JOFIEL – 30 de maio de 2008

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Almas humanas em encarnação, meu nome é Jofiel.
Eu sou Anjo do Conhecimento e Anjo da Luz Dourada.
Eu intervenho através desse canal há algum tempo, para dar-lhes certo número de informações, certo número de detalhes, mas, também, certo número de coisas muito mais gerais, concernentes à evolução da alma humana em encarnação.

Gostaria, esta noite, de informar-lhes de uma noção capital.
Essa noção atrai sua atenção sobre a noção da urgência e da importância.
O que me leva, também, a falar do que não é urgência e do que não tem importância.

Em sua vida, e na vida de qualquer alma em encarnação, humana ou não, existe um projeto, existem definições e planos que vão guiar a alma em encarnação em seu caminho de encarnação.
Nesse caminho existem eventos, coisas a fazer, a realizar, que podem ser qualificadas de urgentes, outras, que podem ser qualificadas de importantes.
Algumas são importantes e urgentes.
Outras são importantes, sem serem urgentes.

Tomemos, por exemplo, o evento, certamente, o mais importante que lhes acontece quando vocês são almas em encarnação, esse processo que é chamado a morte.
Obviamente, trata-se de um evento importante que lhes concerne com relevância, mas que vocês não consideram urgente, porque é reportado a um futuro que não pertence a uma noção urgente.
É, portanto, algo de importância, mas de não urgência.

Existem coisas não importantes e, entretanto, urgentes.
Por exemplo, o fato de dever nutrir-se.
Por exemplo, o fato de ir aliviar sua bexiga, como vocês dizem.
Trata-se de um fenômeno que não é, certamente, importante, mas que, por vezes, reveste um caráter de urgência.

Todos os eventos que sobrevêm em sua vida podem ser qualificados segundo essas duas características, de urgência e de importância.
Certamente, é importante, ou mesmo, muito importante, como vocês dizem, ganhar sua vida.
Será que isso é urgente?
Não, isso se inscreve em uma duração e não tem, portanto, um caráter de urgência, mas, certamente, isso é importante.

Vocês veem, portanto, que existem cruzamentos dois a dois.
Há, portanto, fenômenos que são urgentes e importantes, fenômenos que não são urgentes e não importantes, que vocês qualificariam de banalidade.
Existem fenômenos que são urgentes e não importantes e fenômenos que são importantes e não urgentes.

Quando eu tomei o exemplo de sua morte, porque é preciso, efetivamente, compreender que vocês são, todos, na encarnação, de natureza mortal, aí está um fenômeno importante e que vocês consideram como não urgente.
Existem, às vezes, circunstâncias da encarnação, a título individual e a título coletivo, que os fazem mudar de olhar sobre a importância e sobre a urgência.

Existem eventos importantes que estão se produzindo sobre esta Terra.
Certamente, eles não lhes concernem, uma vez que essa importância está, eu diria, relativamente distante de vocês, mesmo se seus meios de comunicação ponham-lhes isso em tempo real, ao alcance do olho, ao alcance da visão, ao alcance de emoções.
Eles são fenômenos importantes, assim como o fim da vida ou a entrada na vida de encarnação é um fenômeno importante.

Entretanto, as coisas importantes e urgentes são, por definição, em toda alma em encarnação, um processo extremamente difícil a viver, porque a importância acompanha-se de tensões, entretanto, enquanto o mental pode reportar isso para mais tarde, essa importância não é julgada nem urgente, nem capital.

Alguns eventos que sobrevêm, atualmente, sobre a Terra que, eu os lembro, neste ano 2008, vive um ano de revoluções, vão fazê-los considerar as coisas diferentemente.
Certo número de coisas vai tornar-se urgente e, entre elas, algumas serão importantes.
São, certamente, essas situações urgentes e importantes que vão criar, em vocês, o sentimento, mesmo, de urgência e o sentimento de algo que deve resolver-se em um tempo relativamente curto e que tem tendência a pô-los sob pressão.

E, sob pressão, todo mundo sabe, a alma humana, a menos que tenha superado certo número fatores chamados emocionais ou, ainda, chamados mentais, vai encontrar-se confrontada a uma agitação extrema.
Então, eu os engajo, simplesmente, a considerar um evento comum a todo ser humano, de que eu falei, que é a morte.
Esse é um fenômeno importante, porque ele põe fim à sua experiência, entretanto, ele não é julgado urgente, porque ele pertence a um fenômeno distante.

Portanto, a importância não urgente não cria qualquer tensão.
Mas, se lhes anunciam uma doença que põe em jogo sua vida, isso se torna urgência e importância e, portanto, isso os põe sob pressão.

A característica de toda vida em encarnação é a de portar um olhar idêntico sobre tudo o que é importância e urgência.
Essa urgência e essa importância vão, sempre, manifestar-se segundo cinco etapas sucessivas.
A primeira dessas etapas vai consistir em dizer «eu vivo uma pressão, uma tensão, uma aceleração de meu programa de vida, que me faz considerar as coisas de maneira diferente».
A segunda reação, comum a todo ser humano, é a negação, é dizer: «não, isso não é possível, isso não me concerne!».
A terceira etapa é a negociação, ou seja, você tenta negociar com sua doença, negociar com seu destino, negociar com o Divino, para retardar essa urgência e essa importância que é o anúncio dessa doença e dessa morte.
E vem, enfim, a quarta etapa, penúltima etapa, que é o caminho para a aceitação, e a quinta etapa é, enfim, a aceitação da urgência e da importância.

Vocês veem, portanto, que existe um processo mais ou menos longo, obviamente, conforme os seres humanos, que vai consistir, de algum modo, a negar, a ver as coisas de frente, tanto mais se isso concerne à coisa a mais importante, que é sua vida, obviamente.

Vocês têm visto, e veem, a cada dia, que essa noção de importância é extremamente desorganizada.
Inúmeras pessoas que vivem sobre esta Terra vivem processos dolorosos e consideram as noções de importância e de urgência com outro olhar.
Então, saibam que a atitude ideal, nisso, é aceitar, de maneira preliminar, que a urgência e a importância seguem esse esquema.

Qual é o interesse desse conhecimento e dessas cinco etapas?
É permitir-lhes integrar, muito mais rapidamente, a urgência e a importância.
Então, o que há de urgente, agora, em sua vida?
Se eu lhes digo: «o importante é encontrar a Luz», vocês me responderão: «eu tenho toda a minha vida».
Vocês me responderão: «eu tenho todas as minhas vidas», se creem nas reencarnações.
Portanto, vocês me responderão que não há urgência, mas que há evolução que não se faz na urgência, mas com certo tempo e, portanto, isso não é urgente.

E, mesmo se isso seja importante, não tem qualquer urgência, contrariamente às necessidades de aliviar sua bexiga, vocês vão considerar que o tempo pertence-lhes e vão, portanto, reportar para mais tarde a satisfação de algo que não é, a priori, vital.
Então é preciso, efetivamente, admitir que o ser humano passa seu tempo a negar o que é urgência e importância.

A urgência e a importância são algo que é característica de toda a vida sobre este planeta durante sua encarnação.
Vocês são confrontados, não todos, à morte, obviamente, mas a mudanças que são pequenas mortes.
É extremamente importante compreender e assimilar que os eventos que se produzem, há alguns meses, e que vão acelerar-se durante este ano, são eventos que vão fazê-los refletir na urgência e na importância de sua vida, de seu destino e de sua encarnação.

Qual é a coisa a mais importante?
Qual é a coisa a mais urgente?
Será que o sentido da urgência vai mudar a importância do que vocês vivem?
Será que, enfim, vocês vão considerar que as coisas importantes e não urgentes tornam-se, agora, urgência?

Em face dessa evolução da consciência que se cria no tempo e no espaço em encarnação, vocês serão levados a entrar mais ou menos na aceitação do que há a viver.
Nesse sentido, inúmeros ensinamentos falaram-lhes do soltar, do abandono, da mestria e de certo número de processos que devem ser abandonados, para realizar-se, si mesmo.
A primeira coisa é não resistir.
Não resistir não quer dizer abandonar e deixar.
Não resistir quer dizer não ir ao sentido da personalidade, mas acolher a energia da mudança, a energia da urgência e do que se torna importância para vocês.

Alguns de vocês julgarão importante mudar de emprego.
Alguns de vocês julgarão importante mudar de companheiro.
Alguns de vocês julgarão importante mudar de lugar.
E vocês não poderão resistir a esse sinal que lhes envia sua alma.
Porque, efetivamente, o que é que os faz dizer que o sinal vem da alma, mas não do ego ou da personalidade?
Isso é extremamente importante a compreender.

Os sinais da alma são sinais que podem manifestar-se por diferentes canais.
O primeiro desses canais é o sonho e a recorrência do sonho.
O segundo desses canais é um sentimento profundo de correção, em relação ao pedido interior de mudança.
Mas, frequentemente, as contingências sociais, as contingências materiais, as contingências afetivas vão fazê-los negar, renegar, de algum modo, essa vontade de mudança de sua alma.

Se vocês deixam a importância passar, vocês acreditam que isso vá tornar-se, com o tempo, menos importante, neste ano específico?
Não.
Porque, progressivamente e à medida que o tempo escoar-se, progressivamente e à medida que vocês avançarem para o fim deste ano, verão essa importância com uma noção de urgência.
E, na importância e na urgência, lembrem-se, nada se faz de bem.
Porque, na urgência e na importância, o ser humano está sob pressão.
A pressão desnatura e altera o julgamento, a pressão desnatura e altera as emoções, faz perder o sentido dos valores e o sentido das prioridades.

Então, é extremamente importante fiar-se em seus sonhos, em seu sentir interior, no que demanda sua alma para liberá-los da pressão.
E não confundam a pressão da urgência e da importância com a pressão da situação.
Algumas almas encontram-se, hoje, confrontadas a realidades perturbadoras que necessitam de uma atenção muito especial, que necessitam de mudanças, por vezes, difíceis, por vezes, fáceis.
Mas a mudança, para o ser humano, pode ser fonte de felicidade, fonte de infelicidade.

Ela é, com frequência, obviamente, fonte de desconhecido, porque vocês não podem conhecer as coisas novas sem terem cortado com o antigo.
Isso é perfeitamente correto para a evolução de sua alma.
Hoje, sua alma aspira, de maneira urgente e importante, fazê-los reencontrar o caminho da Luz.
Reencontrar o caminho da Luz não é sair da encarnação, não é morrer, mas despertar para algo de inteiramente novo, para um novo modo de vida, no qual o antigo pode não mais ter lugar algum.

O que, ontem, tinha, ainda, valor para vocês, encontra-se sem valor.
O que fazia os fundamentos de sua vida, de sua busca, de sua segurança torna-se totalmente obsoleto.
É um ano em que a alma humana, em seu mental, em suas emoções, em seu corpo deve adaptar-se.
Essa adaptação é urgente e importante, porque é um sinal que vem do mais profundo de sua alma.
É o apelo da Luz à sua Luz.

Vocês não podem ignorar mais tempo esse sinal.
Vocês podem a ele resistir.
Quem diz resistência à Luz diz doença.
Quem diz resistência à Luz diz sofrimento.
Quem diz resistência à Luz diz algo que será desagradável.
Enquanto basta abrir, simplesmente, sua porta à Luz, ainda que apenas um instante, para compreender que a urgência e a importância que vêm para vocês não são nem punições nem meios de desestabilizá-los, mas, bem ao contrário, a Luz que vem para permitir-lhes voltar à casa.

Voltar à casa não quer dizer sair do corpo.
Voltar à casa não quer dizer morrer.
Voltar à casa quer dizer, simplesmente, abrir-se à dimensão da Luz e aceitar que tudo o que concerne e toca sua vida seja transformado pela Luz.

Então, certamente, há alguns abandonos que podem ser vividos como pequenas mortes, mas eu lhes asseguro que essas pequenas mortes nada são em relação à verdadeira morte.
Ninguém quer sua morte.
Nem a Luz, nem a Sombra querem sua morte.
Tanto uma como a outra querem que vocês permaneçam na vida.

A Sombra pode servir-se de vocês.
A Luz, também, pode servir-se de vocês, mas em uma finalidade que é, obviamente, diferente.
A Luz quer que vocês se tornem Luz, que vocês se lembrem da Luz que vocês são, para despertar a Luz por toda a parte nesse mundo, para que vocês se tornem um farol para seus irmãos, para suas irmãs e para aqueles que se aproximam de vocês, de maneira casual ou provocada.

A Sombra não quer, é claro, que sua Luz exploda.
Ela quer mantê-los em esquemas que os prendem, em seus estresses, em seus sofrimentos, para gerar ainda mais sofrimentos, para gerar ainda mais apegos, para cultivar a Sombra, qualquer que seja a Luz que os penetre.

Então, a quem vocês querem servir?
À Sombra ou à Luz?
Alguns seres encarnados sobre sua Terra disseram, em tempos remotos: «ninguém pode servir a dois mestres ao mesmo tempo».
E eu devo dizer que o ser humano em encarnação tem, frequentemente, o dom para servir a dois mestres ao mesmo tempo.
Infeliz ou felizmente, tudo depende de seu ponto de vista.
Hoje lhes é solicitado escolher entre a Sombra e a Luz.
Vocês não podem reivindicar a Luz e cultivar a Sombra.
A Sombra não é, unicamente, os outros; o inferno é você mesmo.

Nada há de exterior que não seja você mesmo.
Então, se coisas parecem-lhes irracionais, obscuras em suas vidas, e das quais você tem a impressão de não desembaraçar-se, é que, em algum lugar, há resistência ao estabelecimento da Luz.

Lembrem-se de que inúmeros seres humanos, como vocês veem a cada dia em seus meios de comunicação modernos, veem sua ordem de prioridade, veem a urgência e a importância de algumas situações modificarem, totalmente, seu modo de apreender a vida e sua relação com a morte.

Não vejam em minhas palavras algo que poderia dar-lhes medo.
Meu objetivo não é o de dar medo.
Não contem comigo para falar-lhes de eventos que poderiam tocá-los.
Vocês não têm necessidade de mim para isso, seus meios de comunicação encarregam-se disso todos os dias.
Mas, obviamente, vocês compreenderam, pressentiram e sentiram, no mais profundo de sua vida, em seus sonhos, nas resistências de sua própria vida: é o ano da grande mudança.

Então, não esperem, é claro, passar de uma dimensão à outra dimensão neste ano, mas é o ano em que vocês preparam, totalmente, o que advirá, no qual vocês preparam, como ser humano, não mais para fazer escolhas (porque as escolhas foram feitas, certamente, para a maior parte de vocês, há muito tempo), mas o ano em que vocês devem consagrar-se à sua Luz.

Eu sei que inúmeros seres de Luz que não pertencem às dimensões angélicas (penso, em especial, em alguns mestres que estiveram encarnados e que faleceram recentemente) manifestam-se em massa, eu digo, efetivamente, em massa, hoje, em múltiplos canais, tanto nas tradições orientais como nas tradições ocidentais.
Eles estão aí para ajudá-los a cultivar sua Luz.
Alguns vão trabalhar muito mais materialmente, eu diria, ou seja, vão ajudá-los a desengajar-se de seus apegos materiais.
Alguns seres vão ajudá-los a encontrar os desapegos espirituais, para fazer morrer suas próprias crenças a modelos obsoletos.

A Luz não tem necessidade de modelos, a Luz não tem necessidade de religião.
Ela tem necessidade que vocês sejam religados, vocês mesmos, como seres de Luz, sem passar por um intermediário que vai vender-lhes uma espécie de liberação que existe apenas no interior de si.

Inúmeros canais, hoje, recebem informações de toda parte e, como vocês observarão, todas as informações vão ao mesmo sentido.
Não há via divergente.
Tanto os seres desencarnados há pouco, como as linhagens angélicas, como os seres do Intraterra, como as hierarquias ainda mais altas, situadas nos planos dimensionais, vão ao mesmo sentido.

Vocês entraram no que se chama, na Bíblia, os tempos reduzidos, os tempos da urgência e da importância.
Qual é seu destino?
Qual é seu caminho?
Qual é seu desejo o mais profundo?
Vocês estão prontos a assumir esse desejo profundo ou vocês não estão prontos a assumi-lo?
Aí está a questão.

Lembrem-se das palavras daquele que foi o Cristo: «eu voltarei como um ladrão na noite, tenham sua casa limpa».
Porque, se eu venho de improviso, à noite, e sua casa não está limpa, se vocês não limparam seus apegos, se não limparam seus medos (não se interessando por eles, mas cultivando sua Luz interior), naquele momento, vocês não poderão ir para onde querem ir.
E o que há de mais importante do que ir para onde vocês querem ir, para onde devem ir?

Eu estou certo de que inúmeros seres humanos têm, no fundo de si, a presença dessa Luz que desperta.
O problema é que seus apegos e suas vidas, e suas vidas passadas construíram, ao redor de si, muralhas para a Luz.
Não é a sociedade que os impede de encontrar a Luz.
São apenas vocês mesmos que se impedem de encontrar a Luz.
Se vocês se dizem que o mais importante de sua vida é encontrar a Luz, então, façam o que Jesus dizia aos Seus discípulos: «abandone pai e mãe e siga-me».
Porque a questão está aí: vocês estão prontos para seguir a Luz ou estão prontos para seguir a sociedade?
O mais importante situa-se nesse nível.

Será preciso decidir e tentar decidir, obviamente, antes que a urgência e a importância ponham-nos uma pressão tão importante que vocês não tenham mais todos os elementos de clareza necessária em seu mental e em sua emoção para escolher.

Retenham isso: a urgência e a importância são algo que vem para vocês que já está aí, para alguns de vocês, que necessita de escolhas, não intelectuais, mas concretas, em sua vida concreta e não no fato de ir orar dez horas por dia.
Porque vocês não afastarão, mesmo pela oração, as escolhas que são demandadas.

Aí está a mensagem, a informação, a comunicação que eu queria dar-lhes, sobre a urgência e a importância.
Agora, se vocês têm uma ou duas interrogações sobre esse fenômeno de urgência e de importância, gostaria de responder, antes de deixá-los nesse por que vocês vieram, ou seja, encontrar a Luz e abandonar-se com uma efusão de Luz.

Questão: você tem a possibilidade de dizer, a cada pessoa aqui presente, o que, hoje, é urgência e importância no caminho dela?

Para todo mundo é uma única coisa, e é a mesma: a Luz.
Se você julga importante e urgente mudar, eu responderia que o mais importante é a Luz.
Deixe a Luz fluir de você, primeiro.
Não resista.
Para todo mundo é a mesma coisa.
Não há especificidade individual.
Eu diria que é um fenômeno coletivo, que não é, ainda, planetário.

Como vocês viram, há alguns povos, algumas raças que foram tocadas, em um primeiro tempo.
Isso é apenas um início.
Os outros povos, as outras raças seguirão.

Sirvam-se de exemplos daqueles que se sacrificaram primeiro, para compreender as questões deste ano que vocês chamam 2008.

Não temos mais perguntas. Agradecemos.

Bem, almas humanas em encarnação, recebam a minha bênção.
Antes de retirar-me e deixá-los para sua cura (porque eu creio que é o objetivo de sua reunião), gostaria de transmitir-lhes minha efusão da radiância do Anjo.

Eu lhes peço, simplesmente, para fechar seus olhos, descruzar seus membros e acolher.
Eu lhes digo, certamente, até muito em breve.
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Compartilhamos estas informações em toda transparência. Obrigado por fazer do mesmo modo. Se você deseja divulgá-las, reproduza a integralidade do texto e cite sua fonte: http://www.autresdimensions.com/
Traduzido para o Português por Célia G.

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