A humanidade que começa - PRÓLOGO: da Divisão à Unidade

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Bem, caro amigo leitor, antes de entrar e de acompanhá-lo no coração e no espírito desse livro, gostaríamos, inicialmente, em nome da junta governativa que representamos, dar-lhe certo número de informações não transformadoras, nesse prólogo, mas em relação com fatos históricos importantes quanto à sua filiação, mas, também, quanto à nossa filiação.
Seu maior neófito sobre a Terra disse: «há numerosas moradas na casa do Pai».
Efetivamente, mas essas numerosas moradas participam, todas, sem exceção, da mesma filiação de Unidade de Divindade.

De fato, quaisquer que sejam as formas manifestadas de vida, seja em seu mundo de superfície, seja no que você chama os planos sutis ou, ainda, nos planos espirituais ou nos planos do Intraterra ou, também, em outras galáxias, em outros universos ou em outras constelações, essas numerosas moradas, que são em número indefinido, possuem, todas, habitantes que têm a mesma filiação, a mesma Unicidade de evolução, de potencialidades e de evolução.


Apenas a separatividade de alguns planos o fez ver, com seu olhar crítico de terceira dimensão, alguns elementos vivos como podendo não pertencer ao plano da Unidade e da Divindade.
Mas, entretanto, você deve compreender, caro leitor, que absolutamente toda criação e toda a vida, toda consciência é parte indivisível da Unidade fundamental da vida e da manifestação da expansão/contração do Divino.

Partindo disso, é extremamente importante, sobretudo para os eventos e as manifestações que devem advir à superfície de nosso globo, que é também o seu, que você não seja surpreendido pelas manifestações de vida que poderão aparecer nos anos a vir.
É necessário, entretanto, compreender que, nessas consciências que vão manifestar-se a você, há as que estão em fase de contração, há as que estão em fase de expansão, há as que estão em fase de divisão ainda mais avançada que sua humanidade de superfície, e há outras que estão em fase muito mais avançada para o retorno à famosa Fonte.

Entretanto, as forças a que vocês chamam involutivas, diabólicas, separadas, reptilianas, e eu passo os qualificativos e os adjetivos que vocês empregam para nomear essas forças, fazem parte, também, da criação de Deus.
Mesmo, amigo leitor, se elas o saibam ainda menos do que você, elas foram ainda mais longe do que você nos caminhos da divisão, nos caminhos da separação e nos caminhos da negação do Divino.

Entretanto, toda consciência, mesmo a mais sombria, possui, em si, essa semente de Luz.
Mas pertence ao seu caminho, à sua consciência não julgar, mas, fazer as boas escolhas quanto ao que você desejará seguir, tanto como entidade como ensinamento.

Você está pronto para retornar à Fonte ou você ainda está no caminho de divisão?
Você ainda está no caminho de experiências, de separatividade?

Sua liberdade, caro amigo, é total.
Cabe a você decidir, total e livremente se, a partir de hoje, você aceita fazer o retorno, tal o Filho pródigo, para a Fonte ou se você ainda tem necessidade de certo número de ciclos de separatividade, de distanciamento em relação à sua Fonte, porque você tem sede de experiências, porque você tem sede de divisão, porque você tem sede de experimentações em planos cada vez mais densos.

Em momento algum a Fonte o julgará.
Em momento algum nós o julgaremos.
Em momento algum os planos espirituais portarão sombra às escolhas que você deverá fazer em toda consciência: escolher o controle individual para chegar ao funcionamento coletivo ou, então, escolher o controle e meter-se cada vez mais no distanciamento e na separatividade, a fim de experimentar ainda mais o afastamento da Fonte.
A liberdade é total.
Sua liberdade de consciência deve fazer-se em função de afinidades vibratórias que você escolheu em função do que você decidirá livremente.

É extremamente importante, nos momentos que vêm para nosso Sistema Solar, de estar na escuta, estar atento e estar consciente às marcas de sincronia, às marcas de hipersincronia, ou mesmo às marcas de Fluidez da Unidade que se manifestarão em sua vida, em suas escolhas.
Nisso, o Pai/Mãe deixa-o totalmente livre para escolher, sem qualquer julgamento, sem qualquer possibilidade de interferir com sua liberdade total de escolher um ou o outro campo porque, em definitivo, você compreendeu, amigo leitor, a finalidade é, era e continuará, sempre, a mesma.
Não pode haver outra finalidade que não o retorno à Fonte, porque vocês são filhos da Fonte, nós somos filhos da Fonte e, mesmo as forças a que vocês chamam involutivas fazem parte da Fonte.

Isso pode ser difícil de admitir, de compreender, de assimilar, de aceitar, mas, entretanto, isso é verdade, mesmo se seu plano de realidade não possa apreender, de momento, porque vocês estão numa escala de tempo que não lhes permite ter uma visão ampliada do que é a verdade e do que é a realidade da verdade.
Há, em vocês, filtros que, como nós o dissemos, foram postos há 50.000 anos, de maneira a permitir-lhes experimentar cada vez mais o distanciamento, a separatividade, o afastamento ou mesmo o abandono da Fonte.

Mas já há mais de 2.000 anos, o movimento de reversão tornou-se possível, voltando a tornar-se, você mesmo, um Mestre, voltando a tornar-se, você mesmo, um Cristo, voltando a tornar-se, você mesmo, a Fonte.
Para além de todas as limitações que foram colocadas desde 50.000 anos, a que vocês chamam «carma», «ação/reação», é-lhes, hoje, em toda lucidez, possível cortar e aceitar entrar, total e livremente, no que nós chamamos e vocês chamam conosco: a ação de graça;

É-lhes pedido, hoje, por um ato de consciência, por um contrato firme, decidir não mais estar sob a influência da lei de ação/reação, não mais estar sob a influência de leis passadas, mas entrar, diretamente, em seu futuro, que é pura Luz.
E, para isso, é necessário que sua consciência, sua alma aceite, totalmente, livremente, a ação de graça, a fim de caminhar para o perdão, para a ausência de julgamento, para a integração da Fonte, para a revelação da Fonte que vocês são.

Ninguém outro que não você mesmo pode fazer a escolha.
Ninguém outro que não você mesmo julgará sua conduta.
Ninguém outro que não você mesmo será obrigado a seguir um caminho que não quiser seguir.

Aí está, caros amigos leitores, o grande desafio que, hoje, apresenta-se a vocês, para os sete anos que vêm de seu tempo terrestre.

Quanto a nós, desde extremamente longo tempo, como nós o dizíamos no preâmbulo, nós superamos essa fase evolutiva por uma escolha livre e consciente que fizemos há mais de 300.000 anos.
Nós aceitamos estar no serviço da Fonte e, para isso, privarmo-nos de manifestações na terceira dimensão na qual vocês vivem.

O paradoxo é o seguinte: é que nós estamos, em nosso nível de evolução, no que vocês chamariam, totalmente integrados na quinta dimensão, mas, estando muito próximos do elemento água, que nós mantivemos um corpo de terceira dimensão, que, entretanto, não tem medida comum com o seu, devido à sua estrutura celular, biológica, psicológica, espiritual, devido à sua arquitetura visível e invisível, tanto nos planos densos como nos planos sutis.

Nós podemos, efetivamente, ser assimilados a corpos físicos de carne, vocês diriam, ao mesmo tempo sendo profundamente avançados, profundamente mais distantes, mais adiante no caminho de retorno para a Fonte.
É nisso que, hoje, vocês devem ver-nos como seus servidores, porque o maior serve o menor, e isso é uma lei inefável para aqueles que se engajam no caminho de retorno para a Unidade da Fonte.

Assim, amigos leitores, cabe-lhes, totalmente (a título individual, mas, também, nós o esperamos, a título coletivo, nos anos que vêm, devido à sua reconexão a essa Fonte comum, devido a essa reunificação de seus seres individuais na coletividade humana, em sua humanidade em evolução), constituir esse famoso corpo coletivo que alguns de vocês chamaram, nesses últimos tempos: a Embarcação de Luz, a Merkabah ou, ainda, o fenômeno de ascensão.

Fenômeno de ascensão individual, mas que apenas pode ser realizada pela reunião de Unidades individuais numa coletividade de função, numa coletividade de reunião de ascensões.

Aí está, caros amigos leitores, a escolha diante da qual vocês serão, progressivamente e à medida do tempo que vai passar, obrigados a compreender, obrigados a assimilar em sua confiança e em sua consciência e em sua alma.

Ser-lhes-á revelado, em vocês mesmos, o que vocês são, realmente, e não o que vocês creem que fossem desde 50.000 anos.

As forças ditas involutivas jogaram esse jogo de arrastá-los para mais materialidade, para mais fossilização, para mais estrutura e estruturação.
Mas, hoje, isso terminou, se tal é seu desejo, se tal é seu anseio, se tal é seu contrato de alma e se tais as informações e as transformações que nós lhes transmitimos são capazes de despertá-los e de elevá-los acima de sua condição, nós diríamos, de «sub-homens».

É-lhes pedido para tornarem-se totalmente humanos, uma humanidade em evolução, tornarem-se seres livres, mestres e responsáveis, e totalmente lúcidos das escolhas que farão.

Aí está, caros amigos leitores, o que nosso coletivo da junta governativa tinha a dizer-lhes.
E vamos, agora, deixar a palavra àquele que está instalado no meio de nossa geodésica estrutura de Conselho e que vai, agora, exprimir-se, a fim de introduzir, mais precisamente, a trama, o caminho energético, o caminho espiritual autêntico que vamos propor-lhes através do conteúdo desse livro, do conteúdo do que vocês têm sob os olhos, do que será um dos maiores catalisadores que vocês tiveram, a integrar, de maneira a permitir-lhes reencontrar a totalidade do que vocês são, ou seja, uma Fonte, ou seja, um Amor, no sentido mais autêntico e mais nobre.

Assim, a Junta governativa vai deixar a palavra a Ramatan.

Assim, caro amigo leitor, a Junta Governativa dirigiu-se não a você mesmo, mas à toda a humanidade.
Mas eu gostaria de entrar, agora, diretamente, como Governador, em seu ser, a fim de fazê-lo viver a realidade do que você é.

Antes mesmo de entrar na essência e no conteúdo da estrutura do que você lerá, nos capítulos que virão em seguida, eu gostaria que você aceitasse, como algo de possível, como algo de eventualmente verdadeiro (não como uma verdade estabelecida, mas como algo que vai, pouco a pouco, infundir-se e irradiar-se em você) é admitir a possibilidade que você seja, totalmente, inteiramente, uma consciência cuja realidade final (mas a realidade, também, manifestada mesmo nesta dimensão na qual você evolui) é Amor.
Você foi criado pelo amor;
Você foi criado para o Amor.
Toda consciência foi criada nesse único objetivo de ser o que ela é.
E o que você é, amigo leitor, você deve aceitá-lo como uma potencialidade (ou uma hipótese de trabalho, diríamos), que é dizer e afirmar que você é Amor.

Poder-se-ia mesmo dizer que, quaisquer que sejam as limitações que a sociedade impôs, que sua educação impôs, que seu «carma» (entre aspas) impôs, devem ser, hoje, deixados de lado, a fim de que você aceite a eventualidade do que você é, ou seja: Amor.
E esse Amor é autenticamente puro, autêntica e totalmente o que você é.

Não há, nessa hipótese de trabalho e na afirmação do que você é, qualquer vestígio ou possibilidade de zonas ligadas ao seu passado, ligadas aos elementos que nós acabamos de dar, a possibilidade de interferir com o que você é.
É tempo, hoje (devido a um fenômeno de inversão que nós estudaremos um pouco mais longe) que você aceite que tudo o que o condicionou, desde seu nascimento nessa vida (mas, também, em todos os nascimentos passados, se você crê nisso) está, hoje, em vias de ser dissolvido, não por qualquer milagre, não por qualquer fenômeno exterior, mas, realmente, por uma decisão consciente do que você é.

E é-lhe pedido, hoje, para aceitar, totalmente, o que você é, ou seja, um filho da Unidade, um filho da Lei de Um, uma Fonte que é a mesma que a Fonte original, uma Fonte Pai/Mãe, uma Fonte irradiante que é Amor, porque o Amor é uma fonte, porque a Fonte da vida é Amor, porque a Fonte da consciência é Amor, porque sua consciência e sua alma são Amor.

O que você poderia interpretar como erros, o que você poderia interpretar como algo que não foi conforme em sua vida, não tem, hoje, absolutamente, mais lugar de ser.
Porque, hoje, você está, realmente, diante da possibilidade de ver-se tal como você é, na condição de aceitar esse fato essencial e primordial: é que não há qualquer limitação, qualquer possibilidade de confinamento em relação ao que você é.
E que é, efetivamente, necessário convir (mesmo se, de momento, você não possa aceitá-lo, você é obrigado a postular, a aceitar como hipótese, de trabalho, diríamos) que tudo o que você manifestou até o presente de limitado, de limitações, de impedimentos, de doenças, de mal-estares, de falta de alegria é, unicamente, ligado ao não reconhecimento de que você está, totalmente, em você, e do que você é.

A partir do momento, caro amigo leitor, em que você puser o postulado fundamental de que você é Amor, de que você é Fonte e de que você aceita isso o tempo de ler esse livro, naquele momento, você se tornará, realmente, o que você é, de toda a eternidade.
Naquele momento, todos os véus que você mesmo colocou, progressivamente e à medida de sua descida nesses planos densos, poderão ser queimados, tal uma transfiguração, tal uma iluminação.
Você se tornará, realmente, o que você é e não o que você crê ser ou o que os outros creem e querem que você seja.

É importante que você conceba, em você (a partir de hoje, a partir dessas linhas que você está lendo), que você é único.
E, sendo único, você faz parte do Um e você é o Um.
E você é o Amor.
E você é a Consciência.
E você é a manifestação perfeita do Amor e a manifestação perfeita da Harmonia.
São apenas processos que foram necessários para voltar, para voltar a tornar-se essa Fonte, para voltar a essa Fonte, que você jamais cessou de ser de toda a eternidade.

Aí está, amigo leitor, o que eu lhe peço, antes de entrar, precisamente, na leitura, na transformação em sete etapas, como você o compreendeu, através dos sete capítulos.
Através da revelação das sete etapas do coração, através de uma subida ascensional, através das sete etapas correspondentes aos seus sete centros de consciência, através dos sete dias da semana.
Esse trabalho vai emergir de suas profundezas, do que você é, vai preencher, progressivamente, cada uma das parcelas de seu ser, cada uma das células que o anima, que anima esse corpo, mas, também, cada uma das parcelas de sua vida, cada uma das parcelas, dos compartimentos que você compartimentou.

A família, o trabalho, os filhos, o passado... que foram confinados e que vão, progressivamente e à medida da expansão de consciência, ligada à leitura desta obra, torná-lo real e verdadeiramente real em tudo o que você é, em toda sua magnificência, ou seja, uma parcela e uma totalidade da Unidade da Luz.

Aí está, amigo leitor, o que nós vamos engajar, juntos, através dessas sete etapas.
Vamos despertar as sete etapas do coração, a fim de conduzi-lo ao seu próprio santuário, a fim de conduzi-lo ao que você é, a fim de que você possa, você mesmo, despertar o que você é.
E não através do que nós lhe diremos, e não através de um ensinamento novo, não através da aplicação de preceitos vindos de modos de funcionamento ultrapassados de sua humanidade, mas através de seu presente.
Através de sua realidade presente você descobrirá, nós o esperamos, eu e meus irmãos humanoides, delfinoides, meus irmãos em Cristo, meus irmãos no Pai e na Mãe, porque, quaisquer que sejam as distâncias e as distorções que possam existir entre nossas formas físicas, nós participamos, creia-me, da mesma fonte e da mesma origem.

Apenas o desenvolvimento incessante da vida e dessas dobras incessantes que permite uma miríade de manifestações de consciências, em função de miríades de desenvolvimentos de planetas ao nível de sua consciência.
De acordo com tal ou tal elemento que é privilegiado no desenvolvimento, vão manifestar-se formas de vida que podem parecer, aparentemente, diferentes, mas que, creia-me, amigo leitor, têm, todos, a mesma Fonte.

Nosso maior desejo, de nós todos no Intraterra, é que, hoje, você realize, enfim, o sonho do por que você mesmo criou-se, ou seja, afastar-se, o mais possível, do que você é para voltar a tornar-se, realmente, o mais próximo do que você é e ser, enfim, totalmente, você mesmo, o que você é.

Aí está o caminho que vamos percorrer, juntos, durante essas sete etapas, durante essas páginas que você vai virar, nas quais você vai impregnar sua substância, impregnar sua alma, a fim de tornar-se, realmente, essa Fonte.

Aí está, amigo leitor, para o que nós nos dirigimos.
Obviamente, em cada um dos capítulos, seremos obrigados a recorrer a modos de funcionamento que nós utilizamos no Intraterra desde tanto tempo, mas que nos permitiram ser os guardiões fiéis e as garantias da Unidade da Fonte Mãe na qual nós estamos e sobre a qual vocês vivem, mas, também, as garantias de nosso Sol.

Eu os lembro que seu Sol, aquele que vocês veem todos as manhãs ao levantar-se, é apenas o pálido reflexo do verdadeiro Sol, que está no Interior e que nos rega, a nós, no Intraterra, permanentemente de sua luz, que nos permite não sermos confrontados às alternâncias dia/noite que vocês conhecem e que foram tão indispensáveis ao seu afastamento de sua Fonte, para permitir-lhes retornar à sua Fonte, que é a nossa.

Aí está, caros irmãos (leitores, sou tentado a dizer, através dessa linguagem que emprego, através de meu walk-in) saibam que essa foi, para nós, uma longa preparação porque, para nós, a linguagem não é verbal.
Nós conhecemos apenas o pensamento.
Nós conhecemos apenas o pensamento direto.
Nós conhecemos apenas um modo de comunhão, que é o pensamento e o coração.
A linguagem foi uma criação colocada em seu caminho para permitir-lhe exteriorizar-se e afastar-se de sua Fonte, mas é através dessa linguagem que, hoje, você poderá, enfim, retornar à sua Fonte.

A experiência da humanidade terrestre foi única nesse sentido, porque ela privilegiou o aparecimento da linguagem como ferramenta vibratória Divina exteriorizada, enquanto a comunicação a mais fácil com a Fonte e entre consciências não é uma comunicação de linguagem, mas uma comunicação vibratória direta, de alma a alma, sem passar pelo formalismo das palavras, sem passar pelo formalismo de conceitos, mas diretamente, por uma impregnação e uma impressão de consciência a consciência, de cérebro a cérebro.

Esse modo de linguagem verbal, escrito, que me permite exprimir meu walk-in consciente deve desembocar, para você, amigo leitor, na superação disso, porque além da linguagem, além das palavras formadas nessas páginas, há, efetivamente, um modo de funcionamento que corresponde, realmente, ao que acontece ao nível da Fonte, ou seja, uma irradiação, uma ressonância total de Fonte a Fonte, de Sol a Sol, de célula a célula e, sobretudo, de consciência a consciência.

Nisso, amigo leitor, eu lhe peço para postular, pela última vez, aceitar o tempo da leitura, o tempo da transformação, que você é Amor, que você é perfeito e que você é inteiro, desde a criação e seu afastamento da Fonte.

Eu sou Ramatan e, amigo leitor, eu lhe desejo uma entrada total nesse postulado e nessas sete etapas.
Eu lhe desejo abrir as sete portas.
Eu lhe desejo reencontrar, totalmente, o que você é, assim como nosso Pai e nossa Mãe têm apenas um desejo, que é o que você volte a tornar-se o que você é.

Meu desejo, como delfinoide, como Governador de regiões do Intraterra, é que você reencontre, também, o que você é.

Eu terminarei dizendo que toda consciência que se manifestaria a você e que quisesse arrastá-lo ao caminho dela, ao ensinamento dela, ou que lhe permitiria coisas que não estão em relação com a Fonte, que o afastaria da Fonte e que o afastaria de sua Fonte e que lhe retiraria, portanto, seu controle para substituir-se a você em suas decisões, são caminhos de amor, mas, também e sobretudo, caminhos que ainda não acabaram de estirar-se, de afastar-se da Fonte.
Enquanto você, humano, você, amigo leitor, hoje, devido ao seu caminho e à sua história, você tem a liberdade total de voltar a ser o que você é, ao Amor, à liberdade e à consciência total.

Aí está, amigo leitor, eu lhe desejo bom caminho e digo-lhe, obviamente, «até breve» para interagir, para ressoar, para vibrar, talvez, não da maneira pela qual faço através desse canal, mas, entretanto, por vias múltiplas de ressonância de consciência, de contato de alma a alma, na falta, de momento, de contato corpo a corpo.
Mas não há qualquer obstáculo que não seja varrido pela potência do Amor que você é.
Só seu mental gostaria de fazê-lo crer o inverso, para preservar a separatividade, para preservar o distanciamento e a separação do que você é.
Tal foi o papel do mental desde 50.000 anos.
É-lhe, hoje, pedido para passar ao que alguns chamaram, há 40 ou 50 anos, o supramental, passar à dimensão do coração, da empatia, da compreensão direta, sem passar pela análise mental, sem passar pelos conceitos mentais e, sobretudo, sem passar pelo julgamento.
Enquanto há julgamento há distância, porque o julgamento necessita que vocês se coloquem no exterior do que julgam.

Ora, hoje, é-lhes pedido para colocar-se no interior de tudo o que vocês veem, ouvem, vivem, sentem.
Fazendo parte de tudo isso, vocês não podem estar na distância nem no julgamento.
E, obviamente, o que conduz à ausência de julgamento é uma palavra bem mal compreendida, hoje, e que foi utilizada por seu maior Mestre, que é o «perdão».
Mas, antes de querer perdoar, é necessário, efetivamente, quando você perdoa a si mesmo, você perdoa ao universo inteiro.
Você perdoa o que não há necessidade de perdoar, uma vez que você já está perdoado.

Basta afirmar o perdão.
Basta, simplesmente, não julgar, estar na ausência de julgamento total, a fim de abordar as sete etapas, os sete pilares que nós vamos abordar, agora, na abertura total.

Do site francês:
http://www.autresdimensions.com

Tradução para o português: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com


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