MA ANANDA MOYI - 21 de agosto de 2011 - Autres Dimensions

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- Ensinamentos da Estrela AL -

ÁUDIO mp3 ORIGINAL:


~ A CONSCIÊNCIA UNITÁRIA E O ESPÍRITO ~


Eu sou MA ANANDA MOYI.
Irmãos e Irmãs, que o Amor seja a sua morada e que a Paz esteja com vocês.

Em venho a vocês para tentar prosseguir o que eu disse, em parte, durante a minha última vinda entre vocês.
Eu venho completar, de algum modo, todos os conceitos relacionados com a Consciência Unitária, com o Espírito.
Nós vamos, portanto, caminhar juntos para tentar avançar na compreensão certamente intelectual, mas que irá lhes dar - eu espero - referências durante o seu retorno à sua própria Unidade, a fim de perceberem, de maneira clara, e de identificarem os sinais que refletem, de algum modo, o estabelecimento da Consciência Una.
Durante a minha última vinda, eu expliquei o que me acontecia, na minha última encarnação, no momento em que eu entrava em Samadhi, por tempos às vezes extremamente longos.
Nós vamos tentar, hoje, abordar uma etapa que se situa antes desse Samadhi, antes do acesso à Unidade, que eu chamei, de algum modo, de momento em que o Espírito se torna a Consciência Una, embora a expressão «torne-se» não tenha realmente sentido, na medida em que o Espírito é a Consciência Una.
Trata-se, portanto, de preferência, não de se tornar, mas de manifestar, aqui mesmo, onde vocês estão, um estado diferente.

***


Esse estado, antes de se instalar, fornece primícias.
Algumas dessas primícias já foram, aliás, dadas pela minha Irmã GEMMA, referentes à ‘noite escura da Alma’ e aos processos que, por vezes, são vividos de maneira difícil para uma Alma que se volta para o Espírito.
Isso foi chamado de diferentes modos: o Arcanjo ANAEL falou-lhes do Abandono à Luz.
Ele lhes falou da resistência à Luz porque, efetiva e atualmente, o conjunto da Terra vive um processo coletivo que foi iniciado e que atinge, em breve, a sua finalidade.
Eu vou lhes falar, agora, não de um processo coletivo, mas de um processo que os envolve, a todos vocês que me lerem ou que me escutarem, relativo ao que vocês chamam de andamento espiritual e de seu caminho espiritual.
O despertar da personalidade à espiritualidade é uma investigação que, logicamente, volta-se para um conhecimento.
Esse conhecimento é a necessidade de satisfazer um impulso da Alma para compreender os seus próprios mecanismos, as suas próprias regras na encarnação e, também, de encontrar um equilíbrio, independentemente dos nomes que sejam dados a esse equilíbrio.
Em todo caso, uma melhoria, um impulso da vivência comum para ir para algo melhor, para algo de mais amplo, que pode preencher, de algum modo, uma sensação natural de vazio que pode existir na Alma, a um dado momento da evolução da personalidade, neste mundo.
Então, naquele momento, a Alma vai se voltar, muito naturalmente, para o que é comum, na sua tradição, na sua cultura, para a sua própria religião ou, então, para as religiões que não pertencem à sua cultura, por afinidade.
Assim, portanto, a Alma vai se voltar para processos de adesão a culturas, a ritos, a orações, a cerimônias extremamente variadas, extremamente diversas, mas cujo objetivo é aproximar da Luz essa Alma em busca.
Muitos são os Anciões e as Estrelas tendo lhes comunicado que a Luz, a verdadeira Luz não era desse mundo, e que ver a Luz sob a forma de projeção não era aceder à Luz, mas viver, simplesmente, etapas intermediárias ou etapas que podiam mascarar, justamente, o acesso ao Espírito.

***
O Espírito não é uma busca.
O Espírito não é um estado comum.
A Consciência Una não é, tampouco, um estado comum para a humanidade e para qualquer consciência que evolui nessa humanidade.
A revelação do Espírito na Alma corresponde a processos que lhes foram desenvolvidos, chamados de basculamento, de reversões: o momento em que a Alma não se volta mais para a vida da personalidade para iluminá-la, não se volta mais para as suas próprias faltas e para as suas próprias necessidades, mas que capitula, de algum modo, para algo que é profundamente não habitual (no sentido de não comum, no nível da encarnação), ou seja, para o Espírito.
A Consciência Una - vocês compreenderam, porque isso foi desenvolvido amplamente e, talvez, vocês o viveram - é algo que nada tem a ver com a consciência habitual, aí tampouco.
A Consciência Una, em minhas palavras, é uma espécie de eliminação de toda distância, de toda separação, de toda ilusão que faz penetrar, diretamente, na Consciência, nesta Unidade, em todos os termos que lhes foram dados e empregados que refletem, de fato, a mesma Verdade.
Há uma determinada consciência - que é a consciência comum, própria do conjunto da humanidade - e há uma Consciência que, ainda na minha vida, era extremamente rara, expressando-se por sinais e manifestações totalmente não habituais, não costumeiras, totalmente fora do real comum, digamos, da vida da própria Alma na sua suposta evolução.

***

A Alma, de fato, tem necessidade de compreender os mecanismos e as engrenagens.
A Alma tem necessidade de projetar no exterior, na personalidade, uma série de elementos que se baseiam em princípios bem conhecidos que lhes foram desenvolvidos, como a atração, a visão, como a sideração da própria Alma neste mundo, em relação às suas próprias engrenagens, aos seus próprios desejos, aos seus próprios impulsos, mesmo denominados espirituais.
A Alma jamais conduz espontaneamente ao Espírito, porque ela se ocupa muito de mantê-los em uma evolução ligada a esta própria Dimensão.
Como lhes foi dito, o Espírito não tem qualquer lei em comum com as leis deste mundo encarnado.
O Espírito não é deste mundo e a Consciência Una não é, em princípio, deste mundo.
Então, podem existir Almas mais ou menos refinadas que têm descoberto, nelas, algumas capacidades ditas espirituais, algumas capacidades para evoluir de acordo com uma harmonia bem maior e bem mais leve do que pode propiciar uma personalidade, mesmo perfeitamente equilibrada.
Mas essa vida da Alma, mesmo a mais harmoniosa, jamais será a vida do Espírito porque as manifestações, porque a expressão da Consciência e da vivência e do conjunto de fatos e gestos da pessoa não são, de modo algum, as mesmas segundo as regras e as leis da Alma e segundo a regra e a Lei do Espírito.

***
A Alma sempre manifesta (e é o seu próprio princípio que a criou) uma noção de falta.
Alma - vocês podem imaginar, no seu idioma, em especial - tem a mesma ressonância que Amor, a mesma ressonância que matriz, a mesma ressonância que mamãe, como manifestação e é, aliás, a primeira parte do meu nome: MA.
Mas a Alma nada é do que vai conduzi-los ao Espírito, porque a alma, seja qual for a sua evolução, vai ter a tendência em perdurar na matriz, porque ela não conhece o que está fora dessa matriz.
Assim como a personalidade não pode, absolutamente, conhecer a lei do Espírito, nem mesmo vibrar no Espírito do mesmo modo, a Alma nada conhece do Espírito, porque, permanentemente, a Alma está voltada ao seu próprio desenvolvimento, à sua própria ramificação, se pudermos dizê-lo, na própria encarnação, das regras e engrenagens cada vez mais sutis existentes em uma Alma que manifesta uma sede de absoluto, que manifesta uma busca autêntica de bem, uma busca autêntica de estado interiorizado, de meditação, de Paz e mesmo de serenidade.
O Espírito nada tem a ver com tudo isso, porque o Espírito não se refere, de modo algum, a este mundo, no momento, nesta Dimensão.
O Espírito não é deste mundo.
O Espírito é uma Consciência que nada tem a ver com o próprio princípio e as leis da encarnação, do mesmo modo que ele estritamente nada tem a ver com as leis da Alma e com os princípios da Alma.
No nível do Espírito, existe apenas uma lei e apenas um princípio, que é a Luz Vibral, tal como vocês a denominam.
A Unidade é o que nós nomeamos, nós, no oriente, o Atman, ou seja, o princípio eterno, imutável, que é o mesmo, de toda a eternidade e que compartilha cada Consciência com o maná primordial.

***
Naturalmente, e vocês compreenderam: nem a personalidade nem a alma têm por vocação conduzi-los ao Espírito.
Apenas algumas Almas (que se nomeiam, elas mesmas, privilegiadas, com razão) como, por exemplo, a minha Irmã HILDEGARDA DE BINGEN, é que puderam estender-se no nível da sua Alma, para esse abandono ao Espírito, com uma tensão tal que a Alma, espontaneamente, reverteu-se, por essa própria tensão, desviou-se das leis da encarnação, não para fugir da encarnação, mas para penetrar, de algum modo, no mistério absoluto que está ligado ao que vocês chamam, no ocidente, de Deus, mesmo vocês sabendo que esse termo está impregnado de muitas Ilusões, de muitos erros e de muitas trapaças.
Então, A FONTE é outra palavra que vai substituir essa.
Nós falamos de Atman, ou seja, do que é imutável, eterno, indefinível, indescritível.
A particularidade é que o Espírito, mesmo sendo Um, encontra-se como multiplicado ao infinito e presente, como é dito em todas as tradições, no próprio interior do corpo do Ser humano encarnado.
Esse Atman (chamado, nas outras tradições, de gota branca ou de licor de imortalidade, chamado, também, por alguns místicos, no ocidente, de Fonte de Cristal, de Vajra e de outras denominações) pode também ser vivido, por algumas almas, por enquanto, no momento dessa reversão, como uma polaridade mais específica, por exemplo, a Shakti ou a Shekinah ou, ainda, como uma polaridade feminina, como uma suavidade específica.
Atman é, de fato, constituído de três partes, e isso é encontrado, é claro, em todas as culturas, em todas as tradições, em todas as religiões, até mesmo.
Esse princípio imutável está presente, do mesmo modo, em cada Ser humano presente sobre esta Terra, mas, enquanto ele não for descoberto, enquanto ele não for desvendado à consciência comum ele não pode, é claro, de modo algum, ser Vibrado, de modo algum, ser vivido e ter qualquer efeito transformador no princípio da personalidade e mesmo no princípio da evolução da Alma.
Aliás, frequentemente, a Alma tem tendência a conhecer-se, cada vez mais, sem, no entanto, pensar em se voltar para outra coisa.
Essa outra coisa que é o Espírito, porque toda a polaridade da Alma foi, de algum modo, desviada por princípios que lhes foram nomeados Arimânicos e Luciferianos.
Por princípios de divisão, princípios de confinamento, de cristalização que, progressivamente, levaram-nos, simplesmente, a essa noção de Dualidade ou de bem e mal, além de qualquer noção, até mesmo, de Unidade ou de algo de transcendente.

***
Existe, é claro, uma transcendência, no nível da Alma (em todo caso, vivida como tal), mas essa própria transcendência da Alma (que corresponde ao que eu chamei de refinamento da Alma), mesmo se isso puder conduzir, nesses casos específicos, como da HILDEGARDA, de quem eu acabo de falar, a viver esse abandono para o Espírito e, afinal de contas, relativamente raro.
De fato, basta inclinar-se nos mecanismos da revelação do Espírito, ocorrendo fora de qualquer busca de Alma e fora mesmo de qualquer refinamento da Alma.
De fato, sejam quais forem os povos, sejam quais forem as civilizações, seja qual for o sexo, seja qual for a idade, muitos Seres têm testemunhos desse Encontro com o Espírito.
Esse Encontro, no nível do Espírito, vai se expressar por uma perturbação total de todas as regras, de todas as atrações, de tudo o que fazia, até agora, a vida.
Alguns, é claro, descreveram perfeitamente esse processo de êxtase (se pudermos chamar assim), que transfere a consciência do seu habitual comum até uma transcendência total.
Esse comum está, de algum modo, completamente invertido, completamente devastado (é, efetivamente, a palavra que podemos empregar) por essa irrupção da nova Consciência em algo que, anteriormente, era marcado - mesmo se ali houvesse um refinamento - por um confinamento em uma vivência pessoal.
Mesmo essa vivência se inscrevendo em uma memória bem mais antiga de suas próprias vidas passadas, de seus próprios fenômenos ligados à encarnação ou ao refinamento da Alma e querendo compreender os mecanismos da psique, os mecanismos do mental, os próprios mecanismos da Alma.
Mas jamais isso permite a revolução da Consciência que se pode viver em meio à revelação do Espírito.

***
Quando ocorre a revelação do Espírito, há um acesso a essa desfragmentação, como isso lhes foi nomeado, há uma explosão total de todos os marcadores, há um estado em que tudo se dissolve, realmente, ou seja, que nada mais do que fazia a personalidade, naquele momento específico, existe mais.
Tudo se dissolve, não há mais sentido sequer da identidade, não há mais sentido sequer do que vai acontecer, no momento em que isso ocorre.
Há apenas um testemunho que é, efetivamente, essa Consciência Una do acesso ao Espírito, com esse Samadhi, com esse sentimento de fundir com o conjunto da criação e de se tornar, real e concretamente, si mesmo, a totalidade da criação.
Essa impressão é suficientemente potente para deixar, como vocês sabem, uma marca indelével na Consciência que é, de algum modo (tanto no nível da Alma, como da personalidade e do corpo), marcada a ferro quente por essa experiência.
Essa experiência, conforme o caso, vai se refletir de diferentes modos na sequência, e isso foi expresso de diferentes modos por muitos Seres sobre esta Terra.
Alguns perduraram nesse estado e puderam reencontrar esse estado, com toda saciedade, mesmo sem querer desencadeá-lo, mas ele se desencadeava, espontaneamente, sem mesmo buscá-lo: esse foi, por exemplo, o caso, durante a minha última encarnação.
Outros quiseram sair desse estado para poder descrever, de algum modo, a sua magnificência, tanto através de textos filosóficos como através de poemas, como através de composições artísticas, musicais ou outras.
Esse foi o caso daquele a quem vocês chamam de bem amado João que, após ter acedido a esse estado de Samadhi específico, de acesso ao Espírito, pôde dele fazer a descrição que vocês conhecem e pôde exprimir o refinamento da Alma, na sua totalidade.
Naquele momento, a Alma não está mais voltada para a personalidade, mas está voltada para o Espírito.
Porém, o que caracteriza a Alma voltada para o Espírito, ao mesmo tempo estando presente na encarnação e decidindo fazer viver a personalidade, é propiciar, de algum modo, uma vontade para construir um ensinamento, para construir uma nova vida, para construir um novo estado, um novo paradigma, uma nova religião, se preferirem.
E o bem amado João, quando ele foi SRI AUROBINDO, fez exatamente isso na sua vida, e isso é, eu penso, a ilustração perfeita, como tantas outras.

***
Hoje, as circunstâncias são profundamente diferentes porque, mesmo para aqueles de vocês que descobriram o Espírito há algum tempo, que dele viveram a experiência, obviamente existe, no nível desse Espírito, um sentimento e uma vivência, uma impressão, se preferirem, profundamente diferente, que está ligada ainda a essa etapa final que vive a humanidade, que está ligada ao seu retorno global à Unidade ou, em todo caso, à sua possibilidade de não mais ser cortado da Unidade e da FONTE.
Existe, portanto, hoje, nessa Reversão da Alma para o Espírito, algo de diferente, porque o impulso do Espírito, mesmo hoje, vai refletir-se pelo que eu chamaria de desidentificação total deste mundo.
Então, é claro, e isso também lhes foi dito, eu mesma fui, na minha vida, apoiada em meus estados de Samadhi, não unicamente pelos seres humanos que me cercavam, mas, também, por Entidades Celestes, embora, naquele momento, eu não tivesse a total consciência e lucidez disso.
Eles permitiram, efetivamente, que eu mantivesse um estado de Samadhi total durante várias semanas, vários meses, ou até mesmo vários anos, permitindo àqueles que se aproximavam, literalmente, banhar-se nessa Luz Vibral que vocês descrevem e vivem hoje.
Alguns Seres tiveram a capacidade para serem ajudados, efetivamente, para manterem um estado específico, mas permanecendo na encarnação.
Os mecanismos, hoje coletivos, são profundamente diferentes, uma vez que eles visam fazer sair o conjunto da humanidade dos mecanismos de confinamento, e a finalidade do Espírito não é, de modo algum, a mesma.
Existem, portanto, acessos que eu qualificaria de progressivos para a experiência da Unidade, para a experiência dos diferentes Samadhi possíveis, que permitem, progressivamente e agora, eu diria, cada vez mais rapidamente, um processo de desengajamento.
Compreendam, efetivamente, que quando eu falo de desengajamento ou de desidentificação, não se trata de uma renúncia à vida, não se trata de uma renúncia a quaisquer manifestações da vida comum, mas, efetivamente, de uma transcendência, total e absoluta, das suas contingências, chamadas de afetivas, sociais, emocionais e outras.
De fato, o Espírito, na sua característica presente da humanidade, é capaz de descristalizá-los, de desengajá-los e de desidentificá-los de tudo aquilo a que vocês estavam engajados e identificados.
E compreendam, efetivamente, que quando eu expresso essas palavras, eu não falo de uma renúncia pela vontade a qualquer implicação na vida social ou na vida, seja qual for, da personalidade, mas, efetivamente, de uma lucidez total da Ilusão.

***
Naturalmente, durante a minha vida, isso não era possível, o que quer dizer que havia apenas duas escolhas: ou aquela de estar no Maha Samadhi, na dissolução da Luz (e deixar esse corpo para aqueles que dele se ocupavam), ou voltar aqui e provar a nostalgia desse sentimento de Maha Samadhi que eu vivia em outros momentos, ao mesmo tempo manifestando a mesma paciência, o mesmo Amor e a mesma qualidade, se pudermos dizer, da minha própria Alma.
Hoje, é profundamente diferente, porque o que vocês são levados a concretizar e a conscientizar-se vai a algo de profundamente diferente, porque não há necessidade coletiva de manutenção do que quer que seja de ilusório, do que quer que seja pertencente à personalidade e à vida, no momento, como vocês sabem, em que a Terra tiver decidido.
Mas não é a vocês que cabe decidi-lo porque o Espírito jamais irá lhes pedir isso e, sobretudo, agora.
Obviamente, existiam, há alguns anos, impulsos da Alma que muitos de vocês viveram e que preparam o encontro com o Espírito, ou seja, para mudar disso, mudar de lugar, mudar de ambiente, mudar de condições de vida, no sentido mais amplo.
Hoje, não é mais tempo, é claro, de mudar e de viver os seus impulsos da Alma.
É questão de ir ao impulso do Espírito, o mais diretamente possível.

***
Não é necessário, portanto, obstruir-se de qualquer impulso da Alma que lhes diria para parar isso, para prosseguir aquilo, mas, simplesmente, realmente, para deixar-se imergir pelo Espírito.
Essa imersão, em meio ao Espírito, reflete-se, é claro, por primícias.
Essas primícias, vocês as conhecem, são: a Alegria, o sentimento, de repente, de não mais existir no sentido do eu, de não mais existir no sentido das suas atividades comuns: uma forma de pequena morte ou de pequeno Samadhi que são, de fato, as primeiras etapas que irão levá-los ao Samadhi final ou Maha Samadhi.
Apreendam, efetivamente, que tudo isso é possível (e cada um de vocês o vivem, por toques sucessivos, por toques progressivos e, para alguns, de maneira brutal, também), mas que, quanto mais o tempo avançar, no nível do seu calendário, mais isso vai se tornar, eu diria, evidente, ou mesmo violento.
Isso quer dizer que não será mais possível, para aqueles que iniciaram o caminho de retorno à Unidade, resistir ao impulso do Espírito.
E isso, também, foi dito a vocês.
E vocês irão constatar que existem momentos, instantes e tempos em que vai se tornar cada vez mais difícil para vocês manterem uma atividade comum, seja ela qual for.
Isso faz parte, efetivamente, da transformação.

***
É claro, se isso não chegar a vocês, vocês não têm que buscá-lo porque, isso, vocês não irão encontrar.
Mas se isso acontecer na sua vida, evidentemente que se trata de um apelo do seu Espírito, de um apelo da Alma que começa a voltar-se para o Espírito e que, como eu disse, se desengaja e deixa de se identificar com todas as interações que podiam existir na personalidade ou mesmo na vida da Alma.
Cada um, nesse nível, no seu próprio ritmo.
Cada um, nesse nível, vive a experiência que deve viver, no momento em que deve vivê-lo.
É nesses momentos, aliás, que o princípio de resistência não deve trabalhar, pois é assim que vocês irão mostrar, por vocês mesmos, pelo que vocês adotarem nesses momentos como escolha, como decisão, como comportamento, como atitude, que vocês irão demonstrar, a vocês mesmos, a sua capacidade para viver no Espírito ou não.

***
Como São João havia dito: «haverá muitos chamados».
E houve muitos chamados, uma vez que a totalidade da humanidade será liberada.
Mas haverá poucos Escolhidos.
O que entendemos por escolhidos?
Nós não entendemos, com isso, pessoas que sejam superiores, Almas que sejam superiores a outras, mas, simplesmente, Seres que fizeram a livre escolha de retornar à Unidade, ao Espírito e, sobretudo, à multidimensionalidade.
De tudo isso, vocês já sabem.
O importante é compreender que as primícias que vocês vivem, para alguns de vocês (e que vão se tornar cada vez mais invasivas em suas vidas), demandam, da parte de vocês, uma atenção toda especial porque, de fato, se a Luz chamá-los à Vibração, se a Luz impedi-los de realizar tal tarefa, o que vocês farão?
O que vocês fariam se, por exemplo, numa manhã, vocês pegassem o seu automóvel e o apelo do Espírito os colocasse em um estado de Samadhi tal que vocês não pudessem mais pegar o seu automóvel?
O que vocês vão fazer?
É bom, talvez, colocarem-se as questões agora, porque isso pode pegá-los desprevenidos (e isso irá tomá-los, necessariamente).
Isso não quer dizer, de maneira instantânea (pondo em jogo a sua vida, por exemplo, se vocês conduzirem um veículo), mas, simplesmente, vocês irão sentir, de maneira cada vez mais premente e viva, esse apelo do Espírito para voltar-se à Consciência Una e tornar-se essa Consciência Una.
E é nessa etapa (sejam quais forem, como lhes foi dito, os elementos que serão trazidos à sua vida) que vocês deverão manifestar toda a lucidez necessária e fazer as escolhas necessárias para viver o que vocês têm que viver.
É claro, é nesses momentos que é necessário estar Consciente e lúcido porque, obviamente, a natureza da personalidade, da Alma, é feita de modo que, enquanto ela não viver esse estado, ela diz buscá-lo.
Mas, assim que esse estado chega, é claro, a Alma logo faz esquecer (e a personalidade ainda mais) que é o apelo do Espírito que surge.

***
O apelo do Espírito não é um impulso como o impulso da Alma.
O impulso do Espírito ou o apelo do Espírito reflete-se por esse mecanismo de deslocamento da sua Consciência, da sua pequena pessoa, das suas atividades comuns, mesmo as mais normais, mesmo as mais úteis, se vocês quiserem empregar essas palavras.
Mas, naquele momento, é preciso estar lúcido do que acontece em vocês.
É preciso estar lúcido de que, naquele momento, vocês vivem, literal e realmente, um apelo do Espírito.
Então, esse apelo do Espírito, é claro, vocês irão vivê-lo cada vez mais nos momentos de alinhamento, sejam coletivos ou individuais.
Vocês irão vivê-lo, também, como eu o disse, de modo inesperado, abruptamente e requerendo, de algum modo, uma parada da pessoa, uma parada do corpo, uma parada da personalidade e mesmo do que vocês estavam prestes a realizar como atividade.
Naquele momento, e de modo cada vez mais palpável, eu diria, vocês irão perceber modificações fisiológicas cada vez mais nítidas.
Eu não falo de percepções Vibratórias da Luz Vibral (sob a forma de formigamentos ou de zonas de ressonâncias), mas eu falo, realmente, de modificações de ritmos fisiológicos, em primeiro lugar dos quais, é claro, a respiração, o ritmo cardíaco e a sensação de adormecer ou de flutuar e, também, o aumento de percepções Vibratórias, é claro, mas, também, realmente, a sensação de que a sua Consciência escapa a vocês.

***
É naqueles momentos que vocês correm o risco de viver o que é chamado de ‘a noite escura da Alma’ (que foi desenvolvido por GEMMA), pois é nesses momentos que a Alma sente que ela é chamada a outra coisa além de animar o corpo e a personalidade.
E ela é chamada a voltar-se para o Espírito, e isso é um luto para ela, também, para fazer, que é um mecanismo de Reversão.
Então, esse mecanismo de Reversão pode durar alguns minutos, ocorrer ou não, mas ele pode, também, instalar-se de maneira não duradoura (uma vez que vocês estão em tempos específicos), mas de maneira suficientemente longa para perturbar, até mesmo, a base do seu processo espiritual.
A um dado momento, alguns de vocês correm o risco de encontrar-se confrontados com um sentimento de vazio extremamente importante.
Isso é muito bom sinal porque, assim que o momento em que surgir esse vazio e em que a Alegria parecer deixá-los, isso quer dizer que vocês estão prontos, realmente, para a verdadeira Alegria, na totalidade, paradoxalmente.
Dessa maneira, então, não é necessário alarmar-se com coisas que poderiam lhes parecer, em princípio e em um primeiro momento, contrárias à Luz.
Assim, um evento traumatizante que possa sobrevir hoje na sua vida, seja ele qual for, sem qualquer exceção (podendo mesmo pôr em jogo o que vocês denominariam o seu prognóstico vital, o que vocês denominariam a sua sobrevivência, o que vocês denominariam, simplesmente, a sua vida e as suas relações), não é o reflexo de uma perda, mas é, efetivamente, o reflexo de algo que lhes foi tirado para encontrar o Espírito.
Saibam e reconheçam que a Inteligência da Luz, nesse caso, é absolutamente total e que é nesses momentos (vocês, que buscaram e experimentaram os Casamentos Celestes ou outras experiências místicas ou meditativas ou de oração) que vocês estão mais perto do Espírito.
E se, naquele momento, vocês aceitarem não se pôr, vocês mesmos, a pressão, não quiserem sair desse estado, mas ir até o extremo do que a Vida propuser, então, seguramente, de repente, vocês irão viver o Espírito.
Mas, agora, se vocês não viverem isso, significa que a sua Alma, talvez, decidiu diferentemente e que ela tem necessidade dessa FONTE, que ela tem necessidade de estar reconectada com o Espírito, mas que ela decidiu prosseguir a sua existência fora da Unidade, ao mesmo tempo estando conectada com a Unidade, ou seja, prosseguir o jogo da encarnação, a fim de experimentar, sempre mais, mas nunca mais como até agora, ou seja, cortada do Espírito.

***
Então, seja o que for que vocês tiverem que viver nesse período, seja o que for que a Luz os fizer viver, seja o que for que o outro os fizer viver, seja o que for que as circunstâncias da sua vida fizerem vocês viver, jamais joguem a toalha por nada.
O que eu quero dizer com isso é que, através desse face a face, como lhes foi dito, desse face a face final, vocês vão encontrar, em vocês, os elementos mais potentes de resolução da Dualidade, seja qual for a finalidade, seja qual for a sua evolução nos mundos unitários, quer seja na Unidade, quer seja nos mundos de carbono, quer seja na perpetuação desse corpo em outro espaço-tempo.
Então, tranquilizem-se, nada há que temer nem que recear nas circunstâncias comuns da sua vida porque, lembrem-se: mesmo o que lhes é deixado manifestar e viver nesse período específico, irá conduzi-los, de maneira formal e certa, para onde vocês devem ir.
Então, mesmo se vocês forem levados a viver uma noite escura da Alma, se vocês forem levados a viver um luto, se vocês forem levados a viver algo que lhes pareça como terrível, não permaneçam nesse nível.
Não fujam do que lhes é apresentado.
Não fujam do que lhes é deixado ver.
Não fujam do que lhes é deixado viver.
Não fujam do que lhes é deixado enfrentar ou confrontar, mas vão além disso.
Atravessem isso com uma certeza inabalável de que, atrás desse evento, encontra-se o Espírito, inteiramente.

Cada um e, antes mesmo de vocês poderem viver, potencialmente, esses estados ou esses eventos, vocês serão informados, vocês irão viver as primícias do Espírito.
Isso está inscrito no calendário da Terra, isso foi inscrito em inúmeras profecias e isso se foi deixado viver a alguns Seres.

***
A chegada da Luz, a destruição total de tudo o que é ilusório, a vivência da Luz, a vivência de uma relação diferente entre os Seres humanos, tudo isso serão sinais importantes de que a Luz começa a trabalhar no seu estabelecimento sobre esta Terra.
Eu não falo, é claro, de sinais visíveis aos seus olhos e à sua visão etérea, que são cada vez mais patentes.
Eu não falo de sinais físicos da Terra que, eles também, são cada vez mais patentes, mas eu falo, realmente, da sua Consciência.
E lembrem-se de que esses momentos poderão parecer-lhes os mais difíceis (no nível da personalidade ou da Alma) e, para outros, também, muito fáceis, tudo depende, aí também, do seu estado de Abandono, do seu estado de doação de si mesmo à Luz.
Assim, vocês irão se aperceber de que, independentemente do que vocês viverem, seja qual for a intensidade que lhes for proposta pela Luz, vocês irão saber que a Luz sempre está por trás, sem qualquer exceção, porque a finalidade é a Luz, desta vez, e não a reencarnação infinita, e não a purificação infinita de um Karma, mas, efetivamente, uma Alegria inefável da reconexão com a Verdade.
Então se, simplesmente, vocês conseguissem tomar um pouco de recuo e não imergir-se, inteiramente, no que a Luz os faz viver no seu face a face, na sua noite escura ou na sua saída (por essa desidentificação) ou nesse desengajamento da sua própria vida, por momentos.
Se vocês forem capazes de viver isso com serenidade, sem ali envolver-se, de maneira alguma, sem qualquer vontade (um pouco como um espectador, um pouco como um observador), sem envolver-se, mas permanecendo centrados em si mesmos, vocês verão que isso não tem qualquer tomada sobre o que vocês são.
Esse corpo não pode mais ter tomada sobre o que vocês são, mesmo sendo nesse corpo que vocês devem viver a sua transformação, se vocês estiverem aí ainda.

***
Então, é claro, tenham em mente as minhas palavras, do mesmo modo que o IRMÃO K, durante a sua primeira vinda entre vocês aqui, há alguns meses, havia dito que ele falava por antecipação da Liberdade e da Autonomia, a fim de prepará-los para a Liberdade e para a Autonomia.
Do mesmo modo, as palavras que eu empreguei esta noite são uma preparação para o que vocês têm que viver.
O que vocês têm que viver, eu volto a esclarecer, vocês têm que atravessar e, se vocês têm que atravessar, não é nem uma retribuição nem uma punição, nada de tudo isso, não é um karma, são, simplesmente, as condições ótimas, para vocês, para ir para a sua Liberdade e absolutamente nada mais.
Não vejam e não busquem aí, como lhes foi dito, nem culpa nem satisfação (se esse estado for agradável), nem qualquer vingança nem qualquer retribuição de nada.
São, simplesmente, as circunstâncias da instalação da Luz, para vocês, que estão ao mais exato do que vocês são, mesmo se, em alguns momentos, isso possa parecer-lhes tão afastado do que vocês buscavam ou do que vocês esperavam ou mesmo do que vocês já têm vivido.
O que eu quero dizer com isso, também, é que cada Ser humano não irá viver, necessariamente, o processo do mesmo modo: esse choque da humanidade que começou vai ser vivido, é claro, de modo profundamente diferente para cada um, e eu diria que será mesmo profundamente diferente do que vocês podem ainda imaginar, esperar ou temer.
Então, nada há para esperar.
Nada há para temer.
Há, simplesmente, que viver o que há para viver, estando centrados, inteiramente, na Luz e no Ser que vocês são, além de tudo o que é dado a atravessar.
Aí estão os poucos elementos que eu tinha para dar a vocês.
Se existirem questionamentos suplementares em relação ao que eu acabo de dizer, sobre essas primícias e essas etapas que se revelam agora, eu os escuto com grande atenção e grande prazer.

***

Questão: nesse processo, onde se situa o Encontro com CRISTO?

Como lhes foi dito, anunciado e enunciado de diferentes modos: a Porta posterior de CRISTO está aberta.
Ele virá, como Ele havia dito, como um ladrão na noite.
Ele virá muito em breve, mas cada um pode viver esse Encontro com CRISTO, com o princípio da Unidade, com o Atman, a qualquer momento.
Isso pode se situar tanto antes do choque como depois do choque.
É diferente para cada um, não a título individual, mas é diferente para diferentes grupos de Almas.
Alguns grupos de Almas irão vivê-lo agora, muito perto, outros irão vivê-lo depois do primeiro impulso da Luz visível aos olhos de todos, e outros irão vivê-lo, unicamente, no final.
Seja como for, o momento em que vocês irão viver isso pertence a vocês e assinala, para vocês, por vezes, uma facilitação e, por vezes, não.
Isso nada vai mudar no processo que há para atravessar e que vocês têm que atravessar, que é o seu.
Algumas Almas têm necessidade da suavidade, do Amor de CRISTO, personificado ou não, para poder atravessar o que têm que atravessar, mais facilmente.
Outras, ao contrário, não têm que viver isso para atravessar o que elas têm que atravessar, porque isso seria mais um freio do que outra coisa.
Aí também, tenham confiança na Inteligência da Luz.

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Questão: o Encontro com CRISTO é o momento em que estamos na Unidade de maneira definitiva?


Minha Irmã, olhe, por exemplo, nos escritos do ocidente, olhe aquele que foi chamado de São Paulo, bem depois do seu encontro no caminho de Damasco: ele permaneceu no mesmo estado após o seu encontro?
Não, ele mudou de caminho, ele mudou a Consciência dele.
Mas ele estava, no entanto, na Unidade, após o seu reencontro com CRISTO?
Todos os Seres que viveram sobre esta Terra e que reencontraram a Luz (seja Krishna, Cristo, outros nomes, não importa), todos eles estiveram depois na Unidade, de maneira definitiva?
Eu apenas exprimi exatamente o contrário, por exemplo, falando do meu Irmão SRI AUROBINDO.
Para alguns, isso pode ser uma ajuda e, para outros, talvez não, isso pode até mesmo ser um freio.

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Questão: por que viver episódios de Samadhi cada vez mais curtos e raros?


Aí também, minha Irmã, não há explicação.
Aí também, não há nem retribuição nem punição.
Há apenas a exata lógica da Luz Vibral em você.
Alguns seres (e isso lhes foi dito pelos Anciões), se os deixássemos estabelecer-se no Estado de Ser deles, inteiramente, eles não voltariam, simplesmente, sobre este mundo.
Mas é aqui que vocês são úteis.
É necessário, também, apreender que o Samadhi não é o objetivo.
Samadhi é, simplesmente, a consequência da Consciência Una, não é algo a buscar nem que querer experimentar.
Esse Samadhi acompanha a Consciência Una de diferentes modos, e existem, aliás, múltiplos Samadhi, de múltiplas formas.
O mais importante, além de qualquer Samadhi, é manter (sem desejá-lo realmente, mas simplesmente constatar, em si) a Presença da Alegria a cada Sopro.
Se a Alegria permanecer, sejam quais forem as circunstâncias da sua vida, então, vocês não terão dificuldade alguma, quando chegar a hora para vocês, de estabelecer-se na sua Unidade e no Maha Samadhi.
Mas, como vocês todos constataram, quando uma experiência é vivida, seja ela qual for, mesmo a mais majestosa e a mais unitária, a personalidade e a Alma querem reviver isso.
É claro, como vocês todos constatam, geralmente, isso não se vive de novo, por uma razão que é simples, que eu exprimi exatamente antes: se oferecêssemos a vocês a possibilidade de se instalarem definitivamente nesse estado, absolutamente não haveria mais qualquer razão para que vocês estivessem presentes na superfície desta Terra, dadas as circunstâncias atuais coletivas da Terra, pois o objetivo não é esse, e vocês sabem disso.
Lembrem-se de que vocês estão aí para todos os outros.
Realizar o Si é sair do eu.
Realizar o Si é compreender e viver que todos os outros, sem qualquer exceção, são apenas vocês mesmos, não como uma aceitação mental ou espiritual, mas, efetivamente, como uma vivência real.
Com base nisso, em nome de que vocês deixariam partes de vocês mesmos na Sombra?
O importante, durante uma experiência (mesmo a mais majestosa ou a mais frustrante), durante um acesso à Unidade, é o princípio de Reversão da Alma, o princípio de Reversão do triângulo Luciferiano (da cabeça, se preferirem) para o Espírito.
O Espírito, então, voltou a fecundar a matéria, portanto, ele revivificou a matéria.
A reconexão com a experiência vivida (a sua ou aquela de alguém mais) é o próprio fundamento da experiência.

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Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.

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Então, caríssimos Irmãos, caríssimas Irmãs, vamos viver, juntos, um momento de Comunhão.
Esse será o meu modo de render Graças pela sua presença, pela sua escuta e pela sua disponibilidade.
Eu lhes digo, portanto, até breve, e vivamos então, juntos, a nossa Comunhão.


... Efusão Vibratória ...


MA ANANDA os ama e saúda vocês. 


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Mensagem da Amada MA ANANDA MOYI no site francês:
21 de agosto de 2011
(Publicado em 22 de agosto de 2011)

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 Versão para o português: Célia G.  http://leiturasdaluz.blogspot.com
Postado por Célia G.

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Transcrição e edição: Andrea Cortiano e Zulma Peixinho


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