A humanidade que começa: CAPÍTULO 4: AS NOVAS LEIS

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Aos Quatro Orientes você peregrinou, reunido o Quatro em Um, para regenerar a sua Unidade perdida.

Caro amigo leitor, bem amado irmão na humanidade, irmão no Um, irmão em Deus.
Convém, agora e já, a meio percurso do que você viu, viveu, entendeu e leu, compreender o que serão as novas leis que regerão a vida em sua nova morada.

Bem, será necessário fazer, aí também, ato de reversão.
Você deverá compreender que, nas novas dimensões que você vai, em breve, explorar, será necessário abandonar tudo o que regeram as leis, os códigos, os regulamentos que estavam em vigor até então, devido à sua consciência distanciada e separada.


De fato, a passagem à luz acompanha-se de certo número de reversões, como você compreendeu, e essas reversões acompanham-se, também, de uma expansão nitidamente mais ampla de sua consciência e de sua compreensão dos mecanismos da vida, dos mecanismos sociais, dos mecanismos celulares etc., do conjunto de mecanismos que regem o pleno potencial da vida na quinta dimensão.

Em todo caso, os fenômenos que foram analisados durante 50.000 anos como sendo fenômenos de natureza dual devem transformar-se para participar de uma Unidade.
Ora, o único modo de reencontrar a Unidade no mundo manifestado da quinta dimensão vai consistir em evoluir, viver, trocar, não mais segundo um código binário, mas segundo um código ternário.
O que quer dizer que toda noção dual é chamada a desaparecer.

Assim, as duplas de antagonismos, as duplas opostas e, por vezes, entretanto, complementares, que existiam até o presente devem ser substituídas por uma visão ternária da criação.

Assim, a oposição que havia entre o bem e o mal deve tender a desaparecer e a apagar-se para uma integração desse bem e desse mal na Unidade primeira, que é a experiência da vida que não se permite julgar, discernir, cortar, separar, opor dois eventos que participam da mesma realidade e dos mesmos processos de desenvolvimento da consciência e da vida.

Assim, a alternância que você conhece, de dia e de noite, ligada à rotação da Terra, deve transformar-se numa alternância não dual, mas de intensidade de luz.
Assim, nós distinguimos não mais a sombra na sucessão de dias, mas um nascimento do dia, uma explosão do dia, um decrescimento do dia e, novamente, um nascimento do dia, sem passar por um fenômeno dual de sombra e de luz.
Do mesmo modo, as relações que você conhece, de natureza dual, entre um homem e uma mulher, tendem a desaparecer para serem substituídas por funcionamentos não mais numa natureza dual, mas em múltiplos de três, para reformar essa célula unitária a que chamamos a estrutura geodésica de 24 Unidades vivas, de maneira a funcionar em Unidade através do 24.

Aí, será uma renovação de experiências para você, que corresponderá a uma superação profunda de todos os seus funcionamentos.
Sua estrutura celular, obviamente, começará a seguir esse caminho.
Não haverá mais essa espécie de dicotomia e de caracterização de fenômenos vitais, na alternância crescimento/decrescimento, ou vida/morte, ou gênese/destruição.

Do mesmo modo, tudo o que foi ilustrado nos processos biológicos íntimos celulares funcionava, sempre, em relação a uma noção de hiper ou hipofunção, com uma normalidade ao meio.
Isso será completamente superado em suas estruturas celulares também.
Nesse nível, nós reencontraremos funcionamentos perfeitamente trinitários, perfeitamente unitários e não mais duais.

A mesma estrutura será encontrada ao nível do que vocês concebem, quando viviam em casal, ou seja, dar nascimento a um filho que lhes pertence, que é marcado por seus genes, marcado por suas estruturas, marcado por seus esquemas transgeracionais e as marcas que foram fixadas desde várias gerações.
Sete, dizia seu Mestre.
Efetivamente, esse era o caso: sete gerações eram, por vezes, necessárias para reparar um insulto à vida.

Isso deve tender a apagar-se, a desaparecer, porque os filhos não serão mais seus filhos, mas os filhos da comunidade.
Os filhos serão criados não pelo casal dual, mas serão criados pela Unidade dos 24.

Assim, mesmo uma mãe que portar um filho será apenas uma «portadora», e não mais uma mãe, no sentido em que vocês entenderam até o presente.
Disso resultará uma maior liberdade para essas almas encarnadas em novos corpos, em novas estruturas, que serão totalmente liberadas do fardo do que vocês chamam a educação, totalmente liberadas do fardo do que vocês chamam as marcas ligadas aos pais, aos avós e bisavós e à noção de linhagem.
Há, aí, uma grande transformação que atualizará o que, agora e já, havia enunciado o Cristo por seu sacrifício: substituir a noção hereditária pela noção de filiação.

Não uma filiação ligada aos pais, mas uma filiação ligada à Fonte, diretamente impressa, impregnada pela Fonte e não mais desviada pelos pais e por uma história cármica ou por uma história de linhagem.
Isso é um processo extremamente novo para vocês, extremamente importante, mas, quando vocês começarem a vivê-lo, no momento do advento do novo Sol, vocês compreenderão, efetivamente, que se situa aí a verdadeira liberdade, a ausência de referências a qualquer passado e o retorno à sua Unidade primordial, o retorno à sua liberdade fundamental de Unidade de luz.
E, no entanto, a vida biológica continuará, certamente, mais leve, pela substituição de alguns átomos nas cadeias constituintes de sua estrutura.

Vocês começarão a transformar-se fisicamente.
Mas isso não me cabe, de momento, definir-lhes, para não fixá-los em esquemas.
Convém a mim, simplesmente, e é-me pedido, informá-los dessas transformações de leis de funcionamento.

As leis da sombra e da luz, obviamente, como vocês compreenderam, através das descrições de meu walk-in consciente, não serão mais as mesmas.
A luz virá de toda a parte.
Não haverá, portanto, mais sombra levada.
O mundo de vida será profundamente diferente.

De fato, a nutrição far-se-á de Unidade a Unidade, ou seja, na estrutura geodésica, diretamente através da absorção da luz coerente em forma hexagonal, que nós já descrevemos.
Entretanto, subsistirá uma necessidade de regenerescência, em parte, de alguns constituintes celulares, em todo caso, em suas primeiras gerações.
Mas eu não posso esconder-lhes que existe certo prazer em consumir nosso alimento bastante específico, que lhes foi descrito, e cuja estrutura é tão agradável aos nossos sentidos e não unicamente ao nosso sentido degustativo, mas aos nossos outros sentidos e mesmo nossos sentidos espirituais, ou mesmo elétricos e magnéticos, que estão inscritos em nós.

Falando desses sentidos, vocês vão desenvolver, também, suas percepções, o que já é o caso para inúmeros de vocês na superfície deste planeta.
O que se chama o sentido elétrico, o sentido magnético e, portanto, o sentido do Divino, o sentido da orientação.

Vocês saberão, instantaneamente, sem ter necessidade de olhar uma bússola, onde é o norte, onde é o sul, onde é o leste, onde é o oeste, onde é o alto, onde é o baixo.
Vocês saberão, instantaneamente, onde se encontram, pelo sentido eletromagnético, os outros membros de sua Unidade geodésica.
Vocês não terão necessidade de colocar a questão, porque, instantaneamente, a informação chegará.

Os modos de funcionamento cerebrais serão profundamente diferentes.
Como eu o dizia no capítulo precedente, seu magma de néocortex dividido e separado em duas unidades distintas de funcionamento vai reencontrar-se unificado, primeiro pelo espessamento de seu corpo caloso e, muito rapidamente, pela unificação dos dois hemisférios do cérebro, através do aparecimento de uma crista que percorrerá o crânio de trás para frente, uma protuberância extremamente presente, que já estava presente na Atlântida.

Através dessa comunicação dos dois hemisférios do cérebro e através, pouco a pouco, da redução das estruturas reptilianas e do pleno estabelecimento das estruturas límbicas que correspondem aos seus cérebros emocionais, vocês poderão funcionar em Unidade cerebral, não mais em relação a referências ligadas a acervos, não mais em relação a referências passadas, mas em relação a referências do instante da organização da luz.
Todo seu modo de funcionamento será, de algum modo, uma imitação da luz, será, de algum modo, uma colocação em conformidade de seu ser com a nova estrutura da luz que, eu os lembro, não será mais de forma redonda, mas de forma hexagonal.

Essa estruturação da luz provocará uma modificação de suas estruturas cerebrais, de seu funcionamento elétrico, eletroquímico, mas, também, emocional.
O que vocês chamam, hoje, esse mundo emocional, que os pôs tanto em movimento, através da divisão e da separação, vai tender a estabelecer-se numa Unidade.
Ele também não poderá mais funcionar em termos duais de emoção/não emoção, mas, antes, num estado de equilíbrio na trindade da emoção, na qual não há mais ação/reação, na qual não há mais movimento não controlado em seu néocortex (em sua parte a mais Divina).

Isso consistirá em integrar a experiência do que vocês anseiam, do que vocês desejam como emoção, através não mais de impulsos arcaicos, através não mais de condicionamentos, mas, unicamente ligada ao instante presente.

A arquitetônica de moléculas de luz mostrar-lhes-á o caminho da Unidade, da Tri-Unidade, e mostrar-lhes-á, através de seu agenciamento e sua intenção consciente de polarização, como vocês deverão funcionar, quais são os ritmos que vocês deverão seguir (ritmo de reunião entre as diferentes Unidades geodésicas, ritmos de conformidade e de concordância com as influências cósmicas ligadas aos realinhamentos das redes magnéticas terrestres).

Vocês se tornarão permeáveis, totalmente, às irradiações cósmicas e às irradiações telúricas.
Vocês se comportarão como uma antena, que se contenta em harmonizar seus campos em função das informações, não mais vindas do passado, não mais vindas da educação, não mais vindas de esquemas iterativos da terceira dimensão, mas através dos esquemas fornecidos pelo centro de sua Terra, de nossa Terra, o centro Fonte Mãe, mas, também, em conformidade com o centro Fonte Pai.
Não mais seu sol físico, mas, realmente, seu Sol Central da galáxia, com uma oitava de vibração que é, efetivamente, superior, uma vez que, eu os lembro, haverá organização eletroquântica dessa luz e não mais irradiação ativa, tal como vocês o vivem, sem inteligência profunda, a não ser o sentido da orientação alto/baixo dos raios solares.

Aí vocês terão um efeito corpuscular bem mais importante da luz, devido à sua organização geométrica, com fluxos multidirecionais que virão impactar diretamente, num primeiro tempo, sua estrutura geodésica de 24 Unidades que, instantaneamente, repercutirá em seus esquemas de funcionamento e em seu relógio biológico.

Assim, vocês terão, realmente, tornado-se os filhos do Céu e da Terra e poderão, a partir desse momento, estar em conformidade total com a vontade do Pai/Mãe.
Estando em conformidade total com a vontade do Pai/Mãe, vocês não conhecerão mais o que se chama, em seu mundo de superfície, essa errância, essa divisão, essa interrogação permanente sobre os sentidos de sua vida, porque vocês se tornarão o próprio sentido da vida.
Vocês se tornarão o filho da Lei de Um.
Vocês se tornarão o filho do Pai e da Mãe cósmicos e não mais o filho do pai e da mãe biológicos, limitados, confrontados a limitações que não lhes pertencem, mas que foram erigidas em dogma desde tantas e tantas experiências, desde tantos e tantos milênios de descida na confusão.

A palavra chave tornar-se-á o desaparecimento da confusão.
Vocês se tornarão capazes, instantaneamente, de aceder a todo conhecimento.
Vocês não terão mais necessidade de materializar ou exteriorizar o que vocês chamam uma técnica, como seus computadores, que funcionam num modo dividido e separado, através de sua codificação binária (em lugar de estabelecer uma codificação trinária, tal como será o caso).

A particularidade da codificação trinária é que ela é ligada à própria arquitetura da memória da luz e de sua conformação espacial geodésica, através da estrutura hexagonal de partículas de luz.
Essa memória trinária, absolutamente, não tem em conta consumo de energia e não necessita de suporte físico propriamente dito, no sentido em que vocês o entendem, mas, simplesmente, a presença de uma onda geoestacionária num lugar especificamente confinado, a que nós chamamos os anais geodésicos, nos quais a Fonte de informação é acessível absolutamente a qualquer ser que viva conosco nesse Intraterra.

Vocês conhecerão esse acesso à Fonte, assim como o fez esse walk-in bidirecional, que me permite ter informações e emitir-lhes informações sobre tudo o que vive abaixo e acima deste planeta.
Isso não se tratará, absolutamente, de milagre, mas da realidade da estruturação da luz, em conformidade com a vontade da Fonte Pai e da Fonte Mãe.
Assim, vocês se tornarão unificados à Fonte.
Estando unificados à Fonte, vocês terão acesso a todas as Fontes, obviamente, desde a origem de sua alma até os diferentes planos existentes na confederação galáctica, mas, também, das confederações não galácticas.
Vocês terão, também, a instantaneidade da exatidão ou da não exatidão de uma ação, qualquer que seja.
Uma ação não poderá, de qualquer modo, não ser exata, devido à ligação geodésica das 24 Unidades.

Aqueles a quem vocês chamam «os filhos» serão criados, eles também, através desse aprendizado da Unidade da geode, da Unidade geodésica da estrutura luminosa.
Eles serão, desde sua mais jovem idade, banhados na Fonte Terra e na Fonte Mãe.
Eles serão alimentados na energia, na consciência e na abertura de luz, não mais por esquemas parentais, mas por esquemas afetivos que serão muito amplamente excedidos em relação à qualidade de amor que vocês descobrirão vivendo de acordo com esse modo de luz estruturado.

Vocês compreenderão, obviamente, vivendo isso, mesmo se hoje isso os assuste totalmente, que é um caminho exato, porque tal é a vontade da luz e a vontade da luz não pode, jamais, ser acusada de distorção, não pode, jamais, ser acusada de deformação em relação a um plano que é destinado a reconduzi-los à Unidade primordial.

Aí está o que se tornarão os filhos.
Os filhos serão criados em conformidade, a partir do primeiro sopro.
A duração da vida será profundamente diferente.
E vocês não a aprenderão nesse corpo, mas no corpo seguinte, progressivamente e à medida não mais de reencarnações, porque vocês estarão, de qualquer modo, em contato com os diferentes planos.
Efetivamente, não haverá mais, como vocês a vivem hoje, dissociação entre o que acontece do lado do véu, quando vocês estão em manifestação e do outro lado do véu, quando vocês passam pela porta do que vocês chamam a morte.
Não haverá mais distância.
Não haverá mais véu colocado entre um lado da vida e o outro lado da vida, e cada ser decidirá, de maneira totalmente liberada, tomar forma ou não tomar forma, e permanecer no amorfo.
Entretanto, devo dizer-lhes que, em nossa estrutura geodésica na qual nós estamos há 320.000 anos, a população muito pouco evoluiu, porque basta que uma pessoa decida que seu veículo tenha chegado ao seu termo para reencontrar-se, de maneira quase mística, novamente, no corpo de uma criança que acaba de nascer, mesmo se os modos de nascimento (que não podem ser revelados de momento) serão, de qualquer forma, amplamente diferentes daqueles que vocês conhecem.
Ainda que se poderá falar de material genético, esse material genético desejado por duas entidades a que vocês chamam um casal será, entretanto, desejado pela estrutura geodésica de 24 Unidades, antes de focar-se em duas entidades, efetivamente, de polaridade feminina e masculina, mas isso é outro debate e outro tempo em sua evolução.
Nós permaneceremos, se efetivamente quiserem, nas generalidades em relação ao que vocês já conhecem, em relação aos modos de funcionamento que vocês conhecem e quero, simplesmente, indicar-lhes, com isso, os modos de transformação que serão vividos a partir de sua chegada nessa quinta dimensão.
E eu espero que vocês tenham compreendido: essa passagem à quinta dimensão é uma passagem a uma maior unificação de campos de coerência do vivo.

Não haverá mais lugar para a sombra, em todos os sentidos do termo.
Não haverá mais lugar para a divisão.
Não haverá mais lugar para o antagonismo nem para a complementaridade.
Haverá, unicamente, lugar para a unificação e a Unidade do vivo.

A Unidade do vivo traduzir-se-á em todos os níveis, como eu os fiz compreender, mas, também, na organização que veremos no próximo capítulo de leis sociais que regem as relações entre os seres, não mais através da criação ou através da Unidade geodésica dos 24, mas, realmente, através do conjunto da cidade.
Mas isso é outro parágrafo.

Assim, meu caro irmão leitor, você compreende, agora, um pouco melhor as magníficas transformações que vão advir à sua humanidade e a inúmeros de vocês que aceitarem essas leis de luz e que aceitarem abrir seus canais para a recepção dessa nova dimensão, para essa nova efusão do que vocês chamam o Espírito Santo.
E agora, qual é nosso papel?
Lembre-se, meu irmão, de que nós estamos sob seus passos há 320.000 anos, que nós governamos este planeta para levá-lo à sua sacralidade, à sua sacralização.
Que nós mesmos passamos, de maneira consciente e voluntária, a essa quinta dimensão, ao mesmo tempo conservando um corpo de terceira dimensão, embora profundamente diferente do seu.

Convém compreender, agora, que, se nos é permitido, hoje, revelar as primeiras transformações que advirão no momento em que o novo sol entrar em manifestação sobre este planeta, é extremamente importante que você compreenda a relação que existe entre você e eu.
E a relação é, primeiramente, uma relação ligada a um contrato específico, que não é um contrato de alma, mas um contrato que nós tomamos com este planeta.
Nós aceitamos seguir sua evolução, seu desenvolvimento, digamos, para mais sacralidade, ou seja, mais Unidade, e nós fomos as garantias, sobre esse mundo, de sua evolução nesse mundo de superfície.
Não unicamente como irmão mais velho, mas, também, como guardião de vibrações emitidas pela luz, de maneira a permitir que você pudesse, livremente, explorar o que decidiu explorar, ou seja, a divisão, a separatividade e o afastamento da Fonte.

Certamente sua experiência, por momentos dolorosa, permitiu-nos, também, enriquecer nossos conhecimentos e organizar a luz em função de novas experiências que você viveu em seu mundo de superfície desde tanto e tanto tempo.
Isso tornou possível a compreensão de certo número de mecanismos que se produzem no momento em que a entidade viva, vinda da Fonte, afasta-se cada vez mais da Fonte, até perder consciência da realidade de sua origem.

Isso permitiu compreender o que vocês viveram e integrá-lo nos planos da luz, quais sejam, as divisões, as guerras, essa invenção um pouco estúpida que vocês chamaram o dinheiro, que lhes serve de moeda de troca e que corresponde mais ao que se chamaria uma moeda falsa porque, ao nível da troca, não há pior do que essa coisa que vocês criaram, porque a troca é, sempre, desequilibrada.
Não se trata de um equilíbrio, mas de um desequilíbrio permanente.

Do mesmo modo, os estados emocionais que vocês criaram, certamente, divertiram-nos em algumas ocasiões, em especial quando isso desembocava em criações oníricas ou criações sobre apoios monodimensionais, de duas dimensões ou reproduzindo suas estruturas a três dimensões, como a arquitetura ou a escultura, mas, também, a pintura.

Através do que vocês eram capazes de projetar de sua interioridade, que se afastava da verdadeira interioridade, nós compreendemos que a experiência que vocês viviam era capaz de enriquecer profundamente os universos, como o que acontece, progressivamente e à medida da multiplicação de Fontes.
E essa imagem refratada ao infinito remete, de fato, à Fonte, uma imagem de separação, de divisão e de aparente ausência de luz.
Mas, como eu o dizia, nós conseguimos integrar tudo isso em nossas estruturas geodésicas, de maneira a permitir-lhes ir até o mais profundo da experiência que vocês tinham a viver, e vocês chegaram, agora, a esse momento o mais profundo.

E lembrem-se dessa noção, dessa lei de passagem de plano que é a reversão, que acompanha a passagem de vida à morte, mas, também, da encarnação, que é essa reversão muito específica.
E a reversão que vai produzir-se, dentro de muito pouco tempo nesse Sistema Solar, vai induzir um reencontro consciente entre o que nós somos e o que vocês são.
Não pode ser de outro modo porque, de fato, a partir do momento em que a terceira dimensão se põe na escuta e vai reencontrar, desposar, fusionar a quinta dimensão, há, necessariamente, conexão dos diferentes povos, e isso, em todos os sistemas solares porque, de fato, todos os planetas são ocos.
Todos os planetas podem tornar-se planetas sagrados, a partir do momento em que eles aceitam não deixar morrer a Fonte, o cristal Fonte, o cristal gema, que é o reflexo do Pai/Sol Central nos planetas.

Nós mantivemos esse fogo sagrado.
Nós permitimos que a Terra não se afastasse desse princípio de sacralidade, a fim de, um dia, que hoje chegou, fosse o dia da reconciliação, o dia da reunificação.
E nós fazemos parte de sua reunificação, nós fazemos parte, não da mesma humanidade, não da mesma forma, entretanto, nós somos irmãos.
E, como irmãos, nós devemos descobrir-nos.
Nisso participa esta obra.
Ela lhes permite tomar consciência de leis da Unidade, leis multidimensionais que prevalecem nos mundos que nada mais têm a fazer com o seu.

Assim, os eventos que devem sobrevir na superfície de seu planeta, mas, também, na superfície de seus corpos, como vocês o compreenderam há dois capítulos, serão elementos essenciais de revelação, de colocação face a face, como num espelho, como para permitir-lhes absorver essa nova luz que vem a vocês.

Essa organização da vida luminosa vai permitir-lhes aceitar e deixar fazer o que deve advir.
De fato, nessa terceira dimensão, a escolha é muito simples, caro amigo: ou há resistência ao que vem, ou há abandono ao que vem.
E aí será testada sua capacidade de luz.

A capacidade de luz é tudo, exceto resistência.
A capacidade de luz é abandono à luz.

Abandono à luz não corresponde a abandono da Unidade, abandono de seu indivíduo, mas, bem ao contrário, integração de seu indivíduo na luz.

Certamente, eu concebo que a luz possa dar medo, em especial devido às suas estruturas biológicas que são tão apegadas, por medo da falta, medo do vazio e medo de ausência da luz (que se transformou num medo muito corrente da falta).
Esses medos que os induzem a esquemas repetitivos desde tanto e tanto tempo, que limitam o aparecimento da luz e que são tantos freios ao aparecimento da luz no que vocês são.
E a grande escolha que vocês terão, em breve, a fazer, independentemente de sua evolução tão cara, que vocês chamam espiritual, será aceitar a luz e entrar no abandono à luz ou entrar na resistência.

Nós não poderemos influenciar sua escolha.
Nós não poderemos, através da efusão de luz, decidir por vocês, deixar fazer ou resistir.
Caberá a vocês, em sua alma e consciência, deixar fazer ou resistir (para entrar noutra fase de manifestação da vida, que será, novamente, essa oitava de terceira dimensão de separação da Fonte).
Mas é importante, caro amigo leitor e, em especial, para algumas almas que se teriam deixado levar a esquemas de comportamento fossilizantes, arcaicos, estarem a par, estarem informados dessa possibilidade de luz porque, quando o dia vier, as crianças, as almas puras não terão qualquer dificuldade para deixar fazer o que vem, porque elas reconhecerão, instantaneamente, que o que vem é o Pai/Mãe Divino, Fonte Una, criador dos universos.

Em contrapartida, algumas almas que estarão fossilizadas, cristalizadas em excesso em esquemas de funcionamento que terão sido, em especial, voltados para estudos ligados ao passado, para esquemas ligados aos medos e às faltas, mesmo se elas reconheçam, em parte, o que acontecerá, terão, efetivamente, dificuldade para deixar fazer, para abandonar-se a essa luz.
E, no entanto, não haverá outras escolhas além de deixar fazer ou resistir.
E, nisso, cabe a você, caro amigo leitor, difundir esta informação, não como uma realidade final, o que seria um erro ainda uma vez, mas fazer compartilhar essa noção de abertura à luz, de abandono à luz, de deixar fazer à luz e de não resistência.
Isso é extremamente importante, qualquer que seja sua religião ou quaisquer que sejam suas crenças.

Cabe a você, através de sua liberdade essencial, tomar a responsabilidade, não de afirmar, o que seria, também, um erro, mas de pôr em ressonância as almas, com a capacidade delas para serem Um e filhos de luz e a possibilidade dessa nova luz e dessas novas leis.

Em resumo, cabe a você fazer passar a informação, como uma potencialidade real, num curto prazo, como algo que pode manifestar-se.

Quer você esteja convencido ou não da realidade do fenômeno, é importante que o máximo de seres sobre este planeta seja posto a par dessa eventualidade, mesmo se eles considerem isso como uma utopia ou como um sonho, como algo que é demasiado destacado da realidade de todos os dias.
Convém que, em algum lugar na consciência deles, eles saibam que, a um dado momento, a efusão de luz será tal que não haverá outra escolha que aquela de abandonar-se ou aquela de resistir.
Esse será seu último ato na vida de separatividade, em todo caso, para esse ciclo de humanidade.

Abandonar-se ou resistir, aí está a palavra chave.
Abandonar-se ao Eu Sou Um, aceitar ser Um ou resistir e entrar ainda mais na multiplicidade da divisão.
A escolha pertence a cada alma.

Não há qualquer limitação que possa voltar ao jogo.
A limitação pode vir, unicamente, do que eu chamo essa fossilização de seus esquemas de funcionamento cerebrais e de consciência.
Mas admitam que, mesmo se vocês ouviram falar, uma vez, do que pode advir, vocês estarão prevenidos.
Isso corresponde ao que dizia seu Mestre: «mantenham sua casa limpa, porque vocês não conhecem nem a hora nem o momento em que eu voltarei».

A hora de glória, a hora da ressurreição, tal como ela foi mal compreendida em suas escrituras e tal como ela foi mal compreendida por sua teologia está a ponto de chegar.
Essa ressurreição não é uma ressurreição de corpo, mas a ressurreição do corpo final, ou seja, de sua luz final da Fonte que vocês são.

Aí está o sentido da ressurreição de corpo, tal como ele foi tão mal aplicado pela igreja católica.
E o sentido da redenção, tal como foi tão mal compreendido no budismo tibetano.
E o sentido, em todas as religiões, que foi deformado, do aparecimento da luz viva, do retorno do Cristo, como alguns o chamam.

Não se trata, obviamente, do que vocês creem, mas, simplesmente, da presença da luz Unitária.
E, em face da luz Unitária, vocês terão apenas a escolha de reintegrar a Unidade da luz ou de entrar mais na divisão e na oposição.

Não haverá qualquer julgamento de nossa parte nem qualquer julgamento de outros seres humanos.

Esse momento será um momento que durará muito pouco tempo.
Ele durará aproximadamente 72 horas, unicamente.
E, durante essas 72 horas, tudo será consumado.
Vocês deverão, em sua alma e consciência, escolher a luz ou escolher a resistência à luz.
E, se vocês entram na aceitação, no deixar fazer e no abandono à luz inteligente que vem, naquele momento, nós revelaremos, totalmente, quem nós somos, nosso papel, nosso objetivo.

Nada do que foi escondido até o presente ser-lhes-á escondido.
Tudo lhes será revelado porque, a partir do momento em que, como eu o dizia um pouco antes nesse capítulo, no momento em que vocês entrarem na Unicidade da luz, vocês terão aLinkcesso a todas as fontes de informação, e isso, em tempo real, como vocês dizem, uma vezLink que vocês começarão, através disso, a sair do espaço tempo/luz.
Vocês entrarão na luz viva.
Vocês se tornarão a luz viva.

Do site francês:
http://www.autresdimensions.com

Tradução para o português: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com


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