IRMÃO K - 20 de agosto de 2011 - Autres Dimensions

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- Ensinamentos de Jiddu Krishnamurti -

ÁUDIO mp3 ORIGINAL:

~ RESISTÊNCIA À LUZ VIBRAL ~
Eu sou IRMÃO K. 
Irmãos e Irmãs, que o Amor e a Paz estejam com vocês.
Antes que eu comece a falar do que eu tenho que dar a vocês, esta noite, vivamos alguns minutos de Comunhão, juntos.
Eu irei me exprimir, logo depois, sobre o que eu chamei de resistência à Luz Vibral, correspondendo a mecanismos que podem desenrolar-se, atualmente, na sua Consciência como no conjunto das Consciências da humanidade.
Então vivamos, primeiramente, a nossa Comunhão.

... Efusão Vibratória ...

*** 

Irmãos e Irmãs, desde alguns meses deste tempo terrestre, eu me comunico com vocês e entrego, ao mesmo tempo, uma série de elementos referentes à Consciência.
Sua natureza, sua manifestação, seus diferentes estados.
E além mesmo desta Consciência, os elementos que tendem a perceber as suas transformações, permitindo-lhes passar e viver, de algum modo, uma Transmutação essencial.
Até agora, o conjunto dos Anciãos, das Estrelas, falou-lhes de um elemento fundamental, denominado a escolha, a Liberdade, a Graça.
A orientação da Consciência entre dois lados que, até agora, podiam (e isso era desejável) justapor-se e permitir à própria Consciência experimentar, de alguma forma, áreas da própria Consciência, diferentes.
Algumas experiências puderam ser realizadas, entre vocês, ou através dos processos de alinhamento que vocês realizam em comum, ou no seu caminho pessoal de vida, ou na ocasião de uma prática, seja ela qual for.
O conjunto do que é manifestado tem lhes permitido, a muitos de vocês, experimentar, com mais ou menos clareza, mais ou menos importância, esses estados múltiplos do Ser ou esses estados múltiplos da Consciência.
E ao longo de todos esses anos, foram consideradas escolhas, acompanhamentos e coisas a conduzirem, permitindo-lhes ir para o que vocês podiam e deviam ir, em função de vocês mesmos.
As circunstâncias da humanidade, hoje, são aquelas que vocês se preparam para viver, e que então eu já relatei na minha última intervenção com vocês.
Esse momento, chamado de Choque da Humanidade, revela-se para cada um de vocês, em função da sua vida, em comportamentos que lhes são próprios.
Mas este comportamento vai se sintonizar, dentro de pouco tempo, com o comportamento coletivo, eu diria.
Naquele momento, ninguém sobre esta Terra, nenhum Irmão, nenhuma Irmã, poderá ignorar, mesmo se ele rejeitar, um processo novo, totalmente inédito, totalmente Desconhecido, totalmente diferente do que a Consciência pôde explorar comumente, que virá, de alguma maneira, modificar a própria percepção da Consciência, no nível individual como no nível coletivo.

*** 

É durante este período particular que vai aparecer, a título individual como a título coletivo, e principalmente a título coletivo, o mecanismo de resistência à Luz Vibral.
O ser humano, na sua estrutura atual, confinada e confinante, vive em um contexto particular.
Este contexto particular é especialmente limitado no que eu denominaria ‘área da Consciência’, área de percepção da Consciência, área de experimentação da Consciência.
Onde o que é característico (e isso foi objeto de uma das minhas comunicações) (ndr: ver a canalização do IRMÃO K de 04 de agosto de 2011 (1)), é chamado de fragmentação, de distanciamento.
A consciência de um ser humano encarnado atualmente é uma consciência que vive separada do conjunto das outras consciências.
Mesmo nos processos e nas experiências realizadas e vivenciadas por muitos (propiciando uma vivência particular, diferente, da consciência), raramente a desfragmentação é total, permitindo à consciência imergir-se no Todo, no conjunto das Consciências existentes.
A resistência à Luz Vibral, a resistência ao que está vindo, está inscrita, pela própria natureza da consciência finita, nas estruturas finitas do ser humano, não se comunicando com o interior de outra coisa do que o que é permitido.
O que é permitido corresponde a uma gama de frequências (seja qual for o modo que se queira nomeá-las) que se exprime através de crenças, através de emoções, através de adesões, através de relacionamentos e de comunicações.
Essas comunicações ocorrem em uma banda de frequências que está privada, eu diria, do que é, obviamente, Desconhecido, e do que é, o que eu diria, por outro lado, a norma, nos Mundos Unificados.

***


A consciência limitada, fragmentada, exprime-se através de um princípio essencial (que, aí também, eu fui levado a desenvolver) (ndr: ver as canalizações do IRMÃO K dos dias 06 e 07 de julho de 2011 (2)), que é o princípio da falsificação pelas forças e pelos princípios Arimânicos e Luciferianos.
Tendo, de algum modo, dicotomizado a própria Consciência, primeiro dela mesma na sua Unidade, mas depois dentro de uma projeção denominada Bem / Mal (ndr: ver a canalização do IRMÃO K de 08 de agosto de 2011 (3)).
 Fazendo com que absolutamente toda gama de experiências possíveis seja, unicamente, referenciada em relação a esta noção de Bem e de Mal, mesmo o ser humano não tendo sempre a consciência disso.
Uma série de regras, uma série de leis, é oriunda, aliás, desta ação do Bem e do Mal permanente, deste princípio de oposição, de Dualidade entre Áriman e Lúcifer, no plano arquetípico.
E que se expressa, portanto, pelo conjunto de vivências da consciência chamada de personalidade, que eu denomino consciência dissociada, separada, dividida.
Independentemente das denominações que se queira fantasiá-la, isso corresponde sempre a uma expressão limitada do que é a Vida e do que é a Consciência, na Verdade, quando ela não é mais seccionada, separada, seja do que for.

*** 

Neste confinamento, o ser humano, de maneira geral, o conjunto dos Irmãos e das Irmãs, habitua-se, de alguma forma, a viver segundo essas normas e segundo essas regras.
E como nós lhes dissemos, as normas e as regras deste mundo não são as normas e as regras que existem, e que são comuns, eu diria, em meio ao Espírito, nos Mundos da Unidade.
Esquematizando, eu diria mesmo que o Espírito se opõe, integralmente, à carne.
As Leis do Espírito e da Consciência Unitária estão em constante e flagrante oposição, em contradição, com a consciência fragmentada.
Naturalmente, existe, há anos, para muitos seres humanos, e em todos os momentos, a capacidade, para alguns seres, para sair, de uma maneira ou de outra, desta consciência ilusória, fragmentar, projetada.
A descrição então, como isso foi dito, vai tomar, é claro, a coloração da época, a coloração da cultura do ser humano que vive esta saída da projeção, que compreendeu isso no Si.
Mas, globalmente, ali sempre se encontra, em terminologias e em formulações profundamente diferentes, a mesma Essência, eu diria, a mesma quintessência da vivência, que é chamada de não separação, de não separatividade (em termos muito simples, a Unidade, ou se vocês preferirem, a Luz Vibral).
A Luz Vibral, a Unidade, não é deste mundo, é claro, já que a Unidade foi excluída pelo próprio princípio de falsificação, da vida deste mundo.
E este mundo evolui (se tanto é que podemos falar de evolução, pois esta evolução existe em meio a contextos definidos e não em meio ao ilimitado e ao infinito), propiciando uma evolução aparente da alma, fazendo com que a pessoa (esta consciência fragmentada, evoluindo ela mesma nesse contexto) tenha a impressão de progredir para uma forma de liberação.

*** 

Lembrem-se de que a consciência fragmentada sempre tem por vocação continuar, de qualquer forma, perpetuar (ignorando ainda os limites da encarnação, de algum modo) esta própria fragmentação, mas simplesmente colocando a Luz no local, nesta fragmentação.
E, ali, colocando o novo no antigo.
Aquele que vive o acesso à Unidade, na totalidade, compreende bem depressa, e vive bem depressa, que ele não pode fazer algo de novo com o antigo.
Existe então o que eu denominaria um cenário que se estilhaça, quer este cenário esteja situado no nível das crenças, no nível das emoções da própria pessoa, dos seus relacionamentos, das suas comunicações.
O cenário, efetivamente, estilhaça-se, permitindo então descobrir o aspecto ilimitado da Consciência.
Evidentemente, existem, na própria consciência fragmentada (pelo hábito, pela aplicação de regras que são aderidas assim que a consciência ali se apresenta e vão se manifestar, de algum modo), limites e freios visando, como eu disse, então, perpetuar esta consciência fragmentada, além do nascimento e da morte.
Permitindo então, à alma, descobrir-se, de alguma maneira, imortal.
Descobrir o jogo da reencarnação que está, ele também, inscrito na fragmentação deste mundo, mas absolutamente não no contexto infinito e ilimitado das Leis do Espírito, onde, na realidade, a única Lei é a Graça.
O princípio de retribuição, denominado karma, ação/reação, introduz um princípio de aperfeiçoamento.
Ora, como (e isso também eu disse) o que é perfeito e pleno, por Essência, tem necessidade de algum aperfeiçoamento, de alguma melhora?
Visto que já é pleno e já é perfeito, por Essência e por natureza, e desde o infinito da Criação.
Aí está o primeiro paradoxo.
Mas, é claro, a alma, submetida às leis da Atração (que eu desenvolvi), vai contribuir ela mesma para o seu próprio confinamento, na negação do Espírito ou, em todo caso, das Leis do Espírito, fazendo apenas leis de confinamento e de contextos definidos pelo próprio confinamento, pela própria alma, e pela própria personalidade.

*** 

O processo que vem, vocês compreenderam, refere-se e vai se referir, doravante, à totalidade dos seus Irmãos e das suas Irmãs, e pode-se dizer à totalidade da humanidade, até mesmo à grande maioria daqueles que, até agora, podiam se encontrar na recusa, na negação ou na rejeição desse princípio de confinamento.
E essa era a sua verdade, até agora.
Chega um momento, e esse momento é iminente, em que a verdade de cada um vai encontrar-se confrontada com uma Verdade, eu diria, de outra natureza, não pertencendo à sua verdade individual, e eu diria ainda, não tendo a ver com sua verdade individual, ou com a verdade deste mundo confinado, ou com os contextos deste mundo confinado.
Fazendo, por assim dizer, estilhaçar-se esse contexto definido, até mesmo, do confinamento.
Como outros Anciãos disseram, progressivamente, os véus do isolamento, no nível coletivo, foram, pouco a pouco, desintegrados, dissolvidos.
Dois desses véus deste Sistema Solar já fora desintegrados: eles são chamados de heliosfera, o envelope mais distante, e de magnetosfera, o envelope próprio da Terra.
Resta uma terceira camada isolante que, ela, ainda não foi alterada e dissolvida, inteiramente, e que é chamada de ionosfera.
A ionosfera é (sem entrar em detalhes, pois não é o meu propósito) uma camada feita de elétrons.
E é nesses elétrons que permanecem ainda, não, eu diria, os princípios emocionais, não os princípios de crenças pessoais, mas, bem mais, os elementos do contexto mais íntimo desta matriz alterada, induzido pelo que outros Anciãos chamaram de Sistema de Controle do Mental Humano, que vive, de algum modo, os seus últimos dias, se pudermos dizer.

*** 

Esta ionosfera é totalmente a imagem do que circunda, ainda, o coração do ser humano, e que foi perfurada, de alguma forma, pelo Senhor METATRON, durante a abertura da Porta Posterior do Coração.
O que se reflete pela primeira perfuração da ionosfera terrestre, desde muito pouco do seu tempo terrestre (uma ou duas semanas), correspondendo à primeira comunicação do Sol com a Terra, em nível profundamente diferente do que havia sido estabelecido, pela sua liberação conjunta, no final do ano passado.
O nível de comunicação entre o Sol e a Terra vai, em breve, atingir uma forma que muitas pessoas não poderão ignorar sobre esta Terra.
Alguns médiuns, alguns Despertos, já viram (há quase um ano, para alguns) o Sol que se tornou branco, ou que se duplicou em uma forma luminosa azul, correspondendo ao novo Sol da nova Dimensão.
Este processo é também visível ao anoitecer (como a densificação da Luz Adamantina) que vem realmente abrir, agora, a última camada isolante do céu, denominada ionosfera.
Que é também a última camada isolante do seu Coração, denominada, na fisiologia humana, pericárdio, ou seja, o que circunda, fecha e encerra o coração.
O pericárdio é um envelope isolante, do mesmo modo que o fígado e o baço são órgãos que restringem, de alguma maneira, a expansão da sua Consciência Unitária, para cada ser humano.

*** 

No momento em que a Porta Posterior do Coração (a Porta denominada Ki-Ris-Ti) se abrir, no momento da passagem da Porta (da terceira passagem da Ressurreição), ocorre a perfuração do pericárdio, permitindo ao Coração, aí também, ser liberado.
E então, para a consciência humana, estabelecer-se, se tal for a sua Vibração, na Luz Unitária.
 Naturalmente, a Liberdade é total (do nosso ponto de vista e do ponto de vista da Unidade), para cada alma, de poder dissolver-se no Espírito ou de se manter tal como ela é, a fim de perpetuar a experiência chamada de encarnação em estrutura de carbono, mas integrando o parâmetro (que foi ignorado até agora) de conexão com a FONTE.

*** 

O ser humano vive, desde a intervenção de METATRON, um processo específico que está ligado à dissolução de uma das matrizes confinantes mais aprisionadoras da história da humanidade, que foi denominada dinheiromoedafinanças.
O fim deste sistema reflete o fim do confinamento do Coração, no plano físico, no plano humano, no plano da consciência, e no plano da própria sociedade.
É apenas a partir do momento deste equilíbrio (que é, de fato, um desequilíbrio permitindo aumentar a riqueza de uns em detrimento de outros, riqueza inteiramente material, e tendo por objetivo manter também um empobrecimento do Espírito, e então um confinamento, cada vez maior, como vocês sabem), que se vê o seu fim chegar irremediavelmente.
A partir daquele momento, e de maneira exatamente sincrônica (pois tudo está ligado), o envelope do Coração vai poder se romper totalmente, assim como o envelope ionosférico da Terra vai poder se romper, na totalidade, mostrando-lhes o que, para muitos ainda, estava totalmente invisível.
Eu não falo somente da Visão Etérea, eu não falo somente da percepção do Sol azul, eu não falo simplesmente da luminescência e do brilho dos corpos celeste, mas, sim, do aparecimento de novos corpos celestes, totalmente desconhecidos, em seus efeitos, no nível do ser humano.
E tudo isso acontece, e irá acontecer, no espaço de tempo que é compartilhado de maneira totalmente sincrônica.

*** 

Evidentemente, é em meio a esse processo que as resistências daqueles que não conhecem a Luz vão ser as mais expostas, as mais virulentas e as mais opostas à nova Consciência.
Que, eu lembro a vocês, não é ainda o Retorno (que eu qualificaria total é final) da Luz Branca.
Durante este período, é em vocês, como no conjunto da humanidade, que vai se revelar e acontecer o processo, finalmente quase conjunto, de Revelação, de Passagem, de choque e de resistência.
Tudo isso ao mesmo tempo.
Isso vai levá-los a viver, em sobreposição ou em superexposição, a consciência fragmentada, que se estilhaça, e a Consciência infinita, que é a sua nova Morada, pelo menos, nós o esperamos, para muitos de vocês.
É nesse processo que irá ocorrer (no seu ritmo, e por uma duração e uma intensidade que lhes são próprias), ao mesmo tempo, o processo de ‘noite escura da alma’, que deve ser também vivenciado em nível coletivo, pelo que é chamado de estase (estado de catalepsia), e pelo processo que verá a dissolução final da camada ionosférica isolante, e a emergência da nova Consciência, integralmente, no seu novo espaço de vida, de manifestação, de Alegria.

*** 

As resistências estão ligadas ainda à dificuldade de cada ser humano (sejam quais forem as suas experiências, sejam quais forem as suas adesões, seja qual for a sua vivência), à própria estrutura deste corpo de carbono, confinado há tanto tempo, privado da sua conexão com a FONTE e que vai resistir, de algum modo, à sua própria aniquilação.
 Isso foi denominado Crucificação e Ressurreição, que será (vocês compreenderam) quase concomitante, já que o trabalho da Merkabah Interdimensional Coletiva, o trabalho que muitos de vocês realizaram sobre esta Terra, permitiu (como lhes foi anunciado e lhes é amplamente confirmado, como vocês vão ver por si mesmo na sua Consciência) reduzir, de alguma maneira, o tempo humano transcorrendo entre a Crucificação e a Ressurreição.
Ainda mais que a consciência individual pôde, para alguns de vocês (e cada vez em maior número, agora), viver a experiência da Unidade, mesmo neste corpo, sem, no entanto, se ligar ao Corpo de Estado de Ser no Sol, dando-lhes, de alguma forma, uma compreensão.
Mas dar uma compreensão não é um alento, não é uma recompensa, mas é (de algum modo e principalmente) a ocasião de perfurar o último envelope isolante, em vocês, de romper esse pericárdio, e de permitir-lhes instalarem-se mais facilmente no seu Coração.
E quando eu digo no seu Coração, isso não está unicamente ligado ao local no meio do seu peito, mas é também instalar-se na vivência real e consciente de que o conjunto da Criação encontra-se em vocês.
Perceber, finalmente, que cada projeção da consciência (em um ser amado, em uma lua, em um Sol), tem a mesma veracidade Vibratória em vocês.
É apenas o olhar da consciência, voltado para um exterior e para esta noção de fragmentação, que manteve o jogo da Ilusão.

*** 

A resistência imprime o seu próprio princípio de existência, pelo fato de que a consciência fechada, fragmentada, vive apenas um processo de resistência, de Atração e de ressonância, que se expressa na lei de Dualidade, onde tudo é avaliado, pesado, medido e de fato julgado, no princípio de Bem e de Mal.
Na realidade, em meio à consciência, há o que faz bem, há o que lhes faz bem, e depois há o que faz mal, e há o que lhes faz mal.
E há também, eventualmente, o mal que se pode fazer.
Na Consciência Unitária e nos Mundos Unificados, nada disso pode subsistir.
Qualquer princípio de resistência é eliminado.
Qualquer princípio de fragmentação é eliminado.
Qualquer princípio de finito é eliminado.
São então mecanismos profundamente opostos que estão em operação, e totalmente inéditos para a consciência fechada.
A resistência é, portanto, um dos componentes da consciência fragmentada.
Este princípio de resistência está ligado, vocês compreenderam, às forças de gravitação.
Chegará um momento em que, aí também, essas forças chamadas de gravitação deverão dar lugar à Lei de Atração, onde não pode mais existir o menor impulso gravitacional.
Este processo dar-se-á conta, aí também, de processos que serão vivenciados tanto na consciência humana individual como na consciência humana coletiva.

*** 

A lei de resistência à Luz Vibral, que vai ver a sua plena manifestação e a sua plena expressão no nível coletivo, deve ser bem observada, por vocês, como algo que está além do simples princípio de oposição.
A modificação desses equilíbrios, mesmo sendo desequilíbrios, vai, em um primeiro momento, induzir um desequilíbrio ainda maior em cada ser humano não Desperto, não interessado (em todos os planos) por este acesso à Unidade, pois não suspeitam sequer da sua existência.
Tendo aderido, por exemplo, ao princípio de um salvador exterior, ou de um mestre exterior, ou de um extraterrestre exterior vindo salvá-los seja do que for.
Tudo isso, vocês compreenderam, existe apenas nas quimeras, nas projeções.
Mesmo se nossos Irmãos do espaço, extraterrestres, estiverem de fato aí, assim como nós estamos de fato aí.
Mas lembrem-se de que nós estamos, antes de tudo, no Interior de vocês.
E mesmo vocês nos vendo no exterior (mesmo sob a forma de um Arcanjo aproximando-se desta Dimensão), vocês não poderão nos alcançar pelo exterior, mas unicamente pelo Interior.

*** 

Deste modo, então, o que será visto no exterior será, aí também, apenas uma projeção do que irá atuar no Interior de vocês mesmos.
E o que lhes é mostrado, o que lhes é projetado, é exatamente, eu diria, a partição que vocês desempenham, manifestam, criam.
Como lhes foi dito, o momento que vocês vivem, nas circunstâncias em que vocês vivem (de saúde, de doença, de idade, de precariedade ou de opulência), são exatamente as circunstâncias que vão lhes permitir desempenhar, a título individual, da melhor forma, ao mesmo tempo a resistência e, nós o esperamos, o Abandono à Luz.
Compreendam bem que esse mecanismo de resistência está ligado à própria projeção.
Resistência ao desaparecimento do que está prestes a desaparecer.
Resistência ao desaparecimento de tudo o que fez a lei social, mesmo desequilibrada, deste mundo.
Tudo isso não será sem consequências.
Pois, evidentemente, aqueles que não veem, no momento, um acesso à Unidade ou a algo além do seu próprio condicionamento pessoal, vão se encontrar, de alguma forma, em uma necessidade incontrolável de entrar em oposição ao que eles vão qualificar deste Mal, que vai chegar.
 Mas vocês sabem muito bem que o que está chegando não é o Mal, mas, pelo contrário, a Luz que vem iluminar, revelar, arrancar tudo o que era confinamento, tudo o que era ilusório, de cada um e de cada uma, como no nível coletivo.

*** 

Isso vocês têm notado, ou na sua vida, ou a partir do que vocês podem ver sobre esta Terra, desde o início deste ano, em muitos países, e em número cada vez mais considerável de países, quanto a reações à opressão, ao confinamento.
Mas vocês sabem, para vocês que vivenciaram o Despertar de uma das Coroas, que não se pode se opor, por que, ao se opor, isso se torna fortalecido.
Ou seja, não se pode combater o confinamento, permanecendo no confinamento.
Não se pode pretender a Liberdade opondo-se ao confinamento.
Pois essa Liberdade está inscrita no próprio confinamento.
A Liberdade de que lhes falamos, é claro, estritamente nada tem a ver com o conhecido, estritamente nada tem a ver com uma reivindicação, projetada no exterior, de uma necessidade, seja de dinheiro, de democracia, de transparência.
Transparência que se aplicaria apenas dentro do confinamento.
Isso que está vindo é, definitivamente, o fim do confinamento coletivo.

*** 

Dessa maneira, é claro, vocês sabem, por ter escutado o que lhes disse o nosso Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV), que tudo vai depender do ‘ponto de vista’, da lagarta ou da borboleta, do olhar e da Vibração.
É evidente que quanto mais a Luz se fortalecer, mais as resistências irão se fortalecer.
Compreendam bem que não é a Luz que se opõe seja ao que for, mas que é a resistência à Luz que quer, e que pensa poder, opor-se à Luz.
Obviamente, tudo isso são apenas jogos de projeção, já que absolutamente nada pode vir opor-se à Unidade, ou seja ao que for e de maneira definitiva, de nenhum modo, neste mundo, liberado no nível dos três envelopes e cuja Porta foi aberta, como lhes disse METATRON.
Permitindo então a vinda de KI-RIS-TI, ou seja, do Filho Ardente do Sol, que não é outro senão vocês mesmos, na sua Dimensão de Eternidade, de Estado de Ser.
Isso que lhes foi dito, não tem que ser visto ou percebido unicamente de modo simbólico, porque, naturalmente, refere-se exatamente ao conjunto de projeções da consciência, neste mundo, que vocês irão viver por si mesmo, em vocês, como no exterior de vocês.

*** 

resistência.
Nós preferimos, é claro (e principalmente o Arcanjo ANAEL, como Arcanjo da Relação e do Amor) falar-lhes desse princípio fundamental do Abandono à Luz.
Paradoxalmente, é vendo as resistências que estão em cada um que vocês poderão encontrar mais facilmente o Abandono, para aqueles que ainda não o encontraram.
Pois, quando a humanidade, na sua individualidade e na sua coletividade, aperceber-se de que não pode resistir (ou então, de maneira muito ilusória), de que não pode se opor à Luz, de que não pode se opor a esta inevitabilidade, a esta inexorabilidade de um processo concreto e real, bem, é precisamente naqueles momentos que o ser humano pode se Abandonar.
A passagem da resistência ao Abandono, coletivo como individual, passa pelo que foi denominado (por alguns e por algumas) ‘a noite escura da alma’, um processo extremamente específico tanto ao indivíduo como à coletividade.
O indivíduo podendo viver de algum modo, de maneira antecipada no coletivo, prefigurando-o, antecipando-o, e lhe permitindo tornar-se coletivo justamente por que ele vivenciou, no Interior, alguns indivíduos (4).
A resistência não é, portanto, para ser vista como um princípio de oposição, ao qual seria preciso aderir, mas, muito mais, como a manifestação em si (e eu especifico: seja qual for a manifestação) que vai remetê-los aos últimos medos.

*** 

Deste modo, então, paradoxalmente, este período de resistências, de tensões, é uma oportunidade única para viver, na resistência e na tensão, finalmente e com propósito, esta possibilidade do Abandono final à Luz.
É durante este período (que se abriu há pouco mais de uma semana, e que vai, como vocês sabem, até 26 de setembro deste ano) que tudo isso vai se desenrolar, em vocês como de maneira visível, como isso já começou para aqueles que são sensíveis e que percebem além da simples aparência e das simples Ilusões, projetadas ainda por este mundo Ilusório.
Dessa maneira, portanto, os mecanismos de resistências podem ilustrar-se, em cada um de vocês, seja no nível do corpo, seja no nível dos medos que podem ressurgir, alguns tão lógicos, alguns tão normais para um ser humano na carne.
Da sua capacidade, justamente, para observar as suas resistências, da sua capacidade, aí também, para atuar, de algum modo, como observador das suas próprias resistências, da sua capacidade para distanciar-se dessas resistências (que pertencem de maneira inelutável à Dimensão dissociada, que está, ela também, prestes a desaparecer), de maneira a desengajá-los, com consciência, desta resistência, vocês irão se aperceber cada vez mais claramente, nós esperamos, daí onde se situa o Abandono à Luz, e daí onde ele não pode de forma alguma se situar.

*** 

Lembrem-se de que a Luz Vibral tem várias características, mesmo neste mundo, quando vocês a vivem.
Ela é facilidade, ela é evidência, ela é Fluidez, ela é resposta, ela é sincronia.
Se vocês estiverem em ressonância com a Luz Vibral, sejam quais forem os acessos à Unidade que vocês têm manifestado, experimentado, instalado ou vivenciado, vocês irão constatar, cada vez mais facilmente, qual é (se eu puder me exprimir assim) o caminho que vocês seguem: o caminho da resistência ou o Caminho do Abandono.
E quanto mais vocês forem para este Abandono, mais vocês irão se aperceber da inutilidade da resistência, e da sua ausência (eu diria) de substância, e da sua ausência de realidade, até mesmo.
Mas, naturalmente, enquanto vocês adotarem o ponto de vista da resistência, vocês vivem a resistência.
Uma das testemunhas, nós lhes dissemos, é a instalação da Alegria.
Isso pode parecer paradoxal para descrever um mecanismo de Alegria, para um ser humano que poderia, por exemplo, manifestar uma doença superaguda.
E, no entanto, é bem exatamente isso que irá acontecer se vocês estiverem na Luz.
Seja qual for o futuro deste corpo, seja qual for o futuro de qualquer relação, seja qual for o futuro de qualquer interação, seja qual for o futuro de quaisquer crenças que possam permanecer, ou de quaisquer atividades mentais que possam existir, bem, vocês vão ver elas desaparecerem com a mesma Alegria, com a mesma facilidade, se vocês estiverem, obviamente, do lado da facilidade.

*** 

Então, é claro, enquanto vocês estiverem na resistência, serão colocadas perguntas habituais do ser humano: quem vai cuidar disso?
Quem vai cuidar daquilo?
Quem vai ganhar a minha vida?
Quem vai cuidar do meu cônjuge, do meu trabalho, do meu automóvel, do meu animal?
Bem, paradoxalmente, vocês irão constatar que se vocês não resistirem, vocês irão penetrar cada vez mais facilmente neste Abandono, nesta Alegria.
E aí se situa o fator mais delicado: aqueles de vocês, ao redor de vocês, que não viverem este estado, vão (e isso será apenas adequação, por que eles terão apenas o olhar da resistência) tratá-los como loucos absolutos.
O que vocês serão, evidentemente, aos olhos deles.
Pois, para eles, a Luz é loucura (a Vibral, e não a luz projetada, Luciferiana, de uma visão qualquer ou de uma subordinação qualquer, eu diria, deste mundo).
Dessa maneira, então, vocês irão realmente viver, se esse já não for o caso, a dissociação dos últimos medos, das últimas crenças, dos últimos confinamentos, em vocês como no exterior de vocês.
Do modo que vocês viverem isso, no Abandono ou na resistência, vocês irão constatar que poderão manter, real e concretamente, uma Alegria total (e eu diria mesmo cada vez maior, cada vez mais incontrolável) independentemente do que acontecer a este corpo, a esta pessoa que vocês creem ser, a esta imbricação social, afetiva, profissional, amigável, de descendência ou de ascendência.
Vocês irão constatar, cada vez mais, que isso será um ou outro.
E que o princípio de sobreposição, de superimpressão, que prevalecia até agora, vai tender a desaparecer.
Ou seja, vocês não poderão mais ser esta pessoa e ser esta Unidade.
Vocês não poderão mais ser a resistência, o sofrimento, e ser a Alegria, ao mesmo tempo.
É como se esta desfragmentação, este acesso ao infinito, pondo fim ao finito, fizesse afastar de vocês tudo o que era da pessoa e o que era pessoal.
Vocês não podem, na realidade, percorrer os Mundos do impessoal e da Dissolução, estando ainda na pessoa.
O mecanismo de superimpressão, de superimposição, de sobreposição, vai então parecer-lhes cada vez mais contraditório, cada vez mais em oposição.
E eu diria, até mesmo, de um antagonismo total.
Este antagonismo total atuando também em cada Irmão e em cada Irmã.
E principalmente entre aqueles dos seus Irmãos e das suas Irmãs que tiverem tomado partido da Liberdade, e aqueles que, pelo contrário, tiverem tomado partido do confinamento.

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E isso é exatamente o que acontece em vocês, e exatamente o que ocorre sobre esta Terra, e que começou.
Mas que não poderá mais ser mascarado, ou camuflado, pois o ser humano tem os diversos fatos.
A Consciência, dito de outra maneira, vai se encontrar na frente do palco.
Não mais os jogos de projeção, mas a própria Consciência.
E a Consciência, a título coletivo, vai se perguntar: o que sou eu?
Eu sou o que eu criei?
Eu sou o que eu possuo?
Eu sou pelo que eu possuía?
Eu sou esta pessoa, com esta bagagem?
Eu sou, como diria um Arcanjo, esta densidade?
Ou eu sou exatamente o oposto, o que eu começo a viver com mais ou menos clareza ou lucidez?
Ou seja, esta leveza, esta Luz e esta Vibração, esta Presença, que não é mais a pessoa.
Tudo isso faz parte do Choque da Humanidade, da noite escura da alma, e da Revelação, individual e coletiva, que está agora na sua fase final, e não mais nos seus preparativos.
Compreendam bem, portanto, que, sejam quais forem as resistências que irão aparecer, em vocês, como nas interações dos seus círculos próximos, ou diretamente planetárias, situa-se a maior oportunidade, paradoxalmente, de se Abandonar ao maior que você, a outra coisa do que a pessoa, a outra coisa, justamente, do que o jogo deste mundo.
Cabe a vocês verem, cabe a vocês viverem, cabe a vocês escolherem, pela Vibração.
E isso vai lhes parecer, como eu disse, cada vez mais claramente, mesmo no nível do que é chamado de emoções e de mental.
Cabe a vocês decidirem.
Aí está o que os Anciãos me pediram para transmitir a vocês.

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Irmãos e Irmãs, em Comunhão, eu me proponho para permanecer com vocês, neste espaço de alinhamento que nós iremos iniciar juntos.

... Efusão Vibratória ... 


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1 - IRMÃO K (04.08.2011):
*

2 - IRMÃO K (06.07.2011 e 07.07.2011):
*

3 - IRMÃO K (08.08.2011):
*

4 - RAM (10.04.2009):

***


Mensagem do Venerável IRMÃO K no site francês:
20 de agosto de 2011
(Publicado em 22 de agosto de 2011)

***


Tradução para o português: Zulma Peixinho


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