ANAEL - 13 de maio de 2009 - Autres Dimensions

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- Intervenção do Arcanjo da Relação e do Amor -
Mensagem da série que fala sobre O ABANDONO

“O abandono não pode ser elaborado. Não é um caminho, não é algo que se constrói, não é algo que se negocia, é algo que é acatado.”



Questão: qual é a diferença entre guiamento e telepatia?

Guiamento é diferente de telepatia.
Quando você fala de telepatia, você evoca necessariamente um emissor e um receptor, ao passo que o guiamento requer uma conexão, mas com a Unidade, com sua Presença consciente. 
A conexão e o guiamento são as duas palavras mais adequadas para definir e compreender o que você quer dizer.
A melhor conexão e guiamento não está, mesmo se desejado, na comunicação com outra entidade, mesmo com um Anjo Guardião.
O melhor guiamento e conexão é o que vem de suas próprias profundezas como uma concordância, como uma verdade sentida profundamente e que proporciona ainda mais um estado de alinhamento, de certeza, independentemente de qualquer noção de julgamento ou de percepção intelectual, mas que é realmente como uma evidência.
A conexão é uma evidência.
Isso faz parte do aprendizado, da experiência.


***

Questão: sinto tensões no corpo, como me ajudar a me livrar delas?

 Permanecendo em uma noção bem geral que não lhe é específica, as tensões do corpo são tensões que vêm, obviamente, de outros lugares.
De outros lugares não é de outro lugar de você, mas de um plano muito mais sutil.
As tensões expressam um desvio em relação ao alinhamento.
Essas tensões tomam geralmente sua origem em um outro lugar temporal que não se refere ao tempo que vocês denominam «presente», o tempo do instante.
Entretanto, a natureza humana é assim feita, o tempo passado se imprime em seu tempo presente e muito frequentemente em seu tempo futuro.
Isso vem de uma forma de incapacidade para se conectar com seu presente e com sua Presença.
Se vocês se conectarem com seu presente e com sua Presença, a influência de seu passado não pode perturbar seu presente.
O que o mantém na ilusão da Presença desse tempo passado não é mais senão os apegos criados por você mesmo, por razões que lhes são próprias, mas que nunca são boas razões.
A capacidade para entrar no presente e em sua Presença é a chave do desaparecimento de suas tensões vindas de sua história e de sua lenda pessoal.
Vocês estão, a maior parte de vocês, devido ao que vocês são e devido ao mundo no qual vocês evoluem, apegados à sua lenda pessoal.
A lenda é apenas uma lenda.
Ela pertence a um tempo que não existe mais e que, no entanto, manifesta-se em seu presente.
O que significa, atualmente, que vocês não estão totalmente em sua presença, porque estando totalmente em seu presente, a Presença se revela e não pode ocasionar tensão.
O problema é que algumas de suas ferramentas, que serviram para deslocá-los e para evoluir no mundo no qual vocês vivem, tornam-se, no momento em que vocês se inclinam em sua espiritualidade e em sua Essência, obstáculos, justamente, para sua liberação.
O presente é Presença.
Presença a si mesmo e não Presença à sua lenda ou sua história, tanto as felizes como as difíceis.
A adesão à sua história ou à sua lenda os afasta de seu presente e de sua Presença.


*** 

Questão: quais são as ferramentas que nos afastam de nossa Presença?

 Não são ferramentas exteriores, são suas ferramentas para sobreviver nesse mundo, que vocês criaram para fazer seu caminho nesse mundo.
As ferramentas sendo concebidas não como fora de vocês, mas como internas, ou seja, a estrutura mental, a estrutura emocional, o funcionamento da dualidade interior à sua própria Presença nessa realidade, não ferramentas externas.
O que vocês chamam de problema, o que vocês chamam de doença, o que vocês chamam de tensão, são, em última análise, o resultado de seus próprios apegos a seus apegos.
Se, por um milagre, por uma experiência, vocês conseguissem viver a ausência de apego, qualquer tensão, então qualquer doença iria desaparecer instantaneamente.
A doença é apenas o resultado do jogo da dualidade em sua própria dualidade.
A doença pode ser de diferentes causas, mas jamais se viu, vocês jamais viram uma doença que pudesse estar ligada, de maneira direta, ao presente.
Uma doença está sempre inscrita na trama de sua lenda pessoal, em um determinado momento que não é o presente.
Mesmo o que vocês chamam de acidente, de acaso, é, de fato, apenas o fruto e resultado de sua própria história.
Mas vocês não são sua história, vocês não são suas experiências, vocês são bem mais do que isso.
A limitação da encarnação os faz aderir a uma crença.
Alguns chamam isso de matriz, na qual vocês evoluem, à qual vocês decidem aderir.
Nesta matriz, vocês são obrigatoriamente o resultado do momento passado e não o resultado do momento presente.
A dificuldade vem do fato de que, ao terem aderido a esta matriz, foi ocultado o fato de não pertencerem a esta matriz.
A matriz tornou-se, de algum modo, tão tangível, tão real em sua consciência (e eu lhes garanto que ela não existe, a partir de certo ponto de vista), que os fez construir e elaborar estratégias cada vez mais complexas, cada vez mais pesadas, correspondendo aos pesos.
Vocês confundiram o peso e a via.
O peso, a densidade, a materialidade, mantêm um princípio geral constante, em sua Dimensão, que vocês chamaram de ação / reação.
A ação em um sentido provoca, sistematicamente, uma reação, seja no mesmo sentido ou em um outro sentido.
Enquanto vocês funcionarem segundo esse princípio, vocês permanecem parte integrante da matriz.
Não basta não mais ali aderir para escapar, é claro, se não seria extremamente simples de sair.
Assim, a doença faz apenas ilustrar, em seu organismo criado, a realidade desta ação / reação.
A saída da matriz, a saída de suas doenças, a saída de suas tensões apenas pode ocorrer aceitando que a ação / reação não é nem desejável, nem passível de imposição, nem mesmo uma realidade.
É bem mais do que uma mudança de visão, de ponto de vista, mas, efetivamente, uma revolução da consciência significando que, para sair disso, vocês devem se colocar, com sua própria vontade, com plena consciência, sob a influência de outra lei e de outro mecanismo de funcionamento.
Entretanto, o aprendizado e a repetição das experiências e de suas histórias pessoais fizeram com que sua própria consciência se isolasse, cada vez mais, na densidade que vocês vivem, fazendo-os aderir, total e inabalavelmente, a esta ilusão.


***


Questão: nesse caso, qual é o futuro da terapia em geral?

 Tudo depende do futuro que você escolheu a título pessoal.
A terapia, o ato de tratar, implica necessariamente a crença na doença.
Sair da doença é, portanto, sair da ação / reação para entrar sob a influência de outro mecanismo de funcionamento, escapando da armadilha da matriz.
Assim, não se pode definir uma evolução comum da noção de terapia que é em função, em última análise, apenas de sua própria escolha.
A terapia irá persistir enquanto persistir a ação / reação.
Ela é parte integrante de seu modo de funcionamento sob a influência da referida matriz.
A terapia é, portanto, ela também, um ato de oposição.
A terapia vai, então, se opor à doença.
Seja qual for seu mecanismo de ação, ela vislumbra apagar ou transcender, não importa, uma noção de tensão, de sofrimento ou de doença, pelo aporte de algo vindo contrabalançar uma ação.
Trata-se, portanto, sempre de uma ação / reação e, portanto, de um princípio geral, causando e mantendo a dualidade.
Eu não quero dizer, no entanto, que é preciso se deixar morrer, obviamente, mas, entretanto, convém integrar que a terapia participa da manutenção da matriz, qualquer que seja a terapia pretendida, tanto a que pertence e obedece às leis da densidade, como a terapia pertencente a domínios muito mais sutis.
O resultado é sempre manter uma reação em relação a uma ação.
A doença podendo ser descrita como uma ação, a terapia como uma reação pela ação de manifestar uma doença, seja qual for, ou uma tensão, mesmo nos casos de doenças que seriam causadas por um fator externo.
A doença provoca uma reação.
Geralmente, o ser humano concebe a doença como um fator de superação ou de transcendência.
Eu abordei anteriormente a noção de cutucada.
Convém efetivamente compreender que enquanto a cutucada for necessária para fazê-los avançar, ela vai existir.
Mas, entretanto, a doença continuará permanentemente sob a influência da ação / reação.


***


Questão: mesmo se esta terapia for uma irradiação de Amor?

 Naquele momento, não é mais uma terapia.
O estado de ser induz a uma mudança de paradigma.
Essa mudança de paradigma pode ter um efeito que vocês qualificariam facilmente de terapêutico.
Entretanto, não se trata aí de uma reação, trata-se de uma transcendência que vai no sentido da saída da ação / reação.
Não há, de modo algum, o mesmo efeito da aplicação do amor no desaparecimento de uma doença.
O Amor implicando em um desaparecimento fora do espaço-tempo habitual (ou seja, instantaneidade e não linearidade) de uma doença, vocês chamam isso de milagre.
O Amor transcende sua história pessoal.
A Graça, naquele momento, torna possível a cura.
Mas o objetivo do Amor que se manifesta, nesse instante desta Graça, não é a cura.
A cura ocorre porque ela não tem mais sua razão de ser.
A doença não tem mais sua razão de ser.
O que é outra coisa do que considerar o Amor como um ato de terapia.
Falar ou considerar o Amor ou a Ajuda ou o Serviço como um ato de terapia é também uma forma de ação / reação.
Aliás, vocês devem diferenciar de maneira formal, denominemos isso um terapeuta que iria intervir por amor, por compaixão, pelo sentido do dever ou pelo sentido do serviço para com outro ser humano, mesmo pelas vias e caminhos que eu qualificaria de espirituais, como a oração, por exemplo.
Ou obviamente não acontece nada, o que é perfeitamente possível, ou há uma aplicação de uma forma de cura que segue uma escala de tempo, nesse caso não se trata de um milagre, mas, mais uma vez, de uma ação / reação.
Somente a transcendência da cura na instantaneidade, que vocês chamam de milagre, torna-se, naquele momento, realmente um ato de Amor.


***


Questão: o que pode nos ajudar a avançar para o abandono sem fazer intervir o mental?

 Avançar para o abandono assinala, no simples enunciado desta frase, que a abordagem do abandono é mental.
O abandono absolutamente não é, vocês entenderam, pelo menos eu espero, um ato mental.
O abandono não pode ser uma estratégia que se elabora e se constrói.
O abandono junta-se ao que eu chamei de limiar de confiança e de limiar de consciência.
O abandono contribui para sua própria saída da matriz e, portanto, para a saída de sua história, de sua lenda pessoal através da ação / reação, e para o acesso ao que eu chamaria de ação ou estado de Graça.
Não há caminho conduzindo ao abandono porque, enquanto vocês imaginarem um caminho, vocês colocam uma distância mais ou menos longa, mais ou menos dura a percorrer, para chegar ao abandono.
O abandono obedece à noção de limiar.
O abandono é uma saída, como eu dizia, de sua história pessoal e, portanto, uma saída da influência de seu próprio passado em seu presente.
O abandono corresponde a entrar na Presença.
Essa Presença vocês podem denominar Eu Sou, vocês podem denominar: radiância, conexão, guiamento.
O abandono não pode ser elaborado.
Não é um caminho, não é algo que se constrói, não é algo que se negocia, é algo que é acatado.
Trata-se de passar da ação / reação, portanto, do estado de tensão, para o estado de abandono que é um relaxamento.
Um relaxamento não quer dizer negligência.
Um relaxamento quer dizer simplesmente passar da ação / reação (e, portanto, da própria tensão implicada pela existência da ação / reação) para a ação da Graça, ou seja, pela aceitação de um limiar vibratório de passagem, pela consciência, de um nível a outro.
Conceber o abandono através de sua compreensão intelectual os afasta, com isso, do abandono.
A palavra mais exata, ou a expressão mais exata referente à realização desse estado de abandono consiste em falar de limiar da consciência.
Existe, de fato, um instante, esse instante está desatrelado do passado e do futuro.
Ele corresponde a um instante em que vocês passam do que eu chamaria de um presente insípido para um presente grandioso ou, se preferirem, para a parada do tempo, tal como foi definido por vários místicos, no momento de sua transcendência do tempo e do acesso à Divindade.
Assim, esse limiar da consciência pode, quanto a ele, ser alcançado, ser aproximado, não tanto através de um caminho, não tanto através de uma atitude, não tanto através de um mecanismo, mas, efetivamente, de preferência, como uma saída do tempo ocorrendo em um momento chamado de Iluminação ou Transfiguração.
Aliás, e em geral, esse instante privilegiado entre todos, manifesta-se e é manifestado por muitas almas em peregrinação nesse mundo, nos momentos mais inesperados.
Esses momentos mais inesperados são geralmente momentos extremamente simples.
Trata-se de momentos em que a simplicidade de ser prevalece sobre a complexidade de sua vida e de sua lenda.
Esse momento, observável entre todos por quem o vive, pois ele define um antes e um depois, é a nada mais comparável no sentido em que esse momento é identificado como uma saída do eixo linear do tempo.
Enquanto vocês o procurarem, eu poderia dizer sem fazer trocadilho, ele se afasta de vocês, porque o abandono não é uma busca.
Alcançar um limiar de consciência necessita de certo estado.
A palavra mais adaptada a esse estado é o estado de espontaneidade.
Este estado de espontaneidade corresponde a uma ação desengajada de qualquer implicação e de qualquer incidência, a não ser na própria vivência deste instante.
Não pode, portanto, ser criado pelo mental.
Não pode, portanto, ser decidido pela intenção que é, ela também, uma tensão, mas ele apenas pode ser vivido através da espontaneidade que é a característica da saída da ação / reação a fim de entrar no estado de Graça.
O estado de Graça corresponde a um estado unitário onde a dualidade, obviamente, desaparece totalmente.
É um estado, notável, que imprime uma marca em seu histórico e em sua história, que vai permitir, então, não pela reminiscência, mas pela instalação desse momento na duração, existir permanentemente e se livrarem, progressivamente e à medida de sua própria duração, da matriz e da ação / reação, ao mesmo tempo mantendo sua vida dual.
Entretanto, sua lenda pessoal, sua história pessoal é profundamente modificada naquele momento.
Isso é realizado por algumas experiências místicas, mas, de maneira também lógica, pela experiência chamada de experiência de morte eminente, acompanhada dos mesmos fenômenos de abandono, uma vez que, naquele momento, há estado de morte iminente e, portanto, abandono de sua história pessoal e de sua lenda pessoal.


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Questão: como preparar da melhor forma possível a vinda de uma alma que deve se encarnar?

 É um objetivo nobre querer acolher uma alma que deseja vir para se manifestar.
Esse é um papel atribuído para quem vocês chamam de entidades maternais genitoras.
A vinda de uma alma ocorre em momentos, como vocês sabem, privilegiados.
Esses momentos são em função de algumas vibrações e de algumas ressonâncias, independentes da mãe, da genitora e mesmo do pai, mas em função da própria lenda pessoal da alma que deve obedecer alguns mecanismos específicos, tanto ligados ao relógio astronômico como a configurações específicas.
Assim, vocês não têm qualquer poder para decidir esse momento.
O momento em que isso vai ocorrer é o momento escolhido pela alma e não por aquele que chama ou que deseja acolher a alma.
Não há, portanto, preparação específica para isso.
A potência de seu acolhimento, a potência de seu apelo, mesmo se ele puder lhes parecer determinante, não é a condição primordial para que esta alma se encarne, tal como vocês pensam.
Mas apenas as considerações do relógio do tempo, do relógio das assinaturas planetárias astronômicas é que decidem, a fim de permitir e fornecer à alma na descida em sua densidade fazer aderir ao seu projeto e ao seu plano de vida futuros com a realidade vibratória das configurações astronômicas.
Em resumo, a encarnação de uma alma não depende nem do pai nem da mãe, mas, efetivamente, da própria alma, ainda que uma série de ressonâncias, que vocês chamam de kármicas, sejam necessárias para que uma alma venha se encarnar em sua densidade.
Porque, se esta alma não tivesse qualquer relação kármica, portanto, nenhuma ação / reação com vocês, ela não teria qualquer razão para se encarnar entre vocês.
O que desencadeia a escolha da encarnação é então, efetivamente, uma dependência à lei de ação / reação e nada mais.

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Questão: os pais podem, apesar de tudo, facilitar sua descida?

 Eu retificaria descida por queda.
A queda de uma alma (pois é efetivamente de uma queda que se trata) não é um ato feliz, mas, sim, um ato infeliz para essa alma, ainda ela o desejando de todo o seu coração.
Ela vem para um meio pelo Amor e para o Amor, a fim de eliminar certa forma de ação / reação.
Assim, mesmo se de seu ponto de vista (que engaja, aliás, apenas seu ponto de vista), a descida do que vocês chamam de uma alma (a queda de uma alma em um corpo, em sua densidade) for certamente um meio para essa alma evoluir e de algum modo tentar limitar a ação / reação, há, portanto, realmente, uma noção kármica no sentido ao mesmo tempo mais nobre e mais doloroso na vinda de almas sobre a Terra.
Vocês não têm qualquer meio de privilegiar a descida desta ou daquela alma.
Ela, ainda uma vez, faz suas escolhas apenas em função das circunstâncias astronômicas que vão lhe permitir ajustar da melhor maneira possível o seu projeto de vida e sua lenda pessoal com seu próprio karma, com vocês.
Em outros termos, apenas existe nascimento kármico, exceto, obviamente, para grandes seres, mas que, geralmente, não escolhem este caminho da queda na encarnação, mas outros procedimentos, a fim de se manifestarem em sua densidade.
Obviamente, seu ponto de vista, eu concebo perfeitamente que não seja de forma alguma o mesmo porque, para vocês, acolher uma alma é um ato de Amor.
Eu diria que é, antes de tudo, um ato kármico, e um ato kármico, mesmo pelo Amor, não é um ato de Amor.
Trata-se, sistematicamente, de um karma com os pais.
Se não houver karma não há nascimento.
O que explica, de maneira evidente, que a maior parte dos seres realizados, os grandes guias espirituais deste planeta, jamais tiveram filhos, exceto o maior deles, mas por razões que nada têm a ver com qualquer karma.


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Questão: quem e por quê?

  CRISTO.
A razão foi a de ancorar, em meio à sua densidade, o princípio que ele mesmo ancorou sobre a Terra.
Se não tivesse havido essa ancoragem, por uma filiação hereditária direta, seu mundo, tal como vocês o vivem, teria desaparecido há muito tempo.
É bem mais do que o que vocês acreditam.
Isso foi importante durante as condições históricas da vinda deste ser.
Agora, obviamente, os tempos não são mais os mesmos e, portanto, isso não tem mais a importância que teve naquele momento.


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Não temos mais perguntas. Agradecemos.


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Obrigado. 



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Mensagem do Bem-Amado ARCANJO ANAEL no site francês:
13 de maio de 2009

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Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com
Postado por Célia G..

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Transcrição e edição: Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com


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