O.M. AÏVANHOV – 25 de dezembro de 2005

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Caros amigos, estou muito contente por reencontrá-los neste dia de regeneração.
Gostaria de dizer-lhes, hoje, que a Terra entrou em sua fase de regeneração.
Como diriam alguns: «Aleluia».
Era tempo.
Era tempo para que esta Terra regenere-se.
Vocês verão uma influência de elementos que irá crescendo, como se vê, progressivamente, há vários dias.
E nós vamos chegar no dia 27 deste mês a eventos de amplitude verdadeiramente planetária, nos quais o sentido da fraternidade deverá, enfim, aparecer sobre este planeta, a fim de que a humanidade compreenda que ela não está aqui, unicamente, para ganhar sua vida, unicamente, aqui, para ocupar-se de seus pequenos negócios.

Mas que a humanidade é destinada a reencontrar, enfim, sua Divindade, a voltar-se para a Divindade, para a Fonte, a fim de receber o ensinamento da Fonte, a fim de receber a Luz da Fonte, a fim de receber a totalidade de sua herança espiritual, ligada à sua Luz esquecida, agora, por muitos de vocês que estão encarnados sobre este planeta.
É importante, agora, ir a esse caminho do retorno ao Pai.
Não se deve esquecer a parábola do Filho perdido, do Filho pródigo.

Mas, agora, a hora do retorno soou, a hora de retornar à verdade essencial, ao trabalho essencial, chegou.
É tempo de tomar, novamente, o caminho do retorno.
A regeneração planetária mostra-lhes o caminho.
O rebuliço elementar vai prosseguir, como nós já havíamos anunciado já há várias semanas.
Haverá certo número de eventos que vão produzir-se, reforçar-se, casar-se, induzir manifestações de tipo que vocês chamam efeito dominó.
O efeito dominó está nascendo.
O alvo principal do efeito dominó é o conjunto do planeta, é o conjunto de consciências da Terra.

Alguns dominós recusarão retornar para a Luz.
Outros se voltarão e amplificarão o movimento.
Nisso, é extremamente importante estarem alinhados na oração do coração, na meditação de cada minuto, não deitados numa cama, mas a meditação consciente, atenta aos seus gestos, às suas palavras, às suas ações.
A cada minuto, religar-se à Fonte Solar/Terrestre, a fim de estar em ressonância máxima, a fim de estarem alinhados consigo mesmos, com suas Fontes, a fim de estarem, vocês mesmos, alinhados em seu coração.

O Espírito Santo vem para vocês.
Deem-se conta da chance que vocês têm.
Já, uma pequena parcela do Espírito Santo depositou-se sobre este planeta, desde 1989.
Mas, hoje, chega a totalidade do Espírito Santo, a totalidade dessa energia cósmica, que vai provocar o espancar cósmico, a surra cósmica, mas, também, a iluminação e a reversão de consciências.
Convém estarem prontos.
Vocês estão prevenidos.

É seu dever estarem alinhados para receber a totalidade do Espírito Santo em vocês, a totalidade da energia Divina, fazer transmutar o conjunto de suas células.
E, nisso, o tempo que vocês têm deve ser totalmente purificado, pacificado, ao nível das emoções, ao nível dos pensamentos, ao nível do corpo, ao nível dos intestinos.
Vocês devem estar no acolhimento total, espiritual, da Luz Divina que vem fazer o trabalho em vocês.
Como vocês querem que o trabalho seja feito, se vocês não acolhem o que vem?

Pouco importam os eventos, pouco importam os elementos que se desencadeiam.
É a última oportunidade que é oferecida, ao conjunto da humanidade, de conectar a Fonte, de despertar ao seu pleno potencial espiritual, de Divindade, de Luz.
Não é preciso fazer obstáculo, de qualquer maneira que seja, à realização do potencial espiritual de sua Luz Divina.

Questão: quais são os efeitos dos produtos animais no corpo humano?
O efeito de produtos animais é gerar, obviamente, a emoção.
Quanto mais as emoções estão presentes, mais há produtos animais que são ingeridos, e vive-versa: quanto mais vocês ingerem produtos animais, mais há manifestação de emoções.
A emoção pode ser positiva, mas a maior parte das emoções ligadas aos animais é ligada aos traumatismos vividos quando da morte desses animais e, portanto, provoca cólera, estresse, tristeza e, sobretudo, agressividade.
Convém, nisso, limitar o consumo direto de qualquer animal, mas, também, de tudo o que vem de secreções de animais.
Apenas o ovo pode ser, ainda, consumido.

Questão: quais são os efeitos do álcool no corpo humano?
O álcool tem a particularidade de ligá-los ao mundo astral, não necessariamente nas emoções, exceto se seu estado de humor é negativo.
Mas o álcool propicia certo grau de aquecimento e de elevação da consciência, mas que não pode permanecer ligado à sua Fonte, e que vai vagar nos limbos do mundo astral.

Questão: como acompanhar, fisicamente, essas descidas de energia?
Há dois procedimentos que são extremamente importantes.
Primeiro, a respiração.
Entrar o sopro, conscientemente, até o baixo ventre.
Apoie-se no ventre, para fazer sair o sopro (não inspirar pelo alto do corpo, mas pela parte inferior do corpo).
Isso já é dado em meus ensinamentos.
Agora, a segunda técnica vai consistir em fazer movimentos, não para liberar as quatro barreiras das raízes dos membros superiores e inferiores, mas liberar as pequenas barreiras.
As pequenas barreiras são os tornozelos e os pulsos.
Alguns de vocês começaram a sentir estalos, dores, nessas pequenas barreiras.
Convém fazer movimentos com os punhos, em todos os sentidos, e a mesma coisa com os tornozelos.

Isso vai permitir fluidificar e permitir a livre circulação da energia cósmica até as extremidades, e à energia cósmica entrar, também, por essa via.
Portanto, é um procedimento de ativação, pela rotação das articulações ao nível dos punhos e dos tornozelos.
Façam isso regularmente, pela manhã e à noite.
Aí está: duas técnicas bem simples.

As crianças, sobretudo abaixo de quatorze anos, não têm as mesmas atividades mentais nem emocionais que as suas.
Elas estão, portanto, muito mais aptas a receber essas energias sem desequilíbrios, porque seu corpo astral não está, ainda, completamente constituído.
Há muito menos perigo do que em vocês.

Questão: o que é do Espírito Santo?
O Espírito Santo é um mau termo.
O termo exato é o termo hebraico, que quer dizer Shekina, que os orientais chamaram a Shakti.
É a polaridade feminina do Pai.

É a energia cósmica que vem de muito longe, que vem apenas a cada 52.000 anos, que está em preparação desde 1987, 1989, que se derrama pouco a pouco, com um efeito cumulativo, que preparou os fenômenos de ascensão, que permitiu fenômenos mediúnicos extremamente importantes, que não existiam em minha vida, que fez com que alguns seres se tornassem médiuns, que foram capazes de canalizar inúmeras entidades, mas, também, provocar um início de receptividade do planeta e das consciências para o dia em que a energia do Espírito Santo chegasse.

E esse dia chegou.
Essa polaridade feminina do Pai é uma energia que vai corresponder à reversão, ou seja, que o sentido dos valores, que estavam, até o presente, orientados para a materialidade, vai, de um único golpe, encontrar-se, inteiramente, revertido e propulsionado para a espiritualidade, para a Luz, para a sede do Pai.
Essa energia é uma polaridade feminina.

É uma energia que intervém a cada vez que há uma mudança de polaridade.
O Espírito Santo, a Shekina, é algo que vem agitá-los, de maneira a revertê-los.
É uma energia extremamente potente, cuja cor é o azul escuro, associada ao dourado.
É uma energia que vocês podem tentar visualizar como preenchendo cada uma das partes de seu corpo.
Essa energia é destinada a favorecer, no momento vindo, o fenômeno de ascensão pela elevação vibratória ao nível celular.
Aí está o que eu posso dizer-lhes sobre isso.

Questão: o que é a polaridade masculina do Pai?
É uma energia que dicotomizou-se.
A Fonte é una.
O Pai é um.
A Luz é una.

Mas, para entrar em manifestação, ela é obrigada a dividir-se.
Se se retoma a analogia que existe ao nível do triângulo superior dos sefirots, temos a coroa, Kether, depois temos Shokmah e, depois, temos Binah, que é a esfera superior, a Trindade superior, não manifestada, que vocês chamam, sobre esta Terra, Pai, Filho, Santo Espírito.
Mas, de fato, é Pai, Mãe, Filho.

E a Mãe é a dicotomia da energia do Pai, em uma polaridade, em uma natureza feminina, porque fecundante, porque descendente e não ascendente.
É uma energia que vem inverter as polaridades: o que era interior torna-se exterior, o que era exterior torna-se interior.
Energia de reversão em todos os sentidos: baixo/alto, alto/baixo, interior/exterior, mas, também, esquerda/direita.

Mas, também, ao nível planetário: o que era polo norte tornar-se-á polo sul, e reciprocamente.
Não para imediatamente, entretanto, é a preparação.
Aí está o que se pode dizer da polaridade feminina do Pai.

É uma energia que está ao mais próximo da Divindade absoluta, da Fonte primeira, do ponto central da Luz do Pai, mas que femininizou-se, para as necessidades da manifestação e do retorno à Unidade, de maneira a poder entrar na matéria e transformá-la, fecundá-la.

A polaridade masculina do Pai é, por essência e por natureza, imutável, em todas as direções do espaço, em todas as dimensões do tempo e em todas as dimensões.

Questão: por que o Espírito Santo, em nossa iconografia, é representado por uma pomba?
Simplesmente, porque a pomba é o animal da paz.
A descida do Espírito Santo é a descida da paz.
Se isso desencadeia a guerra, é a vontade da humanidade.

Mas a energia espiritual, a incorporação do Espírito Santo é uma energia que informa, que vem emitir a mensagem do retorno, do momento do retorno ao Pai e à Unidade primordial, essencial e fundamental.

E tomou-se, em todo caso, nessa tradição, a pomba, como símbolo da paz.
Mas o Espírito Santo pode ser representado, também, como uma carruagem de fogo, como uma Luz, um fogo cósmico devorador, que desce sobre a Terra.
Bem, eu lhes aporto toda a minha bênção.
Eu lhes digo até muito em breve.
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Mensagem do Venerável OMRAAM (Aïvanhov) no site francês:
25 de dezembro de 2005

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Versão para o português: Célia G.
Postado por Célia G.
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COLABORAÇÃO DE ANDRÉ
SITE MESTRES ASCENSOS


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O Retorno do Filho Pródigo.
Séc. XVII. Por Rembrandt, atualmente no Museu Hermitage, em São Petersburgo.

O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11-32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador, extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e e última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.


Na tradição católica ocidental, esta parábola é geralmente lida no terceiro domingo de Quaresma, enquanto que na Igreja Ortodoxa, a leitura ocorre no Domingo do Filho Pródigo.


Narrativa bíblica

«Continuou:
Um homem tinha dois filhos. Disse o mais moço a seu pai: Meu pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Ele repartiu os seus haveres entre ambos. Poucos dias depois o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para um país longínquo, e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.
Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidades.Foi encostar-se a um dos cidadãos daquele país, e este o mandou para os seus campos guardar porcos. Ali desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Caindo, porém, em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui estou morrendo de fome! Levantar-me-ei, irei a meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti: já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus jornaleiros.
Levantando-se, foi para seu pai. Estando ele ainda longe, seu pai viu-o e teve compaixão dele e, correndo, o abraçou e beijou. Disse-lhe o filho: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei-me depressa a melhor roupa e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também o novilho cevado, matai-o, comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho era morto e reviveu, estava perdido e se achou. E começaram a regozijar-se.
Seu filho mais velho estava no campo; quando voltou e foi chegando à casa, ouviu a música e a dança: e chamando um dos criados, perguntou-lhe que era aquilo. Este lhe respondeu: chegou teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. Ele se indignou, e não queria entrar; e saindo seu pai, procurava conciliá-lo.
Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo, sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para eu me regozijar com os meus amigos; mas quando veio este teu filho, que gastou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.
Replicou-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu; entretanto cumpria regozijarmo-nos e alegrarmo-nos, porque este teu irmão era morto e reviveu, estava perdido e se achou.» (Lucas 15:11-32)[1]
Contexto e Interpretação
Filho Pródigo.
1618. Por Rubens, atualmente no Museu Real de Belas Artes de Antuérpia, na Bélgica.


Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores". A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino, a "misericórdia infinita do CRIADOR" e "recusa do PAI em limitar a sua graça" .
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente" e "equivale a querer que o pai estivesse morto" Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba. Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa" ao invés de "amor e benevolência". Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.


Referências

  1. Segundo a Tradução Brasileira da Bíblia
  2. a b c Richard N. Longenecker, The Challenge of Jesus' Parables, Eerdmans, 2000, ISBN 0802846386, pp. 201-213.
  3. Scott Hahn, Curtis Mitch, and Dennis Walters, Gospel of Luke: The Ignatius Study Guide, 2nd ed, Ignatius Press, 2001, ISBN 0898708192, p. 51.
  4. a b c d e f g Arland J. Hultgren, The Parables of Jesus: A Commentary, Eerdmans Publishing, 2002, ISBN 080286077X, pp. 70-82.
  5. Scripture Readings Throughout the Year. Página visitada em 2008-11-09.
  6. The post-synodal apostolic exhortations of John Paul II by Catholic Church 1998 ISBN 0879739282 pages 234-239
  7. Vatican website Reconciliatio et Paenitentia
  8. Vatican website Dives in Misericordia
  9. Emile Mâle, The Gothic Image , Religious Art in France of the Thirteen Century, p 195, English trans of 3rd edn, 1913, Collins, London (and many other editions)
  10. Roland E. Fleischer and Susan C. Scott, Rembrandt, Rubens, and the art of their time: recent perspectives, Pennsylvania State University Press, 1997, ISBN 0915773104, pp. 64-65.
  11. O Filho Pródigo na Taverna
  12. O Retorno do Filho Pródigo
  13. Craig, Hardin. (1950-04). "Morality Plays and Elizabethan Drama". Shakespeare Quarterly 1 (2). ISSN 0037-3222.
  14. Don Michael Randel, The Harvard Biographical Dictionary of Music, Harvard University Press, 1996, ISBN 0674372999, pp. 13-14.
  15. Paul Hammond, The shadow and its shadow: surrealist writings on the cinema, 3rd ed, City Lights Books, 2000, ISBN 087286376X, p. 70.
  16. "The Prodigal Son" at FamousPoetsAndPoems.com
  17. Andrew Keith Malcolm Adam, Postmodern Interpretations of the Bible: A reader, Chalice Press, 2001, ISBN 0827229704, pp. 202-203.




Trechos extraídos de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1bola_do_Filho_Pr%C3%B3digo





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