?
A lagarta, primeiro, não avança para se tornar borboleta, ela pára.
O.M. AÏVANHOV – 3 de julho de 2010

Eu sou o Arcanjo que os faz ver de frente a Verdade do que vocês têm a passar e a superar.
É nesse sentido que o imaginário popular, em numerosas tradições, pôde me chamar, por vezes, o Anjo da morte.
Porém, não é assim, isso é devido apenas a uma incompreensão quanto à minha posição, quanto ao meu papel.
Eu sou aquele que, em sua linguagem, faz morrer a lagarta para permitir à borboleta aparecer.
RAPHAEL – 20 de maio de 2009


Sugestão da 1ª imagem do post: Suelly Ricci
Trechos extraídos das mensagens do site http://www.autresdimensions.com
Traduzidas para o português por:
Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com e
Zulma Peixinho http://portaldosanjos.ning.com
Seleção e Edição: www.mestresascensos.com

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