Especial: BIDI - ABSOLUTO (2a. Parte) - Autres Dimensions

Clique aqui para comentar esta publicação





Áudio da Coletânea em Português
Link para download: clique aqui

Questão: qual é a diferença entre transcendência e refutação?
É preciso, já, que esses dois termos apliquem-se a algo de comum, para falar de diferença.
Fala-se de diferença de cor de pele, quando se fala de uma pele que é branca ou de outra de cor.
Qual é o elemento comum que existe entre a refutação e a transcendência?
Se não é, eu penso, na cabeça, que você deve passar de um ao outro.
A refutação é uma ginástica que visa fazer descarrilar o mental, siderá-lo, de algum modo, afogá-lo em suas próprias certezas, em suas próprias crenças, para demonstrar e mostrar a ele que elas não têm sentido algum.
A transcendência evoca, geralmente, uma passagem de um estado a outro, de um momento a outro, passagem de um estado ou de um momento que evoca, de algum modo, uma transformação, uma possibilidade de ponte de um ao outro.
A refutação é tudo, exceto uma ponte, porque a refutação é uma ação inscrita na ilusão, que quebra a ilusão.
A transcendência é posta como condição de que há um estado que deve dar outro estado.
A refutação não permite passar de um estado a outro estado.
A refutação vai suprimir todos os estados.
Tendo feito desaparecer todos os estados, o que sempre esteve aí pode, enfim, aparecer àquele que, se se pode dizê-lo, olha.
E aquele que olha vai, em definitivo, tornar-se esse Absoluto.
A transcendência é uma dinâmica: há um movimento, aparente, suposto ou real.
A refutação visa destruir todo movimento, sem esforço, simplesmente, jogando o jogo, de algum modo, do mental ilusório e o jogo da personalidade.
A transcendência é, já, encarar que há uma passagem e, já, geralmente, essa passagem é aquela do Eu, da personalidade, ao Si.
Mas não há qualquer transcendência entre o Si e o não Si.
Isso não é possível.
Não se passa de um estado a outro.
Não há ponte.
Simplesmente, quando o não Si é estabelecido, naquele momento, vocês podem voltar a passar no Si e no Eu. E isso se torna, para vocês que estão na forma, um jogo, mas é válido nesse sentido.
Pode-se dizer que a ponte existe nesse sentido, e que, realmente, aí, sim, há transcendência: do não Si para o Si.
Eventualmente, do Si para o Eu.
Há transcendência do Eu para o Si, mas não pode haver transcendência do Si ao não Si.
Não há ponte.
A ponte é construída apenas no outro sentido.
É uma ponte de sentido único, mas que permite o duplo sentido, depois.
A transcendência não pode, portanto, dizer respeito ao Absoluto.
A transcendência diz respeito apenas à passagem do Eu ao Si.
O problema do Si, seja ele o mais vasto, é sempre um confinamento.
Antes de ser o Si, antes que esse corpo exista, antes que esse saco de comida apareça, será que o Si estava aí?
Será que havia uma consciência para observá-lo?
O Absoluto é tudo, exceto a consciência, tudo, exceto o Si, tudo, exceto o Eu, porque o Si, como o Eu, são efêmeros.
Não pode existir transcendência nesse sentido.
A transcendência é útil para aquele que quer passar do Eu ao Si.
Mas essa transcendência não pode ser levada adiante, de maneira alguma, na passagem do Si ao não Si, uma vez que não há passagem.
Isso se junta à problemática da questão e da resposta.
Enquanto vocês procuram uma passagem (que não existe), enquanto vocês encaram uma transcendência, há – subentendida, em vocês – a necessidade de persistência numa identidade, quer ela seja limitada, como o Eu, ou vasta, como o Si. Mas vocês não são uma identidade, ainda menos uma história, qualquer que seja a história, porque a história desenrola-se na ilusão.
Vocês são bem além de qualquer história ou de qualquer transcendência.
Vocês não podem ali chegar adotando tais pontos de vista, porque vocês não sabem, vocês não têm qualquer consciência do que era, antes, esse saco de comida e, mesmo se conheçam outros sacos de comida que foram, supostamente, vocês, antes, em outras vidas, onde vocês estiveram entre os dois sacos de comida?
O que vocês faziam?
Se vocês têm a resposta para isso, então, a resposta é verdadeira.
Mas tudo o que vocês supõem antes é falso.
A refutação é aceitar servir-se da ferramenta que crê, sempre, ter razão, para mostrar a ela que ela não é a razão, que não há qualquer lógica na razão, que essa lógica pode apenas servir na ilusão para manter a ilusão, para conservar a ilusão, para nutrir o ego ou nutrir o Si.
Mas o Absoluto não pode ser nutrido por isso.
Eu diria que abafa um pouco mais, que afoga um pouco mais.
Lembrem-se: o Eu, o Si farão tudo o que está no poder deles para que, jamais, vocês estejam imóveis, para que, jamais, o Absoluto seja vivido.
Há apenas a refutação.
Não há qualquer meditação, qualquer espiritualidade, qualquer Vibração que possa conduzi-los ao não Ser.
Certamente, essa transcendência do Eu ao Si, nos primeiros tempos, é útil (ou mesmo indispensável, porque ela vai tranquilizar o Eu, o Si), demonstra que o Eu é ilusório.
Mas quem vai demonstrar que o Si é ilusório?
Ninguém, porque o Eu não está mais aí quando o Si está aí.
Vocês devem, portanto, não transcender, mas fazer calar tudo o que é
o Si. Mas esse fazer calar não pode realizar-se daí onde vocês imaginam estar.
De modo algum.
Essa transcendência, assim nomeada, é, de fato, apenas a refutação que permite enfraquecer os fundamentos do Eu e do Si, criando – e o termo é exato – um curto-circuito.
O que é um curto-circuito?
É, justamente, o que não vai tomar o circuito natural, e que faz, portanto, interromper o que para nada serve.
A refutação é servir-se – de algum modo, no exemplo que tomei – da corrente existente, dessa vitalidade efêmera sustentada pelo corpo de nutrição (quaisquer que sejam os nomes eruditos que vocês empreguem: chacra, Kundalini, Estado de Ser), para fazê-lo interromper.
Naquele momento, a refutação vai fazê-los desembocar no que é real, porque – compreendam – o real não pode mudar porque, se ele muda, ele não é o real.
O real é imóvel.
Ele não se importa com o mundo, ele não se importa com vocês, com sua história, com qualquer história.
E vocês são isso.
Nada mais.
E, portanto, se você põe, calmamente, essa refutação, compreenderá que nada há a buscar, nem a encontrar, porque tudo sempre esteve aí.
Mas é preciso cessar todos os Eu, todos os Si, todas as paródias de espiritualidade.
Mesmo a Alegria, que foi tão útil em seu caminho, deve ser transcendida, mas não pode ser transcendida.
É, de fato, o riso do Absoluto que faz a passagem, mas não no outro sentido.
Nesse sentido, e unicamente nesse.
Então, se você ri de você, se ri de seu Si, se ri de tudo, primeiro, isso vai angustiá-lo, porque a espiritualidade é séria, não é?
Fala-se de eternidade, fala-se de permanência, de imanência, de transcendência, mas é preciso rir de tudo isso, porque isso muda e, enquanto alguma coisa muda, não é real.
E você mesmo muda todas as manhãs, portanto, não é real.
É o ego que vai fazê-lo crer nisso, que vai aportar uma substância ao que é irreal.
O real não pode mudar.
Ele é Absoluto.
Tudo o que você manifesta muda: seu humor, seu físico, aquele que
observa. Se posso exprimir-me assim, vá para o vazio, vá para o que seu ego chama o nada. E você encontrará o que é pleno, o que não se move, o que não muda.
Isso sempre esteve aí e você É isso.
Você descobrirá, então, que não tem que se gargarejar de Amor ou de Luz, porque é, muito exatamente, o que você É, e você nada mais É.
Se você vislumbra a Luz e o Amor como exteriores a você, como uma busca, como uma procura, você não poderá, jamais, encontrá-los.
Você poderá apenas vê-los, porque você se distanciou e separou-se do que você É, no real.
Você tem apenas que Ser isso, no não Ser, no não Si.
Você quer ser feliz?
Não há outra coisa para ser feliz.
Todo o resto faz apenas passar.
Mesmo a Alegria.
Mesmo o Kundalini.
Mesmo os chacras.
O que se tornam seus chacras quando você morre?
O que se torna seu Kundalini quando você morre?
Você pode levar seu Kundalini ao outro lado?
O que você leva?
Você vai levar suas lembranças?
Vai levar sua história?
Tudo isso muda.
Isso não é real.
E você É real.
Refute, e você verá o que acontece e que sempre esteve aí.
Transcenda se quiser, mas, sobretudo, refute.
Transcender não basta.
Refutar basta, totalmente.
Fique tranquilo.
Aprenda a ficar tranquilo.
O que vocês nomeiam a espiritualidade cansa-os, mais do que outra coisa.
Agradeçam, mesmo, não compreender.
Agradeçam, mesmo aqueles que não viveram o Si, porque o campo está livre para o real e para o não Si.
Não se acede ao não Si a partir do Si, mesmo se é uma etapa que parece real.
O não Si não se importa com o Si e, ainda menos, com o Eu.
A Fonte sai do Absoluto.
O Absoluto contém a Fonte.
A Fonte não contém o Absoluto, mesmo se o Absoluto esteja presente na Fonte.
Não pode ser de outro modo.
Assim como seu Eu tornou-se possível pelo Absoluto.
E ele não sabe.
Se você refuta assim, dessa maneira, seu progresso – se é que se possa falar de progresso – será fulminante.
Mas lembre-se de que o ego vai tudo fazer para dizer-lhe que é estúpido, enquanto é ele que é estúpido.
Não dê qualquer importância ao que passa.
E você, aliás, você faz apenas passar.
Dê-se conta dessa absurdidade.
O que você é, é Absoluto.
O erro é crer que esse corpo, essa história, esse caminho são o Absoluto.
O Absoluto permite isso.
Se não houvesse Absoluto, não haveria Eu, história, nada.
Ora, nada há.
No máximo, a percepção do nada, da angústia, mas, mesmo essa angústia, é sustentada pelo Absoluto.
Sem Absoluto, sem angústia.
Mas tudo isso é para refutar porque, se eu lhe peço para transcender uma angústia, como você vai fazer?
***
Questão: o Absoluto é, então, o Tudo, sem forma, sem identidade, sem Consciência: o nada?
Não.
Quem diz isso é a personalidade.
A personalidade vai fazê-lo crer que o Absoluto é o nada, e tanto melhor.
Mas não é o nada.
É o nada para a personalidade, para o ego.
É o ego que é apegado a essa noção de nada.
O nada é a última etapa – se posso exprimir-me assim – que precede o Absoluto. Para o Absoluto é você o nada, porque você é um saco de comida, nada mais.
Esse corpo morre, o que quer que você faça e o que quer que você diga.
É uma certeza.
Portanto, você retorna ao nada.
O que desaparece é esse corpo, essa consciência.
Portanto, de seu ponto de vista, o Absoluto é o nada.
Eu lhe respondo que, do ponto de vista do Absoluto, é você o nada.
Você não tem consistência.
É o ego que o faz crer que você seja algo e que é preciso realizar o Si.
Lembre-se: o Absoluto é-lhe desconhecido.
Desconhecido não quer dizer nada.
Em contrapartida, sim, você é o nada, porque você não é Absoluto.
Você não pode falar do que não conhece.
Você não pode apreender-se dele.
Você não pode compreendê-lo.
Você pode apenas vivê-lo.
Mas os guard-rails são numerosos.
O ego vai dizer-lhe: é o nada.
O ego vai dizer-lhe: «isso não é verdade».
Porque você se atém à sua história, porque você se atém à sua espiritualidade, porque você se atém ao que é falso e crê que é verdadeiro.
Você é apenas um ser de crenças.
Você se apoia em crenças, apoia-se em areia movediça, que desaparecerá ao mesmo tempo que você.
O que eu lhe proponho é refutar isso.
Não se ponha a questão do que há atrás.
Você não pode sabê-lo, você não pode vivê-lo enquanto não refutou.
Então, você pode portar todos os julgamentos sobre o Absoluto, dizer: «é o nada, é o nada, é o vazio», mas você não tem, dele, qualquer experiência.
Caso contrário, jamais você poderia dizer isso.
As palavras, mesmo, que você emprega, mostram, efetivamente, que você está na ilusão e que sua suposição é falsa.
O Absoluto não é o vazio: ele é, também, o vazio.
O Absoluto não é o nada, ele é, também, o nada.
A personalidade não será, jamais, Absoluta, porque ela é efêmera e ela muda.
A personalidade não conhece a Alegria, porque a Alegria alterna, sempre, com o sofrimento, porque há necessidades, desejos (tanto espirituais como físicos, como psicológicos).
O Absoluto não tem desejos, nem necessidades.
Ele é Real.
Você é irreal.
E o irreal pretende conhecer o Real.
É impossível.
Ele faz do Real uma representação, a partir de um ponto de vista que é falso.
A representação pode apenas ser falsa.
Lembre-se: o Desconhecido não pode ser conhecido por você, porque você (além desse saco, além de suas reivindicações), você É isso.
É preciso cessar toda projeção.
É preciso cessar toda suposição, toda crença.
O Absoluto não é uma crença.
Não faça, dele, uma crença.
Ele não é, tampouco, uma suposição.
Ele é Real, o que não muda, jamais, o que era antes que você estivesse ou que você aparecesse sobre esse mundo.
Esse mundo não é Absoluto: ele muda.
Para o Absoluto, ele não existe.
O mundo é apenas uma falha na pureza do não Ser, na Transparência do não Ser, do Absoluto.
Enquanto você pensa o inverso, você se condena a si mesmo a continuar limitado e pretende procurar o Ilimitado.
Se você procura o que quer que seja, é você que admite e pensa que você é vazio.
Caso contrário, por que procurar preencher o que quer que seja de Alegria ou de espiritualidade?
O Absoluto nada procura.
Ele não pode procurar.
Ele nada pode encontrar.
É você que espera encontrar.
É você que procura.
Mas você não pode encontrar, nem procurar o que você É, porque você o É.
Perceba a estupidez da proposição: você É o Amor e procura o Amor.
Você não pode procurar o que você É.
E se você não sente o Amor, isso prova, efetivamente, que é você que se considera, mesmo se não o queira, como vazio.
O nada é efêmero.
Esse corpo é efêmero.
O nada é, portanto, você, nessa aparência, mas não você, no que você É, para além de todo ser, de toda história.
Reflita: quem põe a questão, mesmo se a personalidade é o retransmissor dela?
Quem supõe?
Quem crê?
Quem espera?
Quem se projeta?
Quem imagina?
Certamente, não o Real.
Mas, justamente, o que é vazio e que tem necessidade de preencher-se ou que crê dever preencher-se, porque não se reconheceu.
Você não sabe quem você É, enquanto você crê saber quem É, porque os elementos que você chama o conhecimento, mesmo de você, são apenas função de julgamentos e de crenças.
Você não se apoia em nada de eterno, nada de real enquanto permanece tributário, de uma maneira como de outra, de circunstâncias desse mundo.
Quando você dorme, o mundo não existe mais para você e, no entanto, você está seguro de levantar-se pela manhã e de reencontrar o mundo.
Quem lhe disse isso?
É certo número de experiências ligadas aos seus anos e aos seus dias que lhe fazem supor que isso é verdade.
É verdade até o momento em que isso não será mais verdade.
Imagine que você morra durante seu sono.
Será que o mundo existirá no dia seguinte?
Não.
Portanto, você dorme com uma certeza vinda de uma crença, mas não da Verdade.
O Real não se importa com o mundo.
É o mundo que é vazio.
É o mundo que é o nada.
Ele é Maya.
E tudo o que está dentro é Maya.
Exceto você.
Mas não você no que é limitado, não você nessa história, nesse corpo, nessa vida.
Mas eu me dirijo a você, o Real.
Enquanto você crê que o Absoluto é o nada, você pode estar seguro e certo de que o que sussurra isso é seu mental e nada mais.
Você vai crer no que lhe diz seu mental?
Ele lhe diz que o dia vai levantar-se amanhã.
Você está certo disso?
Não é a repetição do dia e do número de dias de seus anos que lhe dá a certeza disso.
É uma crença.
Toda crença cessa, um dia.
Mesmo os cientistas dizem que esse mundo cessará em bilhões de anos.
Ele não é, portanto, permanente, mesmo se ele lhe dê, na escala de sua vida, efêmera, uma impressão de permanência.
Nada é permanente na ilusão.
Nada é real.
O Absoluto é o único Real.
Refute o mundo, mas não projete o nada no Absoluto, porque é o mundo que é o nada.
Ele se aniquila, aliás, assim que você fecha os olhos e dorme.
Só a crença na persistência dele o faz dormir sem angústia, sem medo.
***
Ser Absoluto é não se preocupar com esse corpo.
Nutri-lo, mantê-lo, mas não identificar-se a ele, de maneira alguma.
***
Assim, portanto, o que posso aconselhá-lo é não atribuir crédito ao que lhe diz seu corpo.
Divirta-se, ria, não se ocupe desse corpo.
Vocês não estão mais nas etapas preliminares, que construíram os Anciãos, que era de realizar o Si.
Hoje, vocês têm que desfazer-se disso.
Abandonem o Si para ser o não Si, portanto.
Vocês não devem mais atribuir importância ao que acontece no Si.
Isso não quer dizer renegar, desta vez, mas superar.
Não continuem fixos no efêmero.
A Alegria do Coração, o Samadhi, o Kundalini, os chacras são, para o Absoluto, uma ilusão.
Isso não quer dizer que eles não existem, em certo plano, bem mais sutil do que o corpo comum.
Mas é preciso, também, superar isso.
O único modo de superar isso, para isso, é não se ocupar disso.
As únicas coisas das quais vocês têm a ocupar-se, refutando-as, são as dúvidas e os medos.
***
Questão: o Absoluto pode atualizar-se nesse corpo, enquanto o Si não foi realizado?
Sim.
Como eu o disse, é mesmo, hoje, mais fácil.
O princípio da Unidade, o princípio do Absoluto constrói-se por refutações sucessivas, de ilusões sucessivas, construídas no tempo.
E, portanto, o Si pôde ser considerado, com razão, como uma etapa.
Hoje, esse não é mais o caso.
Por que?
Porque a Terra está Liberada e a Onda da Vida está Liberada.
Ela pode percorrê-los novamente.
Quer o Si esteja aí ou não, não há qualquer importância.
A única importância resulta, em definitivo, da existência, ou não, de dúvidas e de medos, porque, o que quer que diga o Si, ele ali é inscrito, também, de dúvidas e de medos, que não têm o mesmo valor nem a mesma densidade do que no eu, mas que estão, entretanto, por vezes, presentes.
Raros são aqueles que realizaram o Si, que são capazes de aceitar a morte desse corpo, o que prova, efetivamente, que existem, ainda, dúvidas e medos: medo de perder os quadros, os limites, ou seja, a encarnação.
A Onda da vida não torna mais fácil ou mais difícil, conforme vocês tenham realizado ou não o Si.
São, simplesmente, os obstáculos encontrados pela Onda da Vida – ao nível do que foram nomeadas as dúvidas e os medos – que podem frear, de algum modo, a Onda da Vida.
Nada mais há
Quer vocês estejam no Si ou no eu, nada muda.
O Si é o Despertar do Coração.
Vocês podem ter o Coração aberto e ter chacras, como vocês dizem, que estão, ainda, bloqueados, ainda, não Liberados.
É a Liberação desses chacras que permite à Onda da Vida subir, observar a Onda da Vida e tornar-se a Onda da Vida.
Isso nada tem a ver com o eu ou com o Si.
O Si pode, por vezes, ser um obstáculo importante ao estabelecimento do não Si.
Existem eus e personalidades que não são habitados pela dúvida e o medo sem, contudo, terem realizado o Si.
Para essas personalidades, a Onda da Vida encontrará menos obstáculos e, encontrando menos obstáculos, então, haverá uma facilidade maior de viver Absoluto e de tornar-se Onda da Vida.
Num princípio dito evolutivo – que é falso, como vocês sabem – é lógico considerar que há estratos e etapas.
A etapa a mais lógica consiste em reconhecer as leis da alma, o carma, a reencarnação, em seguida, transcender as leis do carma e a lei de causalidade (porque pertencem, elas também, à personalidade e a esse mundo e, portanto, inscritas na ilusão), aceder a outro nível ou uma nova camada de verdades, percorrê-la, até refutá-la, ela também.
O princípio da refutação é uma refutação que se produz como cascas de cebola ou camadas de cebola.
Uma camada é vivida, desembaraça-se de uma camada, e vive-se outra
camada. Foi, frequentemente, o que era realizado antes que a Onda da Vida nascesse.
Hoje, é diferente.
Vocês são Absolutos.
Estou tentado, mesmo, a dizer-lhes, mesmo em relação à Onda da Vida, para não se interessarem, não levarem sua atenção sobre ela, continuarem a viver sua Vida (que não é o que vocês são), a fazer o que vocês têm a fazer, não porque vocês o decidiram, mas porque a Vida dá-lhes a fazer, sem ali atribuir a mínima importância (fazendo-o, mas sem ali estar apegado), viver desapegado (o que não quer dizer inativo ou ocioso).
Façam o que a vida pede-lhes para fazer, mas vocês não são esse fazer.
Mas o que se faz, deve fazer-se.
O que há a fazer, deve ser feito: é tudo.
A Onda da Vida nascerá, quer vocês queiram ou não, quer vocês a refutem ou não, porque é inevitável, quer vocês a aceitem ou não.
Então, por que ocupar-se do que é inevitável?
Do mesmo modo, por que ocupar-se desse corpo, que vai desaparecer, se não é para mantê-lo?
Colocar-se a questão da sobrevivência do que quer que seja é, já, afastar-se do Absoluto, porque o Absoluto não sobrevive, ele sempre esteve aí, vocês é que estão afastados dele, pouco importa o modo, pouco importam as causas.
É claro, é muito satisfatório encontrar causas e razões como intervenções exteriores. É claro que isso é verdadeiro: a falsificação existiu, ela foi real, mas não atribuam peso a ela.
A história passou e vocês não são a história.
Vocês não são os corpos que tomaram.
Vocês não são a alma que percorreu esse mundo.
Vocês não são mais o espírito que nasceu, a um dado momento.
Tudo isso é apenas do transitório, do efêmero.
Só é Real o Absoluto, porque ele não muda.
Poder-se-ia dizer – porque a imagem é sedutora – que vocês percorreram a periferia da roda e que, pouco a pouco, vocês se aproximaram do centro e que, a um dado momento, vocês se tornam o eixo da roda, ou seja, o que é imóvel, o que jamais se moveu.
Vocês não são mais a roda.
E, no estágio final, vocês não são mais, tampouco, o eixo, vocês são além disso.
As diferentes refutações sucessivas do corpo, das emoções, da alma, do espírito são etapas que, hoje, são transcendidas pelo restabelecimento da Onda da Vida.
Cabe a vocês ver.
O que vocês preferem?
Vocês têm necessidade de tempo?
Quem tem necessidade de tempo?
A personalidade, porque ela é inscrita no tempo.
O Absoluto não conhece o tempo, nem a história, ele não se importa com seu tempo, com suas histórias.
Ele é tudo, exceto a história.
Cabe a vocês ver, cabe a vocês decidir.
O Absoluto é simples, o relativo é complicado.
A verdade relativa leva-os aos caminhos da alma, aos caminhos do conhecimento ilusório, a projeções que vocês vão crer que chega um dia, mas não há dia, porque tudo já está aí.
O que vocês querem ser ou o que vocês querem não Ser?
Onde vocês se colocam?
Num lugar relativo ou num lugar Absoluto?
Reflitam.
Eu os engajo a colocarem-se as boas questões, porque a questão não requer, necessariamente, uma boa ou uma má resposta, mas vai mostrar-lhes, de maneira implícita, onde vocês se situam.
Se retomo uma das questões anteriores, quando a personalidade diz: o absoluto é o nada, é fácil ver onde se situa a pessoa que faz essa pergunta.
Não é um julgamento, mas é uma constatação do ponto de vista da pessoa.
Se vocês olham sua questão, vocês sabem onde vocês estão.
A primeira questão, que dizia: eu não compreendo três quartos do que me é dito, mostra o ponto de vista dessa pessoa.
O Absoluto não pode ser compreendido, ele pode apenas ser vivido.
A personalidade vai colocar certo número de qualificativos no Absoluto, que não tem qualquer realidade nem qualquer verdade, porque oriundos de suposições e de crenças, e não da experiência.
É o mesmo para toda questão.
A única questão que os conduzirá, talvez, mais facilmente, ao Absoluto, é esta: o que vocês eram antes de ser esse corpo e essa história?
E não me respondam: eu era outra Vida.
Vocês sabem quem vocês eram antes de estar aqui?
Vocês têm a pré-ciência disso?
Vocês têm a íntima convicção disso?
Vocês têm a experiência disso?
Se sim, então, vocês são Absoluto.
Porque, antes de ser esse corpo, antes de ser qualquer corpo, antes de estar presente em qualquer mundo, em qualquer Universo, é o que vocês eram e o que jamais deixaram de Ser.
Lembrem-se: não há passagem do conhecido para o Desconhecido.
É preciso refutar todo o conhecido e o desconhecido estará aí.
Depois, vocês poderão voltar a passar do Desconhecido ao conhecido, porque vocês traçaram uma passagem que não existia no primeiro sentido, mas que existe no segundo sentido.
O fato de ter uma forma não será mais incômodo para passar de um ao outro, porque existe um Absoluto sem forma e um Absoluto com forma.
Mas o Absoluto com forma é, pertinentemente, consciente de que a forma é transitória.
O Absoluto com forma não é identificado à forma.
Ele está na forma, mas ele não é dela prisioneiro, contrariamente àquele que não é Absoluto.
Não é uma questão de Vibração.
Não é uma questão de Si ou de não viver o Si, mas, efetivamente, de estabelecer-se no não Si que é, justamente, o Abandono do Si.
Vocês estão prontos a tudo perder?
Vocês estão prontos a enfrentar seu nada?
Se sim, vocês são Absoluto, se não, vocês não o são, ao menos vocês
o creem. Porque o Absoluto continua aí, quer vocês o vivam ou não, quer vocês o aceitem ou não, ele está aí.
Ele não depende de qualquer de suas cogitações, de qualquer de suas experiências, no Si ou no carma.
Ele não depende de qualquer de seus conhecimentos, que são apenas uma desordem que nutre o ego.
Por mais que vocês conheçam todos os mistérios do universo, vocês não serão, contudo, Absoluto.
Reflitam nisso.
O que vocês querem?
O que é que se desvenda, através de sua questão, independentemente de minha resposta?
BIDI - Você é um Saco de Comida (07/05/2012)

Apreenda, efetivamente, que o mental apenas é um obstáculo a partir do instante em que é ele que dirige o que você crê ser. Aquele que é Absoluto, e está numa forma, tem, necessariamente, um mental.
Ele não está mais emboscado, à espreita, nem silencioso.
A prova: eu me exprimo através desse canal, de um modo um pouco específico.
O que quer dizer?
Quer dizer que existe o mental, mas que ele nada pode contra a potência e a integridade do Absoluto.
Eu não tenho, mesmo, que observar onde ele está, porque sei, pertinentemente, que ele está a serviço do Absoluto e que ele não está mais aí para renegar, de algum modo, o Absoluto.
***
Do ponto de vista da personalidade, vocês provam o que é chamado a ignorância. E eu lhes digo que a ignorância, nesse aspecto ilusório, é o que os conduz, de maneira a mais segura, a ser Absoluto.
O mental não pode desaparecer, porque ele é ligado, de maneira indissolúvel, a esse saco de comida, a esse corpo, a essa história que não é vocês.
É, portanto, importante vê-lo pelo que ele é.
Saibam que vocês não podem destruí-lo, nem mesmo controlá-lo, mas podem, como eu o disse, dele tornar-se o mestre.
Mas essa noção de mestria não é um controle.
Essa noção de mestria não é um constrangimento.
Uma vez que ele é descoberto e atualizado, do mesmo modo, o princípio da investigação e da refutação vai fazê-lo interromper.
Naquele momento, não se ocupem mais dele.
É o único modo de conseguir.
Não há outro.
Todos aqueles de vocês que creem que, meditando, obtendo a calma mental, vão chegar a algo, enganam-se.
O mental é útil, e sua memória também, para agir na ilusão, para viver, como vocês dizem, na ilusão.
Ele é parte do que é ilusório.
Mas, enquanto sua forma existe, não há qualquer meio de fazê-lo desaparecer, inteiramente. Mesmo nos momentos de Samadhi, ele está emboscado, pronto para ressurgir, para tomar sua própria comida.
Se vocês aceitam isso, compreendem que não têm que lutar contra ele, que não têm, tampouco, que combatê-lo.
Vocês têm, simplesmente, que vê-lo, tal como ele é.
Tal como ele age.
***
Coloque-se a Questão: qual é seu objetivo?
Se você me responde que há um objetivo, você não é Absoluto.
BIDI - Compreender Que Nada Há a Compreender (08/05/2012)

É preciso estar vigilante. Mas essa vigilância não é mental: é uma vigilância da consciência que vos instala no Presente, no «eu sou».
E, uma vez o «eu sou» Realizado, será preciso ultrapassar o «eu sou».
Ou então, aterrar diretamente no Absoluto que vocês São, de toda a Eternidade. Mas isso não são vocês que decidem. Por contrário, ao nível da personalidade, são vocês que decidem: praticar a refutação, ver claramente as coisas, tal como elas são, e não como vocês queriam que elas fossem, ou como vocês creem que elas são. É profundamente diferente.
Quando o Si se descobre, o que vocês denominam os chacras se ativam. Vocês percebem a Vibração, e certamente, se banham na Vibração. Porque é tão novo, tão agradável, e tão diferente. Mas vocês sabem muito bem que a Vibração está condicionada (às vossas meditações, aos vossos humores, aos ciclos da lua, do sol), portanto é efémera também.
É preciso ir além da Alegria. Tudo isso são experiências. Evidentemente que abrem a Consciência mas, eu te lembro que o Absoluto não é a Consciência.
Nada pode ser dito do Absoluto.
Tu não podes senão testemunhar, aqui mesmo, nesta forma, o que se passa e que é, portanto, também efémero. Porque tem uma alegria e uma felicidade a comunicar o que é vivido. Mas isso não é senão um reflexo, a Verdade não pode ser conhecida desta forma. Por contrário, o testemunho pode ser feito.
Porque esse testemunho feito, tal como eu faço, vos vai permitir se colocarem as boas perguntas, e realizar o curto-circuito mental.
O Absoluto não é uma finalidade. Porque se tu falas de finalidade, evidentemente, isso quer dizer que há uma estrada e um caminho, e portanto um tempo. Enquanto tu consideras que há uma finalidade, enquanto tu consideras que precisas de tempo, certamente, isso não é Real: o Absoluto não está no tempo. É tudo isso que é preciso realizar. É a Verdade.
***
Pergunta: É o quê, o não-Ser?
Mas o não-Ser, é o quê? Será que eu te posso falar do Absoluto? É o primeiro princípio que eu enunciei: nada pode ser dito sobre o não-Ser.
Nada pode ser dito sobre o Absoluto.
Tu não podes prestar testemunho quando aí estás, aí onde não há nada a Ser.
Enquanto tu procuras compreender, ele se afasta. Tu não podes compreender o que tu És. Abandona esta ideia estúpida: isso te afasta do que tu És.
É preciso banir a palavra compreensão: isso quer dizer «assumir como», mas tu não podes assumir-te a ti mesmo. Tu olhas para aí, para onde não é preciso, e tu deixas a tua cabeça olhar para outro lado. Será que tu te podes ver sem um espelho? Tu não podes senão imaginar-te num esquema corporal, que tu chamas o saco de comida, com a tua história, com esse corpo.
Mas sinceramente, será que tu te podes ver sem espelho?
É impossível: tu não podes ver o que tu és.
O ponto de vista não é bom.
Portanto, querer dominar o não-Ser, explicando o não-Ser, não quer dizer nada. É impossível. Já que, por definição, compreender é fazer jogar a consciência, quer isso seja no si ou no «eu». Mas o Absoluto é a-consciente. Ele não pode nada apreender, porque é Tudo. Ele é imutável, ele sempre aí esteve. Tu te moves o tempo todo. Enquanto tu crês conhecer qualquer coisa, tu és ignorante.
Aceita nada conhecer. Aceita nada compreender. De fato, isso vos foi chamado, por uma das Estrelas, a Via da Infância (ndr: TERESA DE LISIEUX).
Será que a criança se importa em explicar porque o sol se levanta?
E se ele se levanta a oeste, ou noutro lugar? Será que ela tem necessidade de saber o que sabem os adultos?
Sair da criança, não é tornar-se um adulto, é tornar-se um atraso, em todos os sentidos deste termo.
Compreender é adaptável a este mundo e vos serve para evoluir neste mundo.
Mas evoluir neste mundo é, já, não estar no Absoluto.
É isto que é preciso compreender, sem compreender.
E isto não é uma compreensão.
Isto não pode, também, ser uma experiência, como para o Si.
É um estado para além de todo o estado, é o Último, do qual nada pode ser dito.
Tu podes apenas prestar testemunho dos seus efeitos, mas tu não podes prestar testemunho disso, porque tu não estás consciente no a-consciente.
E além disso, nenhum ego se divertiria a falar do Absoluto, porque para ele isso não quereria dizer nada. Nenhum ego pode testemunhar o Absoluto que ele não é. Ele pode testemunhar o Si. Ele pode escrever milhares de livros sobre o Si, sobre a Realização, sobre o Despertar. Mas o Despertar e a Realização não te farão jamais sair do teatro. No máximo, isso fornecerá elementos de gratificação, nesse mundo. E experiências de Alegria, experiências de Paz. O Absoluto não é nem Alegria, nem Paz, ele não está preocupado com isso. Portanto, eu não te posso dizer nada sobre o não-Ser.
***
Nenhuma relação pode permitir-vos ser Absolutos.
Nenhuma comunhão pode permitir-vos ser Absolutos.
Melhorar este ou aquele, favorecer este ou aquele não diz respeito ao Absoluto, não diz respeito ao que você É, mesmo se você crer nisso.
***
Olhem e vejam tudo o que vocês conhecem.
O Absoluto não é isso.
Ele o inclui, é claro.
Mas isso os inclui na ilusão, e não no Absoluto.
É preciso excluí-los, mas excluir-se, não é retirar-se da vida, muito pelo contrário: é excluir-se de todas as crenças efêmeras. Isso não é estar envolvido, mas fazer. O Absoluto revela-se desta forma a vocês.
***
Pergunta: O acolhimento, a aquiescência, manifesta o Absoluto?
O que tu queres acolher?
A que tu queres aquiescer?
Tu podes acolher a Luz. Tu podes acolher o Cristo.
Tu podes acolher o teu marido ou tua esposa.
Mas tu não podes acolher o Absoluto.
Tu não podes acolher o que tu És.
Tu não podes aquiescer ao que tu És, uma vez que isso É.
No sentido da tua pergunta, há sempre a noção de possuir.
Não se possui o Absoluto.
Não se vai em direção a ele.
Nós não o descobrimos.
Ele se descobre desde o instante em que tu expulsas todo o resto.
Já, até mesmo o fato de pensar que tu podes acolher o Absoluto considera que tu és um recipiente, uma vasilha.
Tu não és uma vasilha.
Tu és Absoluto.
Então, como tu podes aquiescer ou acolher o que tu já És?
***
Pergunta: A refutação e a crucificação, é a mesma coisa?
A Crucificação, dói.
A refutação não dói.
A crucificação envolve a morte e a ressurreição.
A refutação não faz morrer a não ser o que é ilusório, nas crenças, mas não faz desaparecer o saco de comida, até prova em contrário.
Não adicione pregos ao que é doloroso: este corpo.
No plano simbólico ou histórico, a Crucificação é seguida, pelo Cristo, de uma Ressurreição em um corpo diferente, um Corpo de Glória.
O Absoluto não é isso.
O Absoluto não se importa com nenhum corpo, mesmo que seja ele o Corpo de Glória. Isso não lhe diz respeito.
***
Pergunta: Quando CRISTO disse: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida", isso era como dizer "eu sou Absoluto"?
Não.
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida" pode conduzir-te ao Absoluto.
Sem te conduzir a ele.
"Eu e o Pai somos Um", é o Absoluto. Ele (e o Duplo), ele é Absoluto.
A FONTE é Absoluta e está incluída no Absoluto.
Mas a FONTE não é o Absoluto.
Enquanto existe um caminho (qualquer que seja), vocês subentendem um caminho, uma melhoria. Isto conduz ao Si, mas certamente não ao Absoluto.
A Verdade, sim (como "Eu e o Pai somos Um").
A Vida, sim, mas a Vida Eterna, aquela que não conhece a morte (não esta vida).
Ele queria mostrar-lhes que nada pode por fim à Verdade e à Vida.
E especialmente não a morte, se não, não é a Verdade, não é a Vida.
O CRISTO é um molde, um modelo, não que precise ser seguido, mas que é preciso integrar. Não é a mesma coisa. É uma consciência que pode fazer dizer: "Eu e o Pai somos Um: Absoluto".
O CRISTO apresentou-lhes um modelo (ou um molde) ideal para este mundo. Ele lhes tinha dito: vocês não podem seguir um molde ou um ideal. Vocês o encarnam ou não.
O Absoluto não é nenhum modelo, nenhum molde. Ele está bem além de tudo isso.
BIDI - Abandone o Conhecido e o Desconhecido Estará Aí (12/05/2012)

Veja também:
Coletânea: ABSOLUTO (1a. Parte)
Coletânea: ABSOLUTO (3a. Parte)
*****************
Trechos extraídos das mensagens do site: http://www.autresdimensions.com
Seleção e edição: Beth Rodrigues
Tabulação e edição: Beto Junior - www.despertardaluzinterior.blogspot.com
André MA - www.mestresascensos.com

Gostou? Compartilhe esta publicação nas redes sociais

0 comentários:

Postar um comentário